Anoitan

“Se sempre há um amanhã, sempre há um anoitã.”

Archive for fevereiro \26\UTC 2010

Rios de Vida – Meridianos e Ch’i

Posted by adi em fevereiro 26, 2010

Os chineses ensinam que o Ch’i se transporta pelo corpo através dos 12 principais canais de energia, conhecidos como meridianos.

Cada meridiano se conecta a outro por intermédio dos nossos órgãos e sistemas principais e o Ch’i flui irrigando e nutrindo órgãos e tecidos, promovendo o efetivo funcionamento do organismo. Os meridianos correspondem a uma rede complexa, altamente imbricada e cobrem todo o corpo, estabelecendo canais entre órgãos, vísceras, o interior e a superfície corporal, o Yin e o Yang.

A obstrução de um meridiano reduz a circulação do Ch’i, gerando desequilíbrio interno e doença. Por exemplo: o canal do meridiano do coração flui do coração às axilas e desce pelo braço até o dedo mínimo. Sua obstrução explica por que algumas pessoas com problemas cardíacos reclamam de um formigamento que corre do braço até os dedos da mão.

A necessidade de compreender a ação do Ch’i e de desenvolver métodos que permitam que ele flua sem obstruções, cumprindo assim sua função, geraram classificações. A ação do Ch’i na fisiologia é classificada pelos opostos complementares, energia (Yang) e matéria (Yin). O aspecto Yang (energia) recebe o próprio nome Ch’i e o aspecto Yin (matéria) recebe o nome Jing. Leia o resto deste post »

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Opinião

Posted by Sem em fevereiro 18, 2010

Ter opiniões é estar vendido a si mesmo.

Não ter opiniões é existir.

Ter todas as opiniões é ser poeta.

Bernardo Soares

Que somos nós? Navios que passam um pelo outro na noite,

Cada um a vida das linhas das vigias iluminadas

E cada um sabendo do outro só que há vida lá dentro e mais nada.

Navios que se afastam ponteados de luz na treva,

Cada um indeciso diminuindo para cada lado do negro

Tudo mais é a noite calada e o frio que sobe do mar.

Álvaro de Campos

Você sabia? O homem está em extinção. Pelo menos o homem tal como concebido por ele durante milênios de civilização construída. Está se acabando, diariamente. Começou em pequenas doses, há algumas décadas, e vem aumentando em intensidade e velocidade na medida com que ele, em outro patamar, se recria novo a cada nova tecnologia assimilada.

Não há bandidos nem mocinhos nessa história, ou melhor, há bandidos e mocinhos convivendo dentro do próprio homem recriado.

O novo homem é a vítima e o algoz, a criatura e o criador da nova história.

Está acontecendo agora, e de modo tão “natural”, que poucos são os que percebem a vertiginosidade do processo – os que se apercebem, dão por natural a vertigem na velocidade com que as transformações acontecem.

O homem que surge é virtual, dono de uma linguagem que inventa, sem cessar, e que o reinventa a cada nova atualização gerada. Propaga-se em franca relação com a tecnologia, com a Internet, isto é, em conexão a outros homens e fontes de informações, numa rede de trocas, que mais do que leva e traz, faz as informações que interessam, em estilo e moda característicos.

As fronteiras entre máquinas e homens, entre o que é concreto e o que é virtual, estão cada vez mais tênues, ou, mais promíscuas, se dissolvendo no ritmo das relações líquidas, à la Zygmunt Bauman. Virtualidade que interpenetra todas as relações e que hoje é a própria vida do homem. Desde o marcapasso até o sistema financeiro, nem um dia sequer, o homem atual prescinde das novas tecnologias.

O novo homem não é bom nem ruim, ou melhor, é bom e ruim ao mesmo tempo: para com ele, para com seus semelhantes e com tudo o que tiver conexão.

Apesar de todas as inovações, uma coisa continua igual, é o velho esquema perverso de se relacionar com a natureza: no novo homem, tanto quanto no antigo, extraem-se os recursos e modelos da natureza para com eles manter a vida sob controle. A relação do homem com a natureza continua ambivalente, em vínculos amor e ódio, em que retira dela tudo o que se precisa, desde utensílios, roupas, “armas”, para da natureza, num sentido bem amplo, se abstrair.

Todos os instrumentos que o homem criou, em alguma medida, o recriaram em outro estádio, e é a isso, tão velho quanto o mundo, que chamamos evolução. E assim o homem “evoluiu”, deixando de ser apenas um “animal” para se tornar cada vez mais “humano”.

Atualmente o homem experimenta essa recriação em estádios e patamares antes não imaginados, porque o objeto de sua invenção, hoje, não se restringe mais ao apenas utilitário ou ao designer das formas, é mais radical, e pode, de fato, o transcender: são as máquinas que “pensam”, os computadores que guardam e processam informações melhor que o próprio homem poderia guardar e processar. No novo homem há uma espécie de simbiose com as máquinas pensantes e a relação se dá num crescendo de dependências: primeiro o homem inventa a máquina, depois a máquina inventa o homem: na sequência temporal, primeiro vieram os aparelhos fixos, espécies de ilhas de conexão; depois os portáteis – ilhas de conexão que carregamos em tempo integral onde formos, mas que são ainda separados do nosso corpo, e que hoje vivenciamos o frutificar na telefonia móvel; amanhã devem vir os implantes, a tecnologia incorporada ao próprio corpo, quando a conexão será então “continente”.

Num futuro não muito remoto, não se distinguirá exatamente o que será “aparelho” do que será “corpo”. Será inclusive confuso determinar com precisão o que será biológico, artificial, cultural ou natural. Bem verdade, nunca se soube, com precisão, determinar o que é o homem, ou o que o constituí e em que proporções se realiza.

Mas, quando chegar esse dia, quando a conexão for continente, sequer se distinguirá no homem a máquina e na máquina o homem. Não se saberá onde começa a memória fornecida pelo implante “chip online” – ou qualquer outro dispositivo que exerça função idêntica – e onde começa o homem que processa as informações que recebe, sequer se saberá dizer onde se localiza o “conhecimento”.  Aliás, o que é o conhecimento? É uma das maiores questões a ser resolvida no futuro distante.

Num breve futuro, e em parte é assim desde já, não se distingue mais o animal do virtual. De fato, não existe e nem existirá essa briga do homem com as “máquinas”, que muitos preveem e que outros previram como o fim da humanidade. O futuro será apenas o fim da civilização tal como concebida até o momento presente, mas o homem não se acabará, apenas será diferente, será “máquina” e “homem” – ou qualquer nome que se lhe dê sincretizando as partes – para o bem e para o mal. A imagem é paralela ao final de outra história, de George Orwell, A Revolução dos Bichos, na cena em que o autor descreve o espanto da bicharada da granja ao olhar para dentro da casa, ao ver porcos em discussão acalorada com homens, não distinguiam mais quem era quem lá dentro…

Os vídeos a seguir não devem ser tomados como expressão da verdade, são apenas informativos, nesse sentido trazem dados interessantes para se refletir ainda mais a fundo essa questão.

Você sabia? (Did you know 4.0 legendado) 2009:

(Realizado há 4 meses, as informações parecem mais antigas. Tudo muito atual.)

Você sabia? (Did you know 2.0 legendado) 2006:

(Nem passados 4 anos, parecem relatos do século passado. Tudo muito atual.)



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Mais um pouco sobre o Tao

Posted by adi em fevereiro 17, 2010

O Taoísmo é uma filosofia que trata da essência e natureza da condição humana. O Tao pode ser descrito como o princípio de não-ser, que dá origem a todas as coisas. É o vazio — presente em tudo que é. Difícil de entender? Pois é, não é fácil mesmo. Mas hoje esse conceito abstrato já pode ser cientificamente comprovado.

Nossas células são compostas por milhões e milhões de átomos e, segundo a física quântica, mais de 99,9% deles são formados por espaços vazios. Isto é, nosso corpo físico tem uma imensa porcentagem de vazio. É um monte de nada. O vazio cria a energia, a matéria e o corpo físico que percebemos por intermédio de nossos órgãos sensoriais. Esse corpo físico é repleto de partículas subatômicas e estas só podem ser entendidas por meio de suas interconexões, das relações e dos movimentos que estabelecem entre si. Para a física quântica, o universo é um processo harmonioso, unificado, um entrelaçamento dinâmico de elementos inter-relacionados — precisamente o pensamento fundamental da filosofia taoísta e também da budista.

E, se para o taoísmo a origem de tudo é o vazio, o não-ser, esse é também o estado ao qual retorna tudo o que é. Pois aquilo que existe, morre. Do vazio surge a forma e da forma, o vazio. Esta milenar observação chinesa é análoga à teoria da relatividade da física moderna que criou dois conceitos opostos: de matéria e energia, uma transformando-se incessantemente na outra.

Esse fenômeno de transformação não implica em julgamento de valor — nem a forma é boa, nem o vazio ruim, ou vice-versa. O que se revela é uma relação de harmonia e equilíbrio entre todas as coisas.

Isso é a natureza: equilíbrio harmonioso. E nós somos parte dela. O que ocorre no meio ambiente pode ocorrer com o ser humano. Conhecendo a natureza, você aprende a conviver em equilíbrio consigo mesmoo e com o meio. Equilíbrio significa vida e morte, fraqueza e força, saúde e doença, pois o Tao é responsável por todos os lados desse balanço. Leia o resto deste post »

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STAND BY ME

Posted by adi em fevereiro 13, 2010

Eu recebi isso de uma grande amiga, que recebeu de uma grande amiga… e trouxe aqui para meus amigos também.

Vamos mudar o mundo também?  Pelo abraço, pelo sorriso, por usar o sapato do outro, pelo respeito, por olhar para dentro e encontrar a paz que queremos ver REFLETIDA no mundão aí fora, por levar essa paz ao seu ambiente no olhar, pelo amor a si mesmo e a inclusão do outro – qualquer outro sem restrições…

A pior sensação do mundo é ser discriminado – porque somos negros, porque somos brancos, porque somos das colonias, porque somos mestiços, porque somos pobres, porque somos ricos, porque somos classe média, porque não falamos mais do que uma língua, porque falamos mais do que uma língua, porque temos criatividade, porque não temos qualquer tipo de capacidade criativa, porque somos hiperativos, porque estamos num tempo de preguiça, porque somos acelerados, porque somos lerdos, porque somos jovens, porque não somos mais tão jovens, porque somos cristãos, porque somos muçulmanos, porque temos alguma fé, porque não temos fé alguma…

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O ego segundo o budismo Tibetano

Posted by adi em fevereiro 9, 2010

“Uma das maneiras de olhar a natureza da existência é a partir do ponto de vista de nossa própria percepção, da maneira como experimentamos o mundo individual que cada um de nós habita. Todos os fenômenos que aparentam existir fora de nós estão também contidos dentro deste mundo, porque a nossa experiência real deles somente existe dentro de nossas mentes, intermediada pelos sentidos.

A palavra dharma tem o sentido básico de manter e apoiar. Seu uso primário é para transmitir as idéias de lei, religião e dever que preservam a sociedade humana e são preservados por ela em uma relação recíproca; em um nível pessoal, significa o papel especial na vida que cada ser vivente nasceu para realizar — a verdade interior da pessoa, a lei pela qual alguém vive. Pode também significar a natureza inerente da qualidade de qualquer coisa, a lei que determina exatamente o que cada coisa é e faz. Assim como o dharma de um rei é reinar o dharma do fogo é queimar. Nesse sentido , existem inúmeros dharmas, as leis fundamentais de tudo que existe. Entre eles, certos elementos físicos e psicológicos em particular foram identificados no budismo como estando na raiz de nossa maneira de perceber o mundo.

A ligação entre dharma e os dharmas é a própria ideia de lei interior e verdade. O dharma ensinado pelo Buda revela a verdade sobre a existência, a lei final da vida. Dharma, a verdade em si, manifesta-se espontaneamente como os muitos dharmas, as realidades fragmentadas da existência relativa, temporária. Eles tomam muitas formas, aparecem e desaparecem, ainda assim , em essência, nunca foram além da verdade. Leia o resto deste post »

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A religião verdadeira

Posted by Sem em fevereiro 2, 2010

Ao longo dos anos vamos acumulando tantos documentos no computador quanto livros pelas estantes, roupas nos armários, móveis pela casa… Mudamos de computador, mudamos de casa, mudam as estações e com elas as nossas necessidades, mas as tralhas continuam, só porque um dia ali estiveram e em algum ponto foram úteis, ali permanecem, como que em estado de inércia vegetativa existencial, ou pior, a nos prestar o desserviço de agora nos distrair das coisas hoje mais importantes…

Sendo assim, conselho de virginiana, bom é se desfazer para fazer melhor circular o Chi, não ter dó nem piedade de jogar fora o que não nos serve mais – se é que algum dia serviu, ou de passar adiante se por ventura tiver alguém interessado naquela tralha. Afinal, ser tralha é só uma questão de ponto de vista… Mas claro que para separar o que [nos] presta do que não [nos] presta [mais], precisamos de um certo discernimento, ou amadurecimento, porque saber daquilo que necessitamos é, de repente, descobrir quem somos ou do momento que estamos vivendo, e essa tarefa é a mais impossível entre todas.

Mas guardar tralhas serve tão somente para nos distrair das outras coisas que realmente merecem os nossos cuidados. Faz mal ter guardado o que não nos serve mais, melhor é deletar o imprestável no oco do vazio que a tudo absorve e nunca se preenche, assim criar o espaço para que outros sentidos possam nos preencher e nos organizar numa outra dinâmica… Melhor um espaço vazio, cheio de significado, do que um espaço cheio de significados vazios…

No meio de documentos que nem sabia que tinha, alguns até sem saber o porquê os tinha guardado, encontrei essa pérola que vou guardar pelos próximos computadores que ainda tiver vida afora. Não passo adiante no sentido de me desvencilhar do texto, mas de dividi-lo com quem aqui me lê para amplificar o seu sentido. Quando eu comecei a ler – A religião verdadeira – só para saber do que se tratava, pensei que tinha sido eu que o tinha escrito há algum tempo – me pareceu familiar, mas é assim mesmo quando nos identificamos com um texto, ele primeiro nos lê, antes que nós o possamos ler… No entanto logo no segundo parágrafo percebi que não tinha sido eu a autora, é que eu sei que não sou um monge budista, sequer sou budista, só a minha alma é que segue insistindo em ser…

Falar em uma religião verdadeira talvez possa ser interpretado da seguinte forma: se há uma verdadeira outras são falsas. Claro, sempre a minha em relação às outras. Neste caso, existe um centro irradiador de verdade em detrimento às zonas periféricas. Pode ser que a maior fraqueza das tradições monoteístas seja justamente neste ponto. Existe uma verdade. Esta verdade é única. Portanto, desconsidero todas as demais como falsas. Assim forma-se uma dialética negativa como maneira de afirmar o meu ponto de vista. Também existe nesta situação um recorte dual: o meu e o do outro. Inclusive, estendemos a dualidade no campo da relação com o sagrado: eu e a verdade.

Certa vez, acompanhando o então Superior Miyoshi à Paraíba, a fim de participar de um encontro multireligioso um estudante fez a seguinte pergunta: “Qual é a religião verdadeira?”. Sem muito pensar, a resposta foi enfática: “Aquela que promova o bem estar para a maioria”. Entendi esta colocação de uma maneira mais prática frente às adversidades. De que uma religião deveria atender as necessidades humanas em primeiro lugar e depois às querelas metafísicas dos dogmas. E neste mundo há idéias demais e pouca ação. Aliás, existe também uma espécie curiosa de “budistas” que se dizem como tais navegando nas ondas da internet e discutindo idéias apenas. Encontrei certa vez um amigo, que treinara zazen mas depois se afastou mas continua “praticando” ao ler os textos budistas. Muito estranho isso. Me parece aquele “entendido” na culinária mundial apenas lendo os livros de receita. Sem provar da comida, nada pode-se falar a respeito dela.

Então estudante de História, em algum momento do curso veio como rajada aquele refrão provocatico: “a religião é ópio do povo”. Pensei naquele momento que realmente a religião fosse isso. Não mudei de opinião. O que mudou foi a amplitude da minha reflexão a respeito desta colocação. Há muitas religiões que oferecem ópio, não porque elas assim querem. Existem pessoas que precisam de ópio para continuar vivendo. Quer dizer, o mundo é cruel: os homens são maus, o capitalismo é injusto, a política é corrupta, a justiça é falha, a educação é insuficiente. E ao apegar-se à ideologia salvítica dos profetas milagreiros, como ópio, uma multidão de necessitados fazem fila.

E o budismo também é ópio? Pode-se tornar caso houver praticantes que necessitem desta droga. Se a prática budista consistir na idolatria, sejam das imagens, da alegoria, das cantorias, ou de seu líder. Este é o ópio. Assim, o budismo pode ser tudo aquilo que o praticante desejar que ele seja. Pode-se acreditar no poder de Buda e de seus avatares. E no poder dos mestres? Penso que o pior ópio budista seja quando o mestre se torna idolatrado. Caso isto ocorrer, na minha singela opinião, ele deve ser destruído. Todas as imagens de adoração devem ser destruídas. Quando a destruição se estender a todo ópio budista, então encerra-se o período da ilusão.

Inversamente ao ópio da religião, o budismo se presta a ser a libertação. Por isso, fazer zazen não se ganha nada. Faço tanto reverência a Buda quanto para o mendigo que mora nas ruas. Na verdade, aquele mendigo também é um Buda. Faço zazen nas salas do templo, quanto nas favelas, prostíbulos e prisões. Me parece que os que fazem zazen apenas em lugares tranqüilos como as montanhas são egoístas. Este zazen exclusivista, protótipo da pequena burguesia, é também ópio. Tudo aquilo que estimula a ilusão é ópio. É ópio também os que lêem as frases de efeito do budismo “auto-ajuda” e não fazem nada para transformar o mundo. É cínico praticar o budismo e continuar na inércia do “faço de conta que não vejo nada”. Lembrando do exemplo de Sidhartha, o Caminho requer renúncia. Renúncia inclusive da ópio das religiões.

O entendimento do Dharma é como estar navegando num único barco em que todos os outros também se abrigam. Lá se abrigam os cristãos e muçulmanos, judeus e palestinos, sábios e alienados, homens e homossexuais, cachorros e gatos. Caso o barco sofrer uma avaria, todos morrem. Há a necessidade de todos colaborarem para o bem de todos, assim, quem sabe, o barco não afunda. Pensar que apenas os gatos e os homossexuais vão afundar é uma grande ignorância.

Entendo o budismo como uma religião da libertação, que ao invés de ópio, deve lidar com a iluminação. Ajudar a todos, sem discriminação é um ato de iluminação.

http://sanghamargha.blogspot.com/2006/11/religio-verdadeira.html

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