Anoitan

“Se sempre há um amanhã, sempre há um anoitã.”

Archive for the ‘Vídeos’ Category

As diferenças que somam…

Posted by Sem em julho 2, 2014

são de natureza diversa que aquelas que se subtraem…

 

 

Quando você pensa nas diferenças culturais, ou nas diferenças entre as pessoas, com seus diversos modos de ser e estar no mundo, ou ainda quando observa a inesgotável diversidade de seres na natureza ou mesmo dos objetos, o que lhe vem à mente primeiro? Somar ou subtrair?

 

Maravilhoso esse documentário das diferenças entre o pensamento oriental e o ocidental, que aponta para uma observação positiva – somatória – de ambas as percepções de mundo, sem julgamentos de valor e clichês desnecessários. Uma abordagem realmente tão positiva que lamentei não haver um terceiro vídeo, com a continuação da série, porque tal assunto bem que mereceria…

 

 

O Oriente e o Ocidente – Episódio 1 de 2

 

 

O Oriente e o Ocidente – Episódio 2 de 2

 

 

Retirado daqui: http://documentariosvarios.wordpress.com/

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ASMR – Autonomous Sensory Meridian Response

Posted by adi em abril 2, 2014

Vocês sabem o que é ou já ouviram falar sobre ASMR? ASMR é a sigla para Autonomous Sensory Meridian Response – que traduzido para o português, ficaria alguma coisa como Resposta Sensorial Autônoma do Meridiano.

Mas o que é afinal ASMR? ASMR é um neologismo para um fenômeno de percepção caracterizado como uma sensação distinta e agradável de arrepio ou formigamento na cabeça, couro cabeludo, coluna, pescoço, costas e outras partes do corpo, em resposta a estímulos auditivos e ou visuais.

 

asmr_logo

 

Outros termos conhecidos para descrever essa sensação são: massagem no cérebro, orgasmo cerebral, formigamento cerebral, orgasmo na cabeça, etc.

Embora o termo orgasmo cerebral seja chamativo, muitos concordam que esse termo seja inadequado e até mesmo enganoso para descrever essas sensações, pois ASMR em nada se relaciona ao orgasmo sexual.

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Mundos Internos – Mundos Externos

Posted by adi em março 24, 2014

Sabe todos esses assuntos que nós gostamos muito de ler aqui no Anoitan? Pois bem, o filme-documentário abaixo feito pelo cineasta, músico e professor de meditação Daniel Schmidt, traz uma síntese linda e maravilhosa entre ciência e espiritualidade, abordando desde assuntos como física quântica, espaço, universo holográfico e fractais; passando por assuntos como kundalini, budismo, hinduísmo, entre outros do campo filosófico e religioso, e terminando com o despertar espiritual além do pensamento.

O documentário foi dividido em quatro partes, mas trouxe aqui o documentário completo com pouco mais de duas horas. Apesar de longo, vale muito a pena assistir na íntegra, nem que seja por partes. 🙂

No site innerworldsmovie.com , encontramos mais informações sobre o documentário e sobre o autor.

 

 

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O Belo e A Consolação

Posted by Sem em outubro 23, 2013

A Política e Os Mistérios

 

Lao-tzu disse, (cap. 4):

A sabedoria nada tem a ver com governar os outros, mas é uma questão de ordenar-se a si mesmo.

 

A memória humana é algo traiçoeira, invariavelmente guardamos o que gostaríamos tivesse nos acontecido e nem sempre o necessário para nos relembrarmos o mais aproximado dos fatos… Digo isto porque estou tentando me lembrar, e sem sucesso, quem era a cientista que me marcou profundamente num certo documentário que assisti há anos no National Geographic (ou talvez tenha sido no Discovery). A cientista em questão trabalhava em um campo de pesquisa na África, observando e catalogando populações de gorilas (foi o que guardei, mas pode ser que tenham sido populações de chimpanzés). O que me interessou vivamente nesse documentário foi ela ter dito, após longa e estudiosa observação de gerações de “gorilas”, de que a felicidade de um bando dependia diretamente do temperamento do líder daquele grupo. Se o macho dominante no bando tinha um temperamento violento e era agressivo, o bando invariavelmente sentia-se sempre acuado e vivia com medo, se perverso, os jovens se comportavam de modo mais maldoso que o “normal”, e as fêmeas idem, se o líder era gentil, a benevolência era estimulada e imperava naquele grupo… Apesar de cada animal manter ainda a sua personalidade distinta, o espírito do grupo era influenciado diretamente por seu líder e se vivia, melhor e mais, ou pior e menos, em decorrência disso…

Por que estou relembrando isso agora? Sincronicidades entre o que tenho lido, vivido, assistido, participado…

 

Lao-tzu disse (cap. 159):

Há fatores constantes na arte de governar nações, mas a base está em beneficiar o povo.
Recitar os livros dos reis antigos não é tão bom quanto ouvir suas palavras, e escutar suas palavras não é tão bom quanto compreender aquilo de que eles falavam. Os que alcançam aquilo de que eles falavam descobrem que as palavras não podem expressá-lo. Por isso o Tao de que se pode falar não é o Tao eterno, e um termo que pode ser designado não é um nome permanente.

 

Não. Não quero sustentar aqui a tese de que a felicidade humana dependa exclusivamente de nossos líderes… E em parte não é assim para nós humanos porque sustentamos sociedades mais complexas que nossos parentes primatas mais próximos, além do que nós individualmente comportamos transcendências, porém, na parte que tange à nossa biologia, e na qual nunca deixaremos de ser os animais que somos, é uma questão a ser sempre reflexionada…

 

Lao-tzu disse (cap. 160):

Como é que o mundo poderia ter leis fixas e permanentes? Enfrente os tempos adequadamente, descubra padrões humanitários razoáveis, entre em sintonia com o céu e a terra, e compreenda os fantasmas e espíritos; assim será possível governar corretamente.

 

E a nossa sociedade, humana e global, está vivendo num momento bastante delicado e perigoso, entre o flutuar da nossa sensação de insegurança e infelicidade, em que estamos muito mal servidos de lideranças mundiais…

No Brasil estamos vivendo numa crise de representação, literalmente, numa crise de re-pre-sen-ta-ção. Nossos governantes têm se comportado de modo ainda mais truculento e indiferente com o povo do que o usual, isto é, eles nem se esforçam mais por disfarçar a tão boa (ou má) aclamada fama do brasileiro em ser cordial…

Nossos governantes têm confundindo o exercício crítico da cidadania com desordem social. E o grosso da grande mídia concessionada comprou essa ideia e tem seguido a essas “lideranças”, ou, não sei bem quem segue a quem, já que neste aspecto muitos dos “concessionados” são políticos, com interesses na política, direta e/ou indiretamente…

Para a intranquilidade do povo brasileiro, o que grassa em nosso meio político é a corrupção, a mentira deslavada, a intriga e o costumeiro jogo sujo da busca do poder pelo poder… Portanto, seguindo o estudo antropológico com primatas, é “natural” que muitos brasileiros achem normal, mas sem admiti-lo publicamente, seguir o exemplo desses líderes: roubar para ter o que se quer; mentir para permanecer impune; comportar-se de modo truculento para intimidar e constranger seus adversários; se necessário prender, se possível torturar, até matar se for o caso (como na UPP da Rocinha, em pleno Rio de 2013, no emblemático caso do ajudante de pedreiro Amarildo)…

 

Lao-tzu disse (cap. 168):

O Tao das nações é que os governantes não devem dar ordens cruéis, os funcionários não devem criar trâmites burocráticos complicados, as pessoas cultas não devem comportar-se desonestamente, os artesãos não devem fazer trabalhos decadentes, as funções devem ser delegadas sem agitação, os instrumentos devem ser completos mas não embelezados.
As sociedades caóticas são diferentes. Os que se preocupam com a política pequena elevam-se uns aos outros a posições altas, e os que se preocupam com a etiqueta homenageiam-se uns aos outros com artificialidades. Os veículos são extremamente decorados, os instrumentos são extravagantemente embelezados. Os materialistas lutam pelo que é difícil de obter, considerando que isso é precioso. Os escritores buscam a complexidade e são prolixos, considerando que isso é importante. Por causa da sofisticação, as questões são longamente analisadas sem que se tome qualquer decisão, o que é inútil para a produção da ordem e, ao contrário, gera mais confusão. Os artesãos produzem curiosidades, gastando anos para completar objetos que nem sequer são úteis.

 

Estou lendo Wen-tzu – A Compreensão dos Mistérios, todas as citações em destaque deste texto vêm deste livro. São ensinamentos de Lao-tzu (ou Lao Tsé, o fundador mítico do taoísmo e o atribuído autor do Tao-te King).

O momento histórico em que este livro foi escrito (século 8 a.C., aproximadamente) descreve um momento com perturbadoras semelhanças e paralelos ao nosso, em que uma sociedade decadente entra em crise e vive momentos de incertezas, em que os governantes perderam suas raízes de contato com o Tao.

 

Lao-tzu disse (cap. 156):

Em matéria de aprendizado, se você puder compreender a divisão entre o celestial e o humano, penetrar as raízes da ordem e do caos, manter essa consciência através da clarificação da mente e da purificação da atenção, ver o final e o começo e retornar para a não-coisificação aberta, isso pode ser chamado de vitória.

 

Já o mistério da identidade da cientista, lá no começo em que citei-a, abordando o documentário de minha memória falha, é na verdade uma questão muito simples, se o objeto de estudo da cientista foram os gorilas, o documentário foi a respeito da zoóloga americana Dian Fossey, se chimpanzés, foi com a etóloga inglesa Jane Goodall.

Embora ambas sejam mulheres incríveis, cada uma a seu modo, temperamento e circunstância – e elas guardam mesmo muitas semelhanças ideológicas entre si, a americana teve um desfecho trágico nas montanhas de Ruanda, o lugar em que por 20 anos viveu e trabalhou. Dian Fossey foi assassinada em 1985, após denunciar a caça ilegal de gorilas naquela região. Poucos anos após a sua morte foi feito um filme, um tanto hollywoodiano, contando a sua trajetória de vida, chamado Nas Montanhas dos Gorilas, tendo a atriz Sigourney Weaver representando o seu papel. Embora não seja um mau filme, penso que é o caso em que a vida superou – em muito, em beleza e verdade – a ficção…

 

Lao-tzu disse (cap. 11):

Quando o céu alcança suas alturas e a terra alcança suas profundezas, quando o sol e a lua brilham, quando as estrelas piscam e o yin e o yang se harmonizam, não há nenhum artifício em nada disso. Percorra o caminho correto e as coisas serão espontaneamente naturais.

 

Quanto a Jane Goodall, após assistir ao vídeo que posto a seguir, que vim a descobrir recentemente e no qual ela é entrevistada pelo jornalista holandês Wim Kayzer, para um programa da televisão holandesa de 2001, descobri que é uma das mulheres mais maravilhosas e sábias de que tenho notícia, no verdadeiro sentido taoísta de sabedoria… Perto dela me sinto pequena e com muito a aprender para me tornar num ser humano melhor, porém, estranhamente feliz… Para mim a sua descrição de vida é a verdadeira prática da espiritualidade humana mais elevada que consigo conceber…

Assista a entrevista e tire suas próprias conclusões…
Eu por mim concluo redondo retornando ao começo:

 

A sabedoria nada tem a ver com governar os outros, mas é uma questão de ordenar-se a si mesmo. (Lao-tzu)

 

 

E Viva o Anarquismo!

Liberdade aos presos políticos!

 

 

JANE GOODALL – O BELO E A CONSOLAÇÃO:

 

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Magia = Cosmos = Política

Posted by Sem em julho 19, 2013

Uma interpretação dos movimentos sociais ocorridos no Brasil através da astrologia

 

 

Convocação a Saturno

aquarius

Era de Aquário 

quando o Samsara é o Nirvana

e não o contrário

 

 
Em astrologia, se diz, há duas espécies de trânsito: os de curta e os de longa duração.

Os primeiros não se estendem por mais do que algumas horas ou alguns poucos dias e, consequentemente, têm curta ou relativa influência em nossas vidas. Alguns são mesmo tão ligeiros que podem até passar despercebidos. Mas, vamos lembrar, basta um momento – feliz ou infeliz – para mudar tudo na vida de uma pessoa.

 

A vida acontece num momento

 

Já os trânsitos de longa duração, são de outra natureza – não menos trágica – e não se consegue ignorá-los, precisam, de um ou de outro modo, ser enfrentados. Envolvem em geral planetas mais demorados, e alguns podem custar anos a passar.

Ligeiros ou demorados, o tempo todo em nossas vidas nós passamos por trânsitos, e a interpretação deles caracteriza a própria arte da astrologia. Alguns são mais fáceis de encarar do que outros, dependendo, não apenas da natureza deles, mas de nós em relação ao assunto transmitido. Nós, e a história da vida em nosso planeta, passamos por trânsitos, e é natural, já que a vida é dinâmica.

Quero chamar a atenção nesse momento para os dois tipos de trânsito, que estão ocorrendo em simultâneo agora, entre vários planetas transpessoais – assim chamados em astrologia os gigantes gasosos e para além deles (a partir de Júpiter), cuja influência em nossas vidas se dá mais pelo modo indireto como agem, através de mudanças que provocam em nosso meio social e ambiental, mudanças às quais temos que necessariamente nos adaptar.

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Domenico De Masi

Posted by Sem em fevereiro 8, 2013

Um intelectual para não ser subestimado…

Domenico De Masi, sociólogo italiano, pensador revolucionário, professor e autor de diversos livros relacionados ao tema trabalho & sociedade, como o conhecido O Ócio Criativo, esteve no Brasil no final do ano passado e gravou uma entrevista (abaixo o link) para o programa Roda Viva da TV Cultura.

Domenico De Masi fala de maneira tão cara ao meu entendimento de sociedade global em crise, ao momento histórico raro que vivemos, tanto grave quanto oportuno, por oferecer alternativas viáveis e otimistas ao modelo de sociedade predadora, fala de maneira tão clara, que mesmo sem entender italiano, nem precisei de legendas para assistir aos vídeos…

Uma das singularidades do De Masi é se referir a algum ponto de vista partilhado para nele introduzir algum elemento novo, um elemento criativo, como ele próprio costuma se referir. E a respeito do Brasil, disse o De Masi – o que todos já sabemos, de que durante séculos o Brasil exportou matéria prima e de que assim foi explorado, para não dizer espoliado, de seus recursos naturais, mas, em troca, o Brasil também explorou – para não dizer que copiou – o modelo de valores do europeu, o modelo econômico do americano, o estilo da literatura francesa, da filosofia alemã, etc., etc. E o que diz o De Masi que devemos fazer? Oras, pagar o que devemos! De que temos quase essa obrigação moral para com o mundo em crise, de construir o nosso próprio modelo de sociedade e oferecê-lo ao mundo, constituir os nossos próprios modelos de convivência, de fazer arte, literatura, etc…

É claro que foi uma provocação… Mas também uma prévia ao seu futuro livro, quando ele retornar ao Brasil, em março, para um encontro com intelectuais em Paraty, a ser confirmado, deverá explorar esse tema: “um novo modelo de vida, um modelo brasileiro para o mundo”.

E nós, que fomos invocados, o que temos a dizer sobre isso?

Para assistir durante o Carnaval…

http://tvcultura.cmais.com.br/rodaviva/domenico-de-masi

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Liberte-se

Posted by Sem em maio 16, 2012

Passo, curta premiado do ilustrador brasileiro Alê Abreu, que estreou em 2007 no Festival de Cinema de Gramado e após percorreu vários outros festivais internacionais de cinema.

Veja.

Ouça.

Pense.

Ouse.

 

Passo

 

Se quiser assistir em mais alta definição, clique aqui.

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As Faces do Budismo no Ocidente

Posted by Sem em abril 11, 2012

Dois dos maiores mestres budistas que temos no Brasil encontraram-se recentemente em São Paulo para discutir a quantas anda o budismo no mundo e perspectivas  do budismo para o nosso país. Vindos de duas escolas distintas – do budismo tibetano, que tem o Dalai Lama como mentor espiritual, o Lama Padma Samten; e do Zen japonês, a Monja Coen – foi com muita serenidade e discernimento que abordaram questões difíceis, como a tradição religiosa e as mudanças no mundo contemporâneo.

Achei o diálogo tão proveitoso, realizado em meio a tanta amorosidade, num ambiente de respeito construído pelos monges, que pensei em divulgá-lo aqui, a quem tem interesse nessas questões, que extrapolam em verdade o âmbito religioso e dizem respeito a nós todos que vivemos no mundo e com ele nos ocupamos e preocupamos, religiosos ou não, budistas ou não.

 

 

As Faces do Budismo no Ocidente – Parte 1/3 – a fala do Lama Samten

 

 

As Faces do Budismo no Ocidente – Parte 2/3 – a fala de Monja Coen

 

 

As Faces do Budismo no Ocidente – Parte 3/3 – perguntas e respostas

 

 

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Everything is a Remix Parte 4

Posted by Sem em março 21, 2012

Quentinho como pão, acabou de sair o 4º e último vídeo – com legendas – da série organizada por Kirby Ferguson, que questiona a originalidade na criação artística e propõe um novo modo de pensar direitos autorais…

 

Everything is a Remix Parte 4 [legendado]

 

 

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Pirataria

Posted by Sem em fevereiro 1, 2012

 

Pirataria?

Roubo

Direito autoral

Mas quem é dono do mar?

Roubo ou partilha

Direito?

Do cidadão

Do autor

Da criação

E a natureza?

Direitos violados?

Direitos humanos?

Crise?

A natureza sendo violada

Domínio

Poder

Lei do mais forte?

Quem com quem

Ou contra?

Quem e o que determina

Domínio público

Particular

Fronteiriço

Propriedade privada?

Propriedade intelectual?

Consenso?

Copyright?

Creative Commons?

O que é violação do direito

Quem é responsável?

Quem é responsabilizado?

Quem está em dívida

Quem escraviza

Quem é escravo?

Até onde vai o direito

O meu

O teu

Qual a fronteira

Do nosso

E do abuso?

 

Esse é um debate em aberto e longe de qualquer conclusão, aceso ainda mais na última semana, com a discussão e retirada no congresso americano dos projetos de lei, SOPA e PIPA, que pretendiam regulamentar a questão dos direitos autorais na Internet daquele país – mas que afetaria a Internet de modo global.

Apesar da retirada da pauta de votação pelos próprios autores congressistas, frente aos protestos massivos que sofreram, o que aparentou ser uma vitória da liberdade de expressão na rede foi apenas um recuo estratégico dos lobistas da indústria de cinema de Hollywood e afins. A verdade é que nenhum lado realmente ganhou nada ainda e a questão segue em aberto, polêmica e polarizada, por enquanto…

E é algo que nos afeta, dê-nos ou não conta. Essa é uma discussão sem fronteiras, porque coloca em xeque em qual mundo desejamos viver e projetar para as próximas gerações.

Por isso devemos tomar, senão um partido, pelo menos uma posição.

Eu partilho da opinião dos autores dos vídeos a seguir, que recomendo:

 

Everything is a Remix Part 1 [legendado]

 

Everything is a Remix Part 2 [legendado]

 

Everything is a Remix 3 [legendado]

 

E aguardando a continuação…

 

 

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