Anoitan

“Se sempre há um amanhã, sempre há um anoitã.”

Archive for julho \12\UTC 2010

A Consciência por Ouspensky

Posted by adi em julho 12, 2010

Depois do feriado prolongado, a gente retoma com a sensação de que o tempo está passando muito acelerado, mal começamos relaxar, já temos a Segundona cheia de trabalho acumulado, fazer o que, né? o jeito é encarar de frente.

Fato é que ultimamente minha energia está direcionada pra leitura, e talvez por isso, têm sido complicado encontrar inspiração em escrever um post. E não é por falta do que falar, tem tantos assuntos que gostaria de colocar em discussão pra gente desenvolver melhor, mas no momento estou meio aérea  🙂 . Então, por este motivo, vou “colar”  de novo o trecho de um livro bem interessante e que tem tudo a ver com os últimos posts.

O  trecho abaixo é do livro  PSICOLOGIA DA EVOLUÇÃO POSSÍVEL AO HOMEM, do psicólogo e filósofo russo P. D. Ouspensky.

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Idealismo Monista

Posted by adi em julho 5, 2010

A antítese do “realismo materialista” é o “idealismo monista”. Segundo a filosofia do idealismo monista, a “consciênca” é fundamental, e não a matéria. Tanto o mundo da matéria quanto os dos fenômenos mentais, como por exemplo o pensamento, são criados pela consciência. Além das esferas material e mental (que juntas, formam a realidade imanente, o mundo da manifestação), o idealismo postula um reino transcendente, arquetípico, de idéias, como origem dos fenômenos materiais e mentais. Importa reconhecer que o idealismo monista é, como o nome implica, uma filosofia unitária. Quaisquer subdivisões, como o imanente e o transcendente, situam-se na consciência. A consciência, portanto é a realidade unica e final.

No ocidente, a filosofia do idealismo monista teve em Platão seu proponente mais conhecido. Platão em A REPUBLICA, deu-nos a famosa alegoria da caverna. Essa alegoria ilustra com clareza, os conceitos fundamentais do idealismo. Platão imagina seres humanos sentados imóveis numa caverna, em tal posição que estão sempre voltados para a parede. O grande universo no lado de fora é um espetáculo de sombras projetadas na parede e nós,  seres humanos, somos observadores de sombras. Vemos sombras-ilusões que confundimos com a realidade. A realidade autêntica está às nossas costas, na luz e formas arquetípicas que lançam suas sombras na parede. Nessa alegoria, os espetáculos de sombra são as manifestações imanentes irreais, na experiência humana, de realidades arquetípicas que pertencem a um mundo transcendente. Na verdade, a luz é a unica realidade, porquanto ela é tudo que vemos. No idealismo monista, a consciência é como a luz na caverna de Platão. Leia o resto deste post »

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