Anoitan

“Se sempre há um amanhã, sempre há um anoitã.”

Archive for the ‘Uncategorized’ Category

A vida continua bela

Posted by adi em janeiro 16, 2013

Enfim o ano de 2013 chegou e apesar da previsão apocalíptica que circulou pelo mundo afora, o mundo não acabou. Então feliz 2013 pra todos, eu sei que bem atrasada, mas como ainda é começo de ano, está valendo :).

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E lembrar que anos atrás as mensagens canalizadas dos ditos mestres ascensos eram puro terrorismo apocalíptico, é até engraçado notar como as mensagens mudaram de discurso diante de uma previsão furada – ahh, agora se trata de mudança consciencial…  Assim de um dia para o outro, sem trabalho interno completo, todo mundo (mas só os escolhidos) foi renovado e ascensionado em 21/12/2012. É que há também outro nome para essa rapidez de mudança de consciência: energia espiritual “quântica”. Que presentão do Papai Noel ou seria Papai do Céu!! também quero, rs.

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Descoberto papiro que sugere casamento de Jesus

Posted by adi em setembro 18, 2012

E o assunto retorna como uma batata quentíssima nas mãos da ICAR.

“Documento escrito em língua copta reabre discussão sobre união com Maria Madalena e deverá gerar debate polêmico na Igreja Católica Romana

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/ciencia/descoberto-papiro-que-sugere-casamento-de-jesus-6127965#ixzz26rc0H4Xs
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A Necessidade de Se Mudar a Forma de Pensar

Posted by Filipe Wels em setembro 17, 2012

Anteriormente, escrevi sobre os memes e o inconsciente- sobre como nosso insconsciente serve de receptáculo para a transmissão de padrões cognitivos que filtram nossa percepção da realidade, determinando nossa conduta e reduzindo em muito o poder de escolha. Hoje quero falar novamente sobre o mesmo assunto, mas com outro enfoque.

Sabemos que formamos nossas crenças a partir de padrões de pensamento que são transmitidos por gerações (de maneira vertical- a criança é condicionada a ter a religião, a posição política e o time de futebol dos pais) ou de forma horizontal ( cópia de hábitos, valores e ideologias que estão com maior aceitação no momento) que condicionam nosso poder de escolha. Damos por certas muitas coisas que não são verdeiras- porque uma sociedade nos treinou, nos condicionou a aceitá-las como tal. Uma quantidade imensa do que damos como verdadeiro – e é compartilhado pela extrema maioria de pessoas- cai como um castelo de cartas quando lhes colocamos uma interrogação, um porquê. Muito do que julgamos como ponto pacifíco há anos e sequer ponderamos a respeito se revela uma bobagem sem tamanho quando agimos como advogado de acusação contra isso.

Nossas crenças e opiniões determinam as nossas escolhas, que se cristalizam em nossos hábitos. Por exemplo, você é condicionado a crer que determinada pessoa é superior ou inferior a você seja pelo gênero, idade, cor da pele ou condição econômica. Esse condicionamento fará com que você forme um juízo de valor sobre tal pessoa mesmo sem saber absolutamente nada sobre ela, influindo na forma com que a trata. Uma crença determinou sua atitude – e a atitude repetida forma o hábito. Somar o conjunto de crenças que nos influencia nos leva a perceber o quanto elas determinam o que comemos, como que vestimos, em quem votamos, como nos relacionamentos com os demais e com nós mesmos em praticamente tudo- e portanto, determinarão nosso futuro. Refletem-se em tudo, até em nosso modo de andar. Se você ocupa pouco espaço quando caminha, andando com os pés muito próximos um do outro, isso significa “não notem que eu existo, quero ocupar o mínimo espaço possível pra não incomodar ninguém “, revelando uma crença- inconsciente- de que é inferior aos demais. É possível dizer se determinada pessoa é introvertida pela forma como cruza os braços.

Daí a importância de ter um forte exame crítico com seus próprios hábitos – e não apenas as crenças em si, como disse antes- pois eles nos revelam nossas crenças, muitas das quais são inconscientes. Aquilo que acreditamos conscientemente também deve ser alvo de forte questionamento – principalmente quanto maior o grau de certeza que mantemos. Qual é a atitude comum que alguém tem quando uma idéia à qual está apegado recebe uma crítica externa? Ao invés de procurarmos analisar o argumento de quem a critica para ver se há algum grau de verdade, dizer ” inicialmente eu discordo completamente do que você diz, mas esponha sua opinião e os motivos que o levaram a chegar a tal conclusão que vou ponderar a respeito – e talvez você tenha uma certa razão, que possa me levar a mudar de idéia” imediatamente procuramos rebater o argumento contrário. Qualquer ataque contra nossas queridas idéias é , em vez de ser analisado e compreendido, rebatido de maneira automática, mecânica. Nos apegamos a elas por um motivo muito simples- como determinam nossas hábitos, aceitar que estamos equivocados nos leva a pensar que estamos vivendo de forma equivocada, o que é dolorido. Aceitar que estamos errados em algo que sustentamos há 1 ou 2 anos é simples. Quando são 15, 20 anos é muito mais difícil. Elas se cristalizam, e se não temos a postura que defendo como essencial- utilizar qualquer crítica ou acontecimento externo para questionar a visão que temos da realidade, procurar ler o que fala contra o que defendemos e não o contrário (é comum a leitura de artigos ou livros que compartilham e reforçam o nosso ponto de vista, quando o ideal é o contrário) à medida em que o tempo passa, nossa mentalidade passa a ser cada vez mais dogmatica, reativa e menos aberta à novas idéias . Convencer a um senhor de idade que determina certeza absoluta a qual se apega com tanto carinho desde a adolescência é completamente absurda é muito mais difícil do que com um jovem. Por isso a necessidade desse auto-exame contínuo.

Os amantes das certezas absolutas agem dessa forma porque tais conviccções dão um chão seguro para pisar. É a busca por ter as idéias ordenadas intelectualmente de maneira que diminua os riscos e cria uma situação confortável, o que é profundamente limitante. É o mesmo motivo pelo qual jovens de 25 anos ainda moram com os pais, ou que deixamos de ir conhecer uma pessoa interessante que vemos num shopping ou no ônibus – quando faze-lo poderia levar uma nova amizade ou quem sabe até a um casamento. Exposição, ousadia e não ter medo de assumir riscos são fatores fundamentais tanto em nossa relações profissionais e pessoais quanto no que se trata de alterar sua visão de mundo. A prisão em zonas de conforto torna o homem estático, e acaba se confortando com a hipótese esdruxúla de que com a idade vem a sabedoria ( que é o mesmo que acreditar que basta frequentar uma academia e ficar parado numa cadeira vendo os outros se exercitarem que seus músculos se desenvolverão) que , quando na verdade o que vem é uma mente decrépita ao menos que você não tenha medo de ser o maior inimigo de sua forma de pensar.

Resumindo o que foi dito até aqui: nós consumimos sem saber um conjunto de crenças que determina nossa maneira de agir, o que se cristaliza em nossos hábitos que é o que determirá o nosso destino – se há algum destino traçado nas estrelas que pode ser previsto por um mapa astral, não sei, mas há um destino que é determinado por nossos crenças, sendo a maioria delas inconsciente. Por isso é necessário um comportamento crítico com a sua forma de pensar ( ao invés de sair em sua defesa sempre, que é a atitude mais comum ) e usar as adversidades do cotidiano para usar as emoções que elas nos provocam para fazer um exame instrospectivo e constante de si, já que as emoções são portas de entrada para o inconsciente ( daí a importância de descobrir a si mesmo através da auto-crítica). Claro que isso leva a desconforto e insegurança, mas o desenvolvimento do homem so é possível quando se aprende a viver perigosamente, saindo da zona de conforto , ousadando e não temendo situações de risco. Falta ainda falar sobre como isso altera às pessoas em volta.

É comum pensar que eu posso fazer o que bem entender da minha vida- se cumprir as leis e não fizer mal a ninguém, posso fazer o que quiser de mim que não farei mal a ninguém porque atitudes de nossa vida privada não afetam a outrem. E isso é um erro. Tudo o que você faz afeta aos demais de alguma maneira.
Crenças criam atitudes. Atitudes criam hábitos. Um conjunto de hábitos em comum de várias pessoas em determinado espaço social criam uma cultura. Uma cultura se irradia por si mesma, ela tem o poder de se multiplicar pelos motivos que já foram abordados aqui. Portanto, se você tem um comportamento destrutivo para você mesmo -falta de cuidado com a saúde, ganância,preguiça,entre tantos outros- que aparentemente “não fazem mal a ninguém” , você está imeditamente contribuindo para a formação de uma cultura. Não faltam exemplos de que não existem escolhas puramente individuais.

Uma das consequencias de praticar o que escrevi aqui é conhecer a si mesmo- e consequentemente dos demais, porque quem conhece sua psique também conhece a dos outros. Isso leva a mudança radical em hábitos, que são substituídos por outros melhores e mais saudáveis, o que influencia de forma positiva aos demais. Por isso é tão importante mudar sua forma de pensar. Quer queira ou não, você sempre está contribuindo para mudar o mundo, para pior ou para melhorar. O desenvolvimento de cada um é determinamente no desenvolvimento do meio em que vivemos – e por isso a crença de que revoluções armadas ou mesmo que as pessoas “aprendam a votar” vao transformar nossa sociedade são ingênuas . Nossa responsabilidade com nós mesmos anda de mãos dadas com nossa responsabilidade com os demais.

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O que justificaria tamanha resistência do Inter ao fechamento do Beira-Rio?

Posted by Filipe Wels em junho 27, 2012

Sabemos que o Palmeiras joga na Arena Barueri pelas reformas no Parque Antártica, assim como os times de Belo Horizonte e do Rio de Janeiro estão jogando em outros estádios, com o Mineirão e o Maracanã fechados para reformas.

Só o Beira-Rio insiste em não fechar, oferecendo à sua torcida riscos. Seria isso resultado de um problema da mesma mentalidade manequeísta que atribuiu a decisão judicial a clubismo?

Se o Inter fosse jogar no Olímpico, fazendo com que os dois times dividissem esse estádio no último ano de duas história, teríamos um dos mais belos capítulos da rivalidade gre-nal. E talvez fosse um símbolo de tempos mais civilizados, quando as torcidas confundem uma rivalidade que deveria ficar dentro das 4 linhas com inimizade- ou até ódio.

Se as diretorias dos dois clubes não buscam uma solução mais madura para esse problema- com a Inter batendo o pé em continuar jogando no Beira-Rio a despeito de fato de que todos os outros estádios em reforma para a Copa terem sido intertidados – e a Grêmio não oferecendo seu estádio- como podem exigir comportamos mais civilizados das próprias torcidas?

 

 

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Contato

Posted by adi em dezembro 6, 2011

Aqui está!! Agora o Anoitan tem um e-mail de contato para aqueles que desejarem enviar textos e artigos para serem postados no blog.  Textos e artigos com assuntos dentro das categorias  já existentes aqui, serão bem vindos.

O link com o endereço de e-mail está ali no cantinho esquerdo, logo abaixo do nome do blog e logo acima das categorias, :).

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James Hillman (12-04-1926 – 27-10-2011)

Posted by Sem em outubro 29, 2011

 

 

Esta é uma nota de falecimento e pequena homenagem a um dos maiores expoentes da Psicologia Analítica e divulgadores das ideias de Carl Gustav Jung das, pelo menos, últimas 5 décadas. Morreu no último dia 27 James Hillman. Muito se poderia falar da figura inteligente e ética de James Hillman no cenário da psicologia contemporânea, como o pai da psicologia imaginal, como o mentor de um movimento arquetipalista entre junguianos, como grande protagonista do movimento pós-junguiano e que revitalizou a teoria analítica e o modo de entendermos alma, análise e individuação hoje. Falaria ainda do analista com alma de poeta, que admirava os românticos e que citava frequentemente Keats. Mas nossa alma, órfã de Hillman, está hoje comprimida e distante dos mistérios, assim, nos valemos das palavras dele próprio, ditas no final do seu livro Suicídio e Alma, ao referir-se aos mistérios da análise e do compromisso ético do analista com a vida de seus pacientes, que reflito agora não são tão distantes e nem muito diferentes dos mistérios da morte.

 

A palavra mistério vem do grego myein, que é usada tanto para o fechar das pétalas de  uma flor quanto o cerrar da pálpebras. É um movimento natural de encobrimento, mostrando o respeito do pudor face ao mistério da vida, metade da qual ocorre no escuro.

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Sonhos – a voz e imagem do inconsciente

Posted by adi em outubro 4, 2011

Todas as noites quando dormimos nós temos acesso direto ao inconsciente, mas raramente damos a devida atenção ao que ele nos fala.

Muitas culturas antigas já sabiam disso, por isso nas tribos indíginas quando alguém tinha um sonho significativo devia contar pra toda a tribo.

A importância dos sonhos como elo de ligação entre o sagrado e a realidade sempre foi retratado em muitas culturas antigas. Nas narrativas bíblicas são descritos os sonhos do patriarca Jacó, e de José seu filho, bem como dos vários profetas indo até José pai de Jesus, como sendo mensagens do próprio deus. Nas culturas xamânicas da sibéria, Tibet, Mongólia e mesmo entre os índios americanos, o processo iniciático do xamã se dá através dos sonhos, das doenças e dos êxtases. A Epopéia de Gilgamesh, antigo poema épico da Mesopotâmia, que descreve a jornada do rei em busca da imortalidade, começa depois de um sonho do rei.

Mesmo entre cientistas muitas questões foram resolvidas através de sonhos. Foi um sonho que ajudou o químico alemão Kekule elaborar sua teoria sobre a estrutura física do benzeno. Outro caso de sonho, foi do químico russo Dimitri Mendeleiev, pai da tabela periódica dos elementos químicos: “Vi num sonho uma tabela em que todos os elementos se encaixavam como requerido. Ao despertar, escrevi-a imediatamente numa folha de papel.”

Para Jung, eventos interiores como visões e sonhos eram a “realidade”, tão real quanto aquela que denominamos realidade exterior.

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Erro de Português

Posted by adi em julho 20, 2011

Antes de mais nada, esse texto não é meu, é da Sem, na verdade um “comentário” muito bom e muito bem escrito sobre um tema controverso que ultimamente vem sendo muito discutido, inclusive entre os internautas.

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Sobre esse assunto, “erro de português”, assunto em pauta e recentemente discutido na mídia, e por gregos e troianos Internet afora, quando daquela polêmica do livro didático para a alfabetização de adultos, que continha “erros de português”…
Mas o que é o certo e o que é o errado na língua? E qual a relação disso com a pauta aqui discutida? Dói ler um erro – ah, dói!, mas, onde mesmo é que o erro dói? Em nossa falta por “não cumprir um dever”, como o Fernando Pessoa admitiu transgredir em seu poema “Liberdade”? E se eu errei, errei com quem? Se o erro faz parte da vida, de onde vem mesmo essa intolerância para com o erro? Da minha VONTADE de acertar ou do DEVER de acertar que nos foi embutido? Embutido, inculcado, “Inception”? Por “quem”? No xadrez existe um aforismo que diz “ganha quem erra menos”. Isso é muito verdadeiro, tanto no xadrez quanto na vida, mas, apenas, considerando-se os (bons) aspectos competitivos existentes entre as coisas… Então, escrever (ou falar, ouvir, pensar) é uma competição? Vence quem tecla com menos erros de digitação? Ou aquele que acentua as palavras mais corretamente, ou emprega os verbos no tempo e pessoa corretos, acerta na concordância, varia aos vocábulos? Escrever é, afinal, a “Arte da Guerra”, da Gramática ou da Comunicação? Escrever é uma arte, um dom ou exercício?
É tudo isso e mais um pouco ainda: escrever é uma ponte na qual me lanço para o encontro com o outro…

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Ritual do Pilar do Meio

Posted by adi em junho 16, 2011

Pra quem já vem praticando ou já praticou o RMP, e  já tem certa familiaridade com o sistema da Árvore da Vida Cabalística e com o objetivo dos rituais que visa sempre o equilíbrio do ser através da “visualização e do uso da vontade”, fica bem mais simples praticar o Ritual do Pilar do Meio.  Esse equilíbrio é a busca do alinhamento com o “real ser” (Self) dentro de cada indivíduo.

Além de se relacionar com a Árvore da Vida, é um trabalho de alinhamento dos chacras localizados ao longo da coluna vertebral, permitindo assim a circulação das energias emanadas de Kether  em nosso ser.

Ritual do Pilar do Meio

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Uma justificativa

Posted by adi em setembro 30, 2010

Falar não é fácil, escrever muito menos, ao menos pra mim. Sei lá, pode ser o contrário também, admito que também expressar uma idéia verbalmente não é fácil, ao menos pra mim. A questão toda é, que desde meio de Setembro fiz um esboço de um post sobre “Magia Sexual”, mas não necessariamente da magia e do ritual em si, pois eu queria ir mais a fundo e além, pra expressar uma idéia que acredito, o de como se dá essa “união de opostos”, os motivos e porques… bem, porque é assim meu modelo mental, eu ainda preciso das coisas bem explicadinhas, convincentes, eu preciso de uma certa lógica ainda.

Já faz tempo que queria escrever sobre esse assunto, e já vinha pesquisando um pouco sobre isso, mas senti que agora seria o momento ideal de fazer uma junção dos “entendidos” pra expressar uma idéia. Semana passada estava tranquila e sobrando tempo até, e pensei que com certeza o post ficaria pronto… pelo visto me enganei redondamente. Continue lendo »

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