Anoitan

“Se sempre há um amanhã, sempre há um anoitã.”

Archive for the ‘Zen Budismo’ Category

Mais pérolas

Posted by adi em março 28, 2014

 

 

“Antes da iluminação, cortar lenha e carregar água. Depois da iluminação, cortar lenha e carregar água.” 

                                                                                                     -Provérbio Zen-

 

 

 

zen-rocks-and-sand-medium

 

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As Faces do Budismo no Ocidente

Posted by Sem em abril 11, 2012

Dois dos maiores mestres budistas que temos no Brasil encontraram-se recentemente em São Paulo para discutir a quantas anda o budismo no mundo e perspectivas  do budismo para o nosso país. Vindos de duas escolas distintas – do budismo tibetano, que tem o Dalai Lama como mentor espiritual, o Lama Padma Samten; e do Zen japonês, a Monja Coen – foi com muita serenidade e discernimento que abordaram questões difíceis, como a tradição religiosa e as mudanças no mundo contemporâneo.

Achei o diálogo tão proveitoso, realizado em meio a tanta amorosidade, num ambiente de respeito construído pelos monges, que pensei em divulgá-lo aqui, a quem tem interesse nessas questões, que extrapolam em verdade o âmbito religioso e dizem respeito a nós todos que vivemos no mundo e com ele nos ocupamos e preocupamos, religiosos ou não, budistas ou não.

 

 

As Faces do Budismo no Ocidente – Parte 1/3 – a fala do Lama Samten

 

 

As Faces do Budismo no Ocidente – Parte 2/3 – a fala de Monja Coen

 

 

As Faces do Budismo no Ocidente – Parte 3/3 – perguntas e respostas

 

 

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JUNG e a experiência de Deus

Posted by adi em agosto 1, 2011

Encontrei esse texto de Carl Gustav Jung no site “Fórum Espírita“. É o prefácio que Jung fez  ao livro ‘Introdução ao Zen’, de Suzuki:

”  Tentar explicar o satori (iluminação, a Verdade, o encontro com Deus, samadhi, nirvana, consciência crística ou búdica, consciência cósmica, reino de Deus, Deus, Cristo, Buda) é inútil. Para alguns é a percepção da verdadeira natureza do ser; o consciente livra-se da ilusória (falsa) idéia de um ‘eu’ que tem existência própria e separada no tempo e que temos de defender contra os demais ‘eus’. Essa ilusão referente à natureza do ser é a confusão que todos fazem do ‘ego’ com o ‘ser’. Ser é a consciência total, absoluta, cósmica, o Cristo, o Buda, o reino dos céus, Deus. O ego é apenas um feixe de ilusões, repleto de lembranças, expectativas e interpretações erradas das coisas do mundo.

Quando pensamos que há algo de bom em nós, isso vem da ilusão de que possuímos alguma coisa, de que possuímos bondade, de que somos bons, mas, isso é sinal de imperfeição e insensatez. Fôssemos nós conscientes da verdade, saberíamos que não somos bons, que o bem não vem de nós. Por isso, o iluminado diz:
‘Que pobre tolo eu era! Estava na ilusão de que eu era isto ou aquilo: agora vejo que isto ou aquilo é Deus’.

O satori é uma ruptura da consciência condicionada, apenas limitada ao ego, repleta de ilusões, impurezas, de todo lixo mental ali depositado pelos costumes, tradições, culturas, suposições e crenças durante toda nossa vida. O satori faz com que a consciência adquira a forma de consciência ilimitada, infinita, de não-eu, não-ego, pura como é o ser. Jesus diz no seu sermão: ‘Bem-aventurados os pobres de espírito’, isto é, aqueles que perderam seu ego, sua ‘personalidade’, pois, agora, têm ‘a’ de Deus. Por isso, bem-aventurados. O satori é o reconhecimento de nossa face original, o homem antes de ser criatura (o espírito antes de ser homem), o reconhecimento, a percepção da verdade de que ‘eu sou’.  Leia o resto deste post »

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Franco-Atirador

Posted by adi em dezembro 17, 2009

Abaixo os links para os posts do antigo blog Franco-Atirador, do Lúcio Manfredi, os arquivos estão divididos em duas partes, como segue:

http://www.4shared.com/file/oEd_xq4a/Franco_Atirador_Malprg_-_1__1_.htm

http://www.4shared.com/file/eaqYHhvZ/Franco_Atirador_Malprg_2__2_.htm

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Zenpoesia

Posted by Sem em setembro 7, 2009

enso

A Lua brilha no céu.

A Lua brilha no céu da Terra.

A Lua brilha no céu da Terra e reflete no lago.

A Lua brilha no céu da Terra e reflete no lago a luz do Sol.

A Lua brilha no céu da Terra e reflete no lago a luz do Sol no cosmos brilhante.

A Lua brilha no céu.

O lago é brilhante.

O Sol brilha.

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O meio entre os opostos

Posted by adi em agosto 27, 2009

Desde sempre as mais variadas tradições falam sobre a trindade divina, e sobre aquele aspecto que vem resolver o problema da dualidade. Há um meio, moderador entre os opostos, queiramos ou não, entendamos isso ou não.

De certa forma, esse tema sobre os opostos, sobre as dualidades, sobre as parcialidades é ainda muito complicado por causa do tema em si mesmo, ou seja, é sobre parcialidades, opostos e dualidades, e a tendência é sempre estar em um dos lados de cada situação da vida, e quando estamos em um lado da questão, automaticamente excluímos o outro lado, nos agarramos as nossas convicções, e já partimos do pré-suposto que o outro lado está errado, não é o correto, é falho.

A realidade da vida é muito mais que isso, é muito mais que apenas uma possibilidade possível na dualidade, é muito mais que um ponto de vista na díade, é muito mais que certo ou errado, é muito maior que os opostos; e por isso o conflito, pois temos que lidar com esses opostos o tempo todo, diariamente na própria vida em que vivemos.

androsEssa questão dos opostos assombra o homem desde sempre, e com certeza, é um dos motivos ou impulsos principais na busca por resolver esse conflito que dói na Alma humana, e muito provavelmente, a partir dessa busca, as mais variadas tradições se dedicam a essa questão.

Segundo a psicologia, a psique, como a maioria dos sistemas naturais, tais como o corpo, luta para se manter em equilíbrio. Fará isso, mesmo quando suscita sintomas desagradáveis, sonhos assustadores ou problemas da vida aparentemente insolúveis. Se o desenvolvimento de uma pessoa foi unilateral, a psique contém em si todo o necessário para retificar essa condição.

A função compensatória empiricamente demonstrável operando em processos psicológicos correspondia a funções auto-reguladoras do organismo, observáveis na esfera fisiológica. Compensar significa equilibrar, ajustar, suplementar. Considerava a atividade compensatória do Inconsciente como equilíbrio de qualquer tendência para a unilateralidade por parte da consciência.

O objetivo do processo compensatório parece ser o de ligar, como uma ponte, dois mundos psicológicos. Essa ponte é o símbolo; embora os símbolos, para serem eficazes, devam ser reconhecidos e compreendidos pela mente consciente, isto é, assimilados e integrados. Leia o resto deste post »

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A Fonte da Juventude

Posted by Filipe Wels em junho 28, 2009

 

O destino de nós todos (exceto, claro, os que por algum motivo em especial morram jovens) é envelhecer e morrer. A velhice e a morte estão  reservados para todos, certo? Errado. Pelo menos na opinião de Peter Kelder, que escreveu o livro A Fonte da Juventude. Para ele, a isso de que a velhice seja  inevitável não passa de uma ilusão criada pelo pensamento humano. Ter 130 anos e aparência e vigor de 25 é totalmente possível.

Kelder conta que conheceu um coronal de reserva do exército britânico chamado (nome fictício) Bradford. Era um homem velho, de aparência curvada e cabelos grisalhos que rapidamente se tornou seu amigo. Conto-lhe que servira em missões em diversos lugares da Ásia, aprendendo a se comunicar com seus habitantes, e tinha ouvido falar a respeito da existência da fonte de juventude. Até que ele resolveu sair em busca de tal fonte.

Uns 2 anos depois, um homem aparentando 40 anos bateu na porta de sua casa. Para seu espanto, era o coronel. Disse que havia encontrado a tal Fonte, que consistia numa sequencia de 5 ritos praticados em algum lugar no Tibete. Os lamas praticavam aqueles ritos há anos, e todos eles tinham aparência muito jovem. Tanto que quando o coronel achou o lugar, era conhecido como “o antigo” – apelido que caiu em desuso quando recuperou a forma jovem. E muitos desses monges passavam longe dos 100 anos.

O envelhecimento ocorreria por causa dos chacras. A anatomia oculta do homem diz que temos 7 centros de energia ou chakras principais ( fala-se em centenas de chakras, na verdade, sendo apenas 7 os principais) que, devido ao tempo, deixam de girar efetivamente, causando desiquilíbrio energético e, portanto, envelhecimento. O segredo da juventude perene é manter os chakras girando adequadamente, impedindo que surja o desequilíbrio energético que leverá ao envelhecimento. E o segredo para isso é praticar os 5 ritos.

Os ritos devem ser praticados todos os dias, podendo-se saltar, no máximo, um dia por semana. Começamos fazendo cada exercício 3 vezes,  aumentando duas por semana, até chegar a 21. Pode-se fazer de manhã ou de tarde. Deve-se também cuidar a alimentação: diminuir ao máximo a quantidade ingerida e a variedade de comida na mesma refeição (nao comer proteínas – carnes- junto com amido, pois esses alimentos têm propriedades opostas e acabam entrando em conflito no estômago) e mastigar o máximo possível para facilitar a digestão.

Outra coisa essencial , segundo o livro, é a castidade. A energia sexual deve ser transmutada. Sintindo vontade de quebrar a castidade, há o rito 6, que serve para transmutar a energia sexual. Só assim podemos, de fato, convertermo-nos em super-homens ou super-mulheres.

Vamos aos ritos: (essa parte eu peguei da internet)

 

Rito 1: Fique em pé, com os braços na horizontal, e gire, num círculo completo, todo o corpo no sentido horário [sentido dos ponteiros de um relógio que estivesse nos seus pés]. Para diminuir a tontura, procure fixar o olhar em um ponto fixo, o máximo que puder, durante o giro. Diminuir a velocidade de giro do corpo também ajuda a diminuir a tontura. Descançe até sumir a tontura, antes de ir para o Rito 2.

Rito 2: Deite de costas no chão, estenda os braços ao longo do corpo e vire as palmas das mãos para baixo, mantendo os dedos fechados. Então, erga a cabeça do chão, encostando o queixo no peito. Ao mesmo tempo, vá levantando as pernas, com os joelhos retos, até ficarem na vertical. Se possível, deixe as pernas descerem um pouco para trás, ficando sobre a cabeça, mas não dobre os joelhos. Depois, vagarosamente, abaixe a cabeça e as pernas, mantendo os joelhos firmes e retos, até voltar à posição inicial. Deixe os músculos relaxarem um pouco e depois repita o rito. Ao repeti-lo, vá estabelecendo um ritmo mais lento para sua respiração. Inspire profundamente quando estiver levantando as pernas e a cabeça, e exale ao descê-las. Inspire e exale sempre pelo nariz. Entre as repetições, no relaxamento, continue respirando no mesmo ritmo. Quanto mais profundas as respirações, melhor.

Rito 3: Ajoelhe-se no chão com o corpo ereto e os braços estendidos paralelamente ao corpo. As palmas das mãos devem ficar encostadas na lateral das coxas. Incline a cabeça para a frente, até o queixo tocar o peito. Depois, atire a cabeça para trás, o máximo possível e, ao mesmo tempo, incline-se para trás, arqueando o corpo. Nesse movimento você se escorará nas mãos que se apóiam nas coxas. Feito isso, volte à posição original e comece de novo o rito. Como no Rito 2, você deve estabelecer uma respiração ritmada. Inspire profundamente quando arquear a espinha para trás e exale ao voltar à posição ereta. A respiração profunda é extremamente benéfica, porisso encha os pulmões o máximo que conseguir.

Rito 4: Primeiro, sente-se no chão com as pernas estendidas para a frente, deixando uma distância de uns quarenta centímetros entre os pés. Mantendo o corpo ereto, coloque as palmas das mãos no chão, voltadas para frente, ao lado das nádegas. Depois, incline a cabeça, fazendo o queixo tocar o peito. Em seguida, incline a cabeça para trás o máximo possível. Ao mesmo tempo, erga o corpo de modo que os joelhos dobrem enquanto os braços permanecem retos. O tronco e as coxas deverão ficar retos e alinhados horizontalmente em relação ao chão; os braços e as canelas estarão em posição perpendicular ao chão. Então, tensione todos os músculos do corpo que puder. Por fim, relaxe ao voltar à posição inicial e descanse antes de repetir este rito. Uma vez mais, a respiração é importante. Inspire profundamente ao elevar o corpo, segure a respiração durante o tensionamento dos músculos e exale completamente enquanto volta à posição inicial. Continue respirando no mesmo ritmo no intervalo entre as repetições.

Rito 5: Deite-se de bruços no chão. Em seguida, erga o corpo, apoiando-se nas palmas das mãos e dedos dos pés, que deverão ficar flexionados. Durante todo o rito, mantenha uma distância de cerca de 40 centímetros entre os pés e entre as mãos. Mantendo pernas e braços retos, arqueie a espinha e leve a cabeça para trás o máximo possível. Depois, dobrando-se nos quadris, erga o corpo até ele ficar como um ‘V’ invertido. Ao mesmo tempo, encoste o queixo no peito. Volte à posiçao inicial e repita o rito. Tensione os músculos por um instante, tanto no ponto mais alto como no mais baixo. Siga o mesmo padrão de respirações profundas e lentas que usou nos outros ritos. Inspire ao erguer o corpo, em V, e exale quando o abaixar. Lembre-se de que você só volta à posição inicial – deitado de bruços no chão – quando tiver completado todo o ciclo de repetições.

Terminada a exposição, vamos à minha opinião pessoal:

Não há provas que a história do coronel Bradford seja de fato real. Onde estará tal coronel? Suas narrativas também me parecem um tanto fantasiosas.  Agora, os ritos funcionam e isso é fato. Há, no livro, relatos de várias pessoas que os praticaram – eu, inclusivo, pratico há algum tempo e sinto vários resultados. Agora, não se conhece nenhum caso de pessoa com 130 anos e aparência de 25 -mas ausência de evidência não é evidência da ausência, e não podemos assegurar que tais pessoas de fato inexistam.

Aprendi a duvidar de tudo o que julgamos ser verdadeiro, até das verdades mais óbvias. A realidade física desta cadeira que você sentado é tido por praticamente a totalidade das pessoas como uma realidade objetiva e independente do observador. Mas sabemos que tal realidade é subjetiva, pois apenas reflete a percepção de cada indivíduo – e o fato de eu você vermos a mesma cadeira apenas prova que eu e você somos tão parecidos a ponto de vermos a mesma coisa, e não que haja uma cadeira real, independente da nossa psique. Se podemos questionar tais coisas, tidas como certas, porque também não podemos questionar isso de que todos nós envelheceremos e morremos?

De fato não há evidência de que os ritos tenham ESSE efeito. O que há são inúmeros relatos de pessoas que estao se sentindo melhor, sem dor, cansaço, etc. Quem quiser acreditar nos ritos, deve entao tentar descobrir isso por si mesmo ( no que tange a mim, vou levar umas boas décadas ainda para confirmar ou desconfirmar esse resultado 🙂 ).

Quanto ao sexo, discordo do autor, porque o que ele aparentemente defende no livro é uma abstinência  com o rito de transmutacao,  o vajori mudra.  Isso, ao meu ver, é mais adequado para solteiros. Mas nada impede que casados possam e devem praticar o sahajma maithuna, que não é citado no livro, mas também é uma forma de transmutação.

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Equanimidade

Posted by Kingmob em janeiro 10, 2009

Tudo é um, e todas as coisas são prática, e tudo é uma coisa só. Ao escrever neste momento com presença e sinceridade a prática é tão importante e válida como se eu estivesse meditando, rezando ou fazendo algum ritual. Abraçar uma pessoa e andar de ônibus, de carro, também são atos de prática. Nada é irrelevante no mundo do Nirvana, no mundo de Deus. Tudo é pratica. Se eu me sinto bem na igreja ou no zendo, e se aquilo parece ter mais sentido e me aproximar mais de mim mesmo e do sagrado isto é bom, sem dúvida, mas meramente acidental. Tudo é prática, não há diferenciação.

pedras-zen1No Templo em que medito colocamos, certa vez, uma pedra no local onde havia uma imagem do buda. “Secularismo” Zen. Nada é sagrado ou tudo é sagrado, o que dá no mesmo.

Só que tendo a compartimentalizar minha vida em regiões estanques, incomunicáveis e tornar uma coisa mais sagrada do que a outra. Fazer supermercado é profano, rezar é sagrado. Mas na verdade a totalidade abarca toda a minha realidade e muito mais do que minha realidade, então é lógico e sensato que eu dê um igual e elevado valor à todas as minha atividades. Talvez por isso se diga que o Zen seja “comer quando se tiver fome, e dormir quando se tiver sono”.

A lucidez a meu ver é a principal vantagem da ausência de uma teologia e de uma imagem de Deus, ou de qualquer outro ser divino/iluminado. Na medida em que há um modelo, uma forma ideal/platônica, eu vou sempre querer mais ou menos assemelhar-me a eles, fazendo surgir assim um desvão entre mim e o modelo, entre o sagrado e o profano, e em última análise entre mim e a realidade. Ter um modelo é ter a lucidez comprometida. Idealizar uma pessoa por exemplo, de certa forma é perder o chão, e consequentemente ter o relacionamento com ela prejudicado, porque este passa a ser o relacionamento com um idéia própria e não com o outro. E ninguém gosta de ser preterido por uma idéia. Segundo os grandes sábios e santos nem mesmo Deus.

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