Sobre a Realidade

Dom Juan: ” Aprendemos a pensar sobre tudo, e depois exercitamos nossos olhos para olharem como pensamos a respeito das coisas que olhamos. Olhamos para nós mesmos já pensando que somos importantes. E, por isso, temos de sentir-nos importantes! Mas quando o homem aprende a ver, entende que não pode mais pensar a respeito das coisas que ele olha, e se não pode mais pensar a respeito das coisas que ele olha, tudo fica sem importância.

Tudo é igual e dessa forma sem importância. Por exemplo, não há meio de eu dizer que meus atos são mais importantes do que os seus, ou que uma coisa seja mais essencial do que outra, e, portanto, todas as coisas são iguais, e sendo iguais são sem importância. Clique aqui e leia mais…

As transformações iniciáticas – segunda parte

Toda transformação inclui experiência de transcendência e mistério e envolve a morte simbólica e o renascimento. Muito embora exista uma tendência de falar algo exageradamente de uma renovação completa, não é este o caso. Há somente uma mudança relativa, de modo que a continuidade da pessoa e da psique é preservada. Se fosse de outra forma, observa Jung, a transformação realizaria uma dissociação da personalidade, amnésia ou outro estado psicopatológico.

O interesse de Jung pelo ritual originou suas viagens à África, Índia e às tribos indígenas no sudoeste dos Estados Unidos.Era sobretudo atraído pelos rituais de iniciação, neles encontrando paralelos com processos e progressões psicológicos feitos pelo indivíduo em diferentes estágios da vida.

Todas as iniciações envolvem a morte de uma condição menos adequada e o renascimento de uma condição renovada e mais adequada, daí os rituais são tão misteriosos como aterradores, pois o indivíduo é levado frente a frente com a numinosidade da imagem de Deus ou do Self, sendo compelido pelo inconsciente em direção à consciência. Relaciona-se ao sacrifício e é esse sacrifício, mais que quaisquer tormentos ou torturas, o que produz o sofrimento.

Os rituais:

Um serviço ou cerimônia encenada com um propósito ou intenção religiosa, seja tal propósito ou intenção consciente ou inconsciente. As representações rituais são baseadas em temas mitológicos e arquetípicos, expressam suas mensagens simbolicamente, envolvem uma pessoa totalmente, conduzem um senso de significado superior para o indivíduo e, ao mesmo tempo, contam com representações adequadas ao espírito dos tempos.

Quando ritos individuais e coletivos já não incorporam o espírito dos tempos, são buscadas novas representações arquetípicas ou novas interpretações são dadas a formas antigas, a fim de compensar o estado que mudou na consciência.

O ritual funciona como um continente psíquico para a transformação, quando o equilíbrio psicológico de uma pessoa é ameaçado pelo inesperado poder do numinoso durante um período de mudança de um status ou modo de ser para um outro.
Jung acreditava que o homem exprimia suas condições psicológicas mais importantes e fundamentais no ritual e que, se não fossem providenciados rituais apropriados, as pessoas espontâneas e inconscientemente inventariam rituais para salvaguardar a estabilidade da personalidade quando a transição de uma condição psicológica para outra era efetuada. Contudo, o próprio ritual não efetua a transformação; apenas a contém. Clique aqui e leia mais…

Earth Song

“Anticristo” (em nosso tempo) de Lars Von Trier

Comecei a Assistir “Anticristo” achando que seria mais um daqueles filmes de terror ao estilo de “O Exorcista”, “A Profecia”, “O Exorcismo de Emily Rose”, etc, mas não; não se trata desse tipo de terror, mas de um terror totalmente psicológico, interior, trata da dor nua, crua, desesperada, da culpa, auto-punição e dos medos mais profundos do ser humano.

imagesÉ um filme polêmico, chocante, simbólico, onde pode ser interpretado de diversas maneiras, mas não no primeiro momento, não logo depois de acabar o filme, porque nesse momento fica a sensação de: “Nossa!! Acabou assim, sem pé nem cabeça”, “não tem lógica, nem significado”,  ao mesmo tempo que,  quando se está assistindo  não se  desgruda o olho da tela, e depois que acaba o filme, mesmo com essa sensação de filme estranho, não paramos de pensar sobre ele, pois certamente as imagens fortes causam algum impacto dentro da própria psique, e nos traz muitos questionamentos.

Particularmente eu gostei muito do filme, porque mostra aspectos da natureza humana que ninguém gosta de admitir, o lado sombrio que está bem escondido dentro do ser, mas que ninguém em sã consciência quer mexer… mas como disse Jung, “Tudo aquilo que não enfrentamos em vida acaba se tornando nosso destino”.

Lars Von Trier escreveu o roteiro desse filme no auge de uma crise de depressão, ele disse:

“Não conseguia trabalhar. Seis meses depois, apenas como um exercício, escrevi um roteiro. Foi um tipo de terapia, mas também uma procura, um teste para ver se eu ainda faria algum filme”.  E ainda:  “O roteiro foi finalizado e filmado sem muito entusiasmo, feito como se eu estivesse utilizando apenas metade da minha capacidade física e intelectual”, contou ele. “O trabalho no roteiro não seguiu o meu modus operandi habitual. Cenas foram acrescentadas sem razão. Imagens foram compostas sem lógica ou função dramática. No geral, elas vieram de sonhos que eu tinha no período, ou sonhos que eu tive anteriormente.”

Exibido pela primeira vez no festival de Cannes desse ano, “Anticristo” chocou  parte da imprensa e aos críticos de cinema, que saíram antes da sessão acabar, ou vaiaram o filme ao final da exibição.

O filme tem uma belíssima fotografia, e começa em preto e branco, ao som da ária de Handel “Láscia La Spina”, música que também acompanha o desfecho final.

Para o filme ficar compreensível, é necessário uma leitura simbólica e mítica. E aqui coloco minha interpretação pessoal, compreendendo que o filme é riquíssimo em simbologia, cabendo portanto, diversas outras interpretações. Contém spoilers, por isso quem ainda não assitiu, melhor ver primeiro, antes de continuar a leitura. Clique aqui e leia mais…

Robert Happé: Consciência que Liberta

Têm certas coisas que sempre vale à pena estar lembrando. Pois é, tudo o que Robert Happé, filósofo holandês nos fala, nós com certeza já ouvimos falar, já lemos em algum lugar, pensamos sobre isso, mas mesmo assim, ele fala de uma maneira tão simples essas mesmas coisas, que nos soa como um sopro renovado…

Já tinha assistido ao vídeo ano passado, mas hoje, recebi essa entrevista por e-mail, e trouxe aqui, porque é sempre bom lembrar de coisas boas.

Entrevista publicada em junho/2006 na revista O Ponto:

O filósofo Robert Happé é um desses seres humanos raros, que abraçam e beijam todo mundorobert happe. Nesses mais de 30 anos de peregrinação, ele tem encantado platéias por onde passa, não apenas por suas idéias, mas pela maneira simples com que fala delas. Autor do livro Consciência é a Resposta (lançado em 1997 pela editora Talento), atualmente divide seu tempo entre a família e a produção de um segundo livro e os seminários na Europa, Estados Unidos, Argentina e Brasil, país que ele define como “a última esperança”.

O PONTO – Você nasceu na guerra, perdeu seus irmãos e mais tarde sua mãe. Certamente essas experiências marcaram sua infância e juventude. Foi nestas circunstâncias que você despertou para a busca do conhecimento sobre o significado da vida?

ROBERT - Eu sempre senti que não era desse planeta, que todos eram muito diferentes de mim e que precisava buscar a verdade sobre a vida e sobre mim mesmo. Minha mãe aparecia para mim e eu me perguntava: “Sou louco? Onde está minha mãe? O que ela faz lá? Por que fala comigo?”. Queria entender por que todo mundo mata todo mundo, por que há tanto sofrimento e por que a vida é assim. Então, eu já caminhava para a busca de respostas, mas a consciência disso veio bem depois.

O PONTO – Na busca por essas respostas, você percorreu vários países e se aprofundou na cultura oriental, mantendo contato com Vedanta, Budismo, Taoísmo… Como foi essa experiência e que lições você tirou disso?

ROBERT - Na Índia eu descobri que a vida continua depois da morte. Mas nestas viagens eu também descobri que todas as religiões falam as mesmas coisas, mas de formas diferentes e umas contra as outras. Percebi que as pessoas não estudam para encontrar a verdade, mas para adorar suas religiões. Quando você adora sua religião, você não questiona e acaba virando as costas para a verdade. E eu sempre questiono.

O PONTO – Então você queria mais.

ROBERT - Sentia que não era só aquilo e que precisava de mais experiência de vida, por isso continuei viajando, vivendo no Nepal, Tibet e no Camboja, e estudando com os gurus. Mas também não fiquei satisfeito.

O PONTO – Mas foi no Camboja que você viveu sua maior experiência mística.

ROBERT - No Camboja, as pessoas são muito amáveis, mas, como no Nepal e no Tibet, há muita ignorância. Eles não vivem a consciência do coração, vivem através dos dogmas. Por exemplo, os monges cambojanos têm tudo nos templos para plantar e comer, mas saem para as ruas para pedir comida, esmolas. Eu pensava que aquilo estava errado, que eles deveriam fazer o contrário, levar comida e ensinamentos do templo para as pessoas que estavam do lado de fora. Então eu deixei a comunidade com um sentimento de que era o fim da rua para mim. Estava muito triste, parei e fiquei meditando. Então decidi ir para a floresta. Na floresta, passei a me alimentar do que a natureza me oferecia. Com o tempo, comecei a perceber coisas, luzes que iam ganhando formas. Eu vi os espíritos da Natureza. Esses seres vinham me visitar e uma vez eles pediram para que eu os seguisse. Não sei quanto tempo, mas depois de horas, dias, eu chego num lugar no meio da floresta e eles afastam a vegetação e então eu vejo uma grande rocha e nela a figura do Buda esculpida. Eu fiquei perplexo. Eles não falavam comigo, mas faziam gestos para que eu tocasse na imagem. No momento exato em que coloco as mãos na pedra, foi como se abrisse uma tela na minha mente. Eu vi uma grande cidade e no centro dela um templo. Dentro do templo havia três budas e um deles tinha o meu rosto. Clique aqui e leia mais…

Um pouco sobre o TAO

Estava pesquisando sobre o TAO, e encontrei isso no Wikipedia, achei interessante trazer pro Anoitan, pra gente conhecer um pouco mais sobre o Caminho.

Calligraphic_Dao.

Tao 道(pronuncia-se tao, mas na grafia chinesa Pinyin escreve-se Dao) significa, traduzindo literalmente, o Caminho, mas é um conceito que só pode ser apreendido por intuição. O Tao não é só um caminho físico e espiritual; é identificado com o Absoluto que, por divisão, gerou os opostos/complementares Yin e Yang, a partir dos quais todas as «dez mil coisas» que existem no Universo foram criadas. Clique aqui e leia mais…

O Poder (agregador) do Mito – Joseph Campbell

O antropólogo americano Joseph Campbell (1904-1987) foi um dos maiores estudiosos de línguas e de religiões antigas de que se tem conhecimento. Muito lido e citado entre os junguianos, sua obra, no entanto, deveria ser revista para além de uma visão empobrecedora e que faz da vida individual mero mote para um pré-programado script coletivo, ou do tempo presente como mera reedição do passado. O que Campbell antes queria era o mito como integrante na vida cotidiana de todas as pessoas, tendo as pessoas dele consciência ou não, o mito integraria o significado da vida a um só tempo -tempo sagrado-, o poder do mito seria a efetiva agregação de significado onde na verdade não existe nenhum, o que há é a vivência de uma vida com significado no “olho do furação”. O poder do mito é agregar os polos que dilaceram o ser, não propriamente de resolver o dilaceramento, mas de tornar a vida significativa e digna de assim ser chamada ou vivida.

Segue um documentário gravado entre conversas mantidas entre Joseph Campbell e o jornalista Bill Moyers, pouco antes da morte do mitólogo. O título original do documentário é Joseph Campbell and the Power of Myth. Existe um DVD que pode ser adquirido em livrarias, que a teve Cultura compilou e traduziu para o português. Os links que deixo a seguir são vídeos deste documentário no YouTube, de muito boa qualidade. Cada link é independente e traz uma lista de seis vídeos, é só seguir a ordem para assisitr, cada vídeo contém aproximadamente 10 minutos de duração.

Palavras de Campbell para Moyers: “Dizem que o que todos procuramos é um sentido para a vida. Não penso que seja assim. Penso que o que estamos procurando é uma experiência de estar vivos, de modo que nossas experiências de vida, no plano puramente físico, tenham ressonância no interior do nosso ser e da nossa realidade mais íntima, de modo que realmente sintamos o enlevo de estarmos vivos.”

Palavras de Moyers a respeito de Campbell: “Nunca encontrei alguém que soubesse contar melhor uma história do que Joseph Campbell. Escutando-o falar sobre as sociedades primitivas, fui transportado às largas planuras sob a imensa cúpula do céu aberto, ou à espessa floresta sob o pálio das árvores, e comecei a entender como as vozes dos deuses falavam através do vento e do trovão, e como o espírito de Deus flutuava em todo riacho da montanha, e toda a terra florescia como um lugar sagrado – o reino da imaginação mítica.”

A Mensagem do Mito:

http://www.youtube.com/view_play_list?p=C5D1DBCCA9BB50B5

A Saga do Herói:

http://www.youtube.com/view_play_list?p=37D3A1AFFCCD5E13

Os Primeiros Contadores de Histórias:

http://www.youtube.com/view_play_list?p=5C8C50BF574D9F8A

Sacrifíco e Felicidade:

http://www.youtube.com/view_play_list?p=E63AB5C7B9952853

O Amor e a Deusa:

http://www.youtube.com/view_play_list?p=694367B1AC61EB7D

Máscara da Eternidade:

http://www.youtube.com/view_play_list?p=EB3294308546D026

Fica, Sarney!

Não, é claro que eu não gostaria, de fato, que ele ficasse no cargo. Mas o movimento para derrubar o Sarney, visando ética na política, não percebeu que isso de nada adiantaria para ter ética na política- e que, além de tudo, “ética ” e “política” são tão imiscíveis quanto água e óleo.

Sarney seria o quarto presidente do Senado a cair em menos de uma década . ACM caiu há alguns anos por algo até inocente comparado com os atos secretos de hoje: ter violado o painel da cassação do Luís Estavão. Logo em seguida seu sucessor caiu, Jader Barbalho, por uma série de escandalos bem piores que o derrubou seu antecessor. Houve um pequeno tempo com um senador considerado íntegro na presidência- o falecido Rames Tebet- para depois aparecer um sujeito chamado Renan Calheiros, em cuja presidência apareceu o maior mar de lama já visto nos últimos anos. Ele caiu, mas continuou como senador e não perdeu sua influência.

Tirar o Sarney do cargo não vai mudar absolutamente nada. Pelo contrário, com uma cabeça cortada, o povo se acalma, e pensa que, enfim, a justiça foi feita. Basta punir um ou dois, da forma mais branda possível, e a opinião pública se acalma. Logo em seguida vai aparecer outro Presidente do Senado, que será protagonista de escândalos  piores que farão , como diria o saudoso Delúbio Soares, ser tudo o que veio antes esquecido e virar piada de salão.  É a mesma história, se repetindo. Enquanto isso, nosso simpático bigodinho continuará fazendo a festa nos bastidores, porque seus tentáculos gosmentos não diminuirão o alcance apenas por ele perder a presidência.

Sou cético em relação a considerar a existência de “ética” na “política” por considera-las opostas. É como essa questão de lotear cargos no governo em troca de apoio político: não é, de forma alguma, ético um partido se vender por cargos para votar ao favor do governo, ao invés do governo nomear como ministro a pessoa mais adequada para exercer aquela função, enquanto os partidos votam por sua consciência. Entretanto, isso é inevitável num regime democrático.  E nem preciso gastar meus dedos para dizer que uma ditadura seria muito pior do que isso.

Ética impõe, ante de mais nada, em o indivíduo se voltar para o bem comum.  Política é uma relação que sempre impõe hierarquia, onde uns mandam e outros obedecem.  Isso é contrário a uma relação verdadeiramente ética, pois voltamos para o bem comum não de forma coagida, mas sim quando nossa natureza é transformada ao ponto de ver o próximo dentro de si.

Amar a si mesmo é anelar o crescimento interior e tal crescimento implica em compreender o quanto cada indivíduo está conectado – não sou magalomaníaco a ponto de querer definir a palavra “amor”, mas posso dizer que ele passa a surgir quando uma pessoa passa a ver o próximo dentro de si.  E é esse valor que pauta as relações verdadeiramente éticas. O amor é incompatível com relações entre comandentes e comandados, que são o funadamento do poder, em cima da qual se estrutura a política. A natureza política é fundamentada no poder, e como tal, é inseparável de negociatas, acordões, alianças bisonhas e tudo o mais que sempre acompanhou nossos noticiários.

Não existe, portanto, ética na política. Mas há uma luz no fim do túnel.  Nossos sistema, por mais capenga que seja, é melhor do que o assistimos no passado, como ditaduras sanguinárias, monarquias absolutistas e laços de servidão.  Se acontecer algum novo movimento de transformação humana como houve no passado, a política será transformada, não ela própria, mas de dentro da fora – como consequencia da transformação interior dos próprios indivíduos que foram a sociedade, seu grande sustentáculo. Isso já aconteceu algumas vezes – basta estudar história para ver que houve momentos de grandes transformações. O que cabe cada um de nós é moldar em nós mesmos essa transformação, já que a única revolução, como todos estamos cansados de ouvir, é interna.

Just – Living

Just  -  Living

Soon she’s down the stairs
Her morning elegance she wears
The sound of water makes her dream
Awoken by a cloud of steam
She pours a daydream in a cup
A spoon of sugar sweetens up

As animações feitas em stop motion, se produzidas com alguma imaginação fornecem efeitos verdadeiramente excepcionais. A técnica consiste basicamente em montar uma cena onde o vídeo é feito fotograma a fotograma, entre os quais, os objectos são movimentados ligeiramente. O resultado final é um filme que dá uma nova perspectiva a todo o tipo de objectos, onde estes assumem novas formas e ganham vida, desafiando todas as leis da fisica, bem como a nossa própria percepção do mundo.

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Zenpoesia

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A Lua brilha no céu.

A Lua brilha no céu da Terra.

A Lua brilha no céu da Terra e reflete no lago.

A Lua brilha no céu da Terra e reflete no lago a luz do Sol.

A Lua brilha no céu da Terra e reflete no lago a luz do Sol no cosmos brilhante.

A Lua brilha no céu.

O lago é brilhante.

O Sol brilha.