Anoitan

“Se sempre há um amanhã, sempre há um anoitã.”

Posts Tagged ‘alquimia’

Amor e sua relação com o caminho espiritual

Posted by adi em março 12, 2014

Esse post, que é a continuação do anterior, tem pouco mais de um ano que eu havia começado a escrevê-lo, estava com um monte de ideias, inspiração e entusiasmo, mas não cheguei a conclui-lo e tudo passou, estava faltando algum tempero, talvez uma liga, na verdade o amor, o qual pra minha surpresa se revelou por agora, e então tudo fez muito mais sentido.

Para falar de amor no caminho espiritual, não vai ter outro jeito a não ser começar do começo. 🙂

Lembrando que, há três fases, graus, ou etapas principais no caminho espiritual, tanto em Alquimia, como no Budismo, na Cabala, ou em Thelema. É importante levar isto em conta, porque é aqui nestes três estágios que acontecem de fato as grandes transformações ou as grandes mudanças de consciência.

Na cabala, podemos verificar no esquema da Árvore da Vida como segue abaixo, o seguinte:

Paths-and-Grades

Olhando para o gráfico da Árvore da Vida, nós verificamos a tríade das sephiroth yesodh, hod e netzach, essa primeira tríade corresponde a nossa personalidade. A segunda tríade referente à tiphereth, geburah e chesed corresponde ao homem desenvolvido, ou ao homem individualizado, é onde se dá o nascimento do filho, e a terceira tríade de Binah, Chokhmah e Kether corresponde à centelha espiritual. Entre a primeira tríade e a segunda, há o que se chama de véu de paroketh, é uma espécie de travessia do abismo em menor escala, e entre a segunda tríade e a terceira está o véu do abismo ou a sephirah oculta Daath. Tiphereth equivale ao centro mediador entre o espiritual (sephiroth superiores) e a personalidade (sephiroth inferiores).

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Alquimia Esotérica Chinesa

Posted by adi em outubro 17, 2012

É uma raridade encontrar textos sobre alquimia chinesa na internet, raridade maior ainda é encontrar bons textos como esse aqui de uns dos maiores mitólogos, historiadores e filósofos das religiões, Mircea Elíade. Apesar de textos sobre alquimia usarem de uma linguagem simbólica e de difícil compreensão, o texto em questão é como uma pérola trazendo muita clareza sobre o trabalho interno de desenvolvimento espiritual, simplesmente imperdível a leitura.

” Até estes últimos anos, os cientistas europeus consideravam a “alquimia externa” ou iatroquímica (wai-tan) como sendo “exotérica”, e a “alquimia interna” ou da ioga (nei-tan) como “esotérica”. Se essa dicotomia é verdadeira na opinião de certos autores tardios (cf. p. 94), na origem o wai-tan “era tão esotérico quanto a sua réplica ioga” (Sivin, p. 15, nota 18). Efetivamente, como acabamos de ver, Sun Ssu-mo, ilustre representante da “alquimia externa”, situa-se por inteiro na tradição esotérica taoísta.

O alquimista transforma em coisa sua a homologação tradicional entre o microcosmo e o macrocosmo, tão familiar ao pensamento chinês. O quinteto universal, wu-hsing (água, fogo, madeira, ouro, terra) é assimilado aos órgãos do corpo humano: o coração à essência do fogo, o fígado à essência da madeira, os pulmões à essência do metal, os rins à essência da água, o estômago à essência da terra (textos em Johnson, p. 102). O microcosmo que é o corpo humano acha-se por sua vez interpretado em termos alquímicos. “O fogo do coração é vermelho como o cinábrio e a água dos rins é negra como o chumbo”, escreve um biógrafo do famoso alquimista Lii Teu (século VIII A.D.).[11] Homologado ao macrocosmo, o homem possui, no seu próprio corpo, todos os elementos que constituem o Cosmo e todas as forças vitais que asseguram a sua renovação periódica. Trata-se apenas de reforçar certas essências. Daí a importância do cinábrio, que se deve menos à sua cor vermelha (cor do sangue, princípio vital) do que ao fato de que, exposto ao fogo, produz o mercúrio. Ele encerra, portanto, o mistério da regeneração pela morte (pois a combustão simboliza a morte). Disso resulta que ele pode assegurar a regeneração perpétua do corpo humano, e, conseqüentemente, a imortalidade.

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Entre esferas a caminho do Portal

Posted by adi em fevereiro 16, 2012

Para quem tem acompanhado os textos do Anoitan, esse post aqui é como uma sequência do post sobre A união com o anjo em Tiphareth. Sendo também um assunto muito rico e pra não ficar muito extenso, achei melhor dividir em duas partes ou mais, já que serão assuntos relacionados entre si.

Recapitulando: até Tiphareth, o sujeito lidava com aspectos do seu próprio inconsciente pessoal, que na verdade se trata de aspectos que um dia já foram conscientes, mas que rejeitados e não aceitos pelo eu consciente foram relegados ao inconsciente novamente. Se faz necessário antes do conhecimento e conversação com o SAGA (Anjo Guardião) a aceitação desses aspectos do inconsciente pessoal.

Depois da visão e conversação do Anjo, começa uma nova empreitada na psiquê do indivíduo: ele vai lidar com aspectos do inconsciente coletivo (não confundir com consciente coletivo) – Jung denomina como contato com o animus-anima, porque é este o arquétipo que simboliza aspectos do inconsciente coletivo. Começa a desenvolver e a emergir do inconsciente o aspecto dos opostos, das polaridades, mas primeiro como sendo o aspecto sombrio do inconsciente coletivo em contra posição a luz de Tiphareth, primeiro como sendo o aspecto escuro e maléfico da anima-animus. Antes da anima-animus se tornar o amante, mesmo como psicopompo e guia, ele lhe guiará a conhecer os aspectos sombrios da psiquê objetiva.

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A iniciação e a impermanência de todas as coisas

Posted by adi em agosto 19, 2011

Ultimamente anda difícil dizer alguma novidade sobre espiritualidade, há tantas coisas boas e bem escritas pela internet, além de que, praticamente tudo já foi dito pelos grandes mestres do passado. Apesar disso, entendo que a verdade é única, o que muda é a maneira de contarmos essa mesma verdade, e o que importa é que a verdade tem que se fazer em nós mesmos, tem que se tornar real e viva dentro de nossos corações, e isso pra mim é renovação.

O  budismo sempre deu muita ênfase sobre a impermanência de todas as coisas. Para o budismo a natureza essencial da própria existência é mudança, pois tudo está em movimento e em constante fluxo, nada é permanente. Queremos que nossas sensações boas e de felicidade sejam duradouras, então nos apegamos às coisas, pessoas e acontecimentos que nos dão a sensação de prazer. Mas o apego leva ao sofrimento, por isso impermanência e sofrimento são inseparáveis, porque impermanência resulta em mudança, decadência e perda.

Nós vemos essas mudanças nos ciclos da natureza e de renovação da vida, ou seja, nas estações do ano e nos ciclos da colheita, em toda parte é possível ver que existe essa concepção de final e de começo de um novo período ou fase, assim como a morte e nascimento, tudo nasce, tem seu apogeu, entra em decadência e morre, nesse sentido, verificamos que a vida se renova continuamente.

Em nossa experiência da vida há continuamente essas pequenas mudanças e transformações, mesmo que muitas vezes não a aceitemos e por isso sofremos, o que da mesma forma não impede que as coisas aconteçam como tem que ser.

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STALKER

Posted by adi em agosto 13, 2010

Eu assisti o filme “Stalker” que o nosso amigo Timóteo Pinto indicou, já faz algum tempo aliás, e por isso já não me lembrava exatamente de todos os detalhes. Mas esse filme não me saía da cabeça, por isso achei melhor escrever um post sobre ele, então assisti novamente, e de fato não me lembrava como é muito bonito, sensível, místico, triste também… o tipo de filme que quanto mais se assiste mais se revela, e mais agrada.

Pra quem gosta desse tipo de filme que tem uma mistura poética visual, é bastante interessante, e recomendo. Bom, este post não é bem uma resenha, mas um pequeno estudo de sua simbologia, contém muitos “SPOILERS”, então quem gosta do fator surpresa, melhor assistir o filme primeiro antes da leitura. Dá pra baixar o filme na net.

Tomei a liberdade de copiar este pequeno trecho do wikipedia, como segue:  ” Stalker (em russo: Сталкер) é um filme de 1979 do cineasta russo Andrei Tarkovsky, vencedor do prémio especial do Júri do Festival de cinema de Cannes de 1980. Foi filmado, em sua maior parte, na Estônia, então integrante da União Soviética. Stalker é um termo inglês que significa, em tradução livre, “o espreitador”, “aquele que se esgueira”. Tarkovsky, os três atores principais, além de outras pessoas que se envolveram na produção, morreram poucos anos depois, em razão de tumores presumivelmente originados da exposição às instalações industriais (radiotivas) da Estônia, onde várias cenas do filme foram gravadas. É uma adaptação muito livre da novela de ficção científica Roadside Picnic, dos irmãos Strugatsky. Numa entrevista, Tarkovsky chegou a declarar que as semelhanças do filme com esta novela restringiam-se ao uso das palavras “zona” e “stalker” apenas.”

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As três provas de Ofélia

Posted by adi em março 9, 2010

Seguindo a boa dica da Luiza sobre o filme “O Labirinto do Fauno”,  me interessou ler novamente o post do Saindo da Matrix e os comentários, todos  bons por sinal, onde praticamente todos os aspectos interessantes e simbólicos do filme foram discutidos, com exceção das três provas de Ofélia, que foram citadas mas não muito aprofundadas, por isso trouxe aqui pra gente “esmiuçar” um pouco mais.

Acho que já assisti ao filme mais de 3 vezes, há algum tempo atrás e já não me lembrava mais de todos os detalhes. Como sou curiosa, lá fui eu pesquisar no Youtube cenas do filme, particularmente com relação a essas etapas, e o filme ainda continua mexendo comigo, não sei se a música ajuda no clima, mas é inevitável  não se emocionar, principalmente nas cenas finais…  ainda acho um filme muito triste…

Além dos elementos arquetípicos do feminino, da Grande Mãe, do aspecto negativo masculino que se apresenta no personagem do capitão, e do conflito interior de Ofélia na passagem do infantil para a puberdade; Ofélia como que necessitava se refugiar  num outro mundo,  num mundo mágico e perfeito.  Nada mais natural em meio a guerra civil, onde se vê tanta violência e crueldade tão próximos e reais para ela.

No início do filme, ouvimos a narração do conto da Princesa que foge do reino subterrâneo  para o mundo dos humanos, porque sonhava com o céu azul e com o brilho do sol, e que diante  da luz se esqueceu de seu passado, de sua origem. Esse conto nos lembra muito a jornada de nossa alma, o mito da queda de Sophia, a diferenciação do espaço/tempo, do inconsciente/consciente, e esse é o destino de Ofélia, o retorno ao reino e ser uma princesa novamente.

Dentro do carro, a caminho do encontro com o Capitão, Ofélia está entretida com um livro de contos de fadas, de princesa, de um reino encantado, então ali naquele bosque e novo lugar tem início seu destino, voltada interiormente, num mundo imaginativo e mágico, esse mundo de sonho começa a tomar forma.

Dentro do labirinto, todo em espiral, há como uma fonte em seu centro, lá Ofélia  encontra e conhece  o Fauno, que lhe conta sua verdadeira origem, ela é uma princesa, filha do Rei do mundo subterrâneo e filha da lua, e que ali naquela fonte há um portal para o reino, mas pra retornar precisa passar por três tarefas para provar que sua alma não está corrompida, que sua essência está intacta e que é imortal.

Três é um número sagrado que costuma estar simbolizando o princípio divino. Epiral é um símbolo feminino, de fecundidade, que evoca o caráter cíclico de evolução, qual seja, a viagem da alma depois da morte.

Fonte simboliza o acesso ao inconsciente que pode ser simbolizado através da imagem do mundo subterrâneo, cujo portal de entrada é a fonte, um símbolo materno. Existe ainda uma conexão entre a fonte, a juventude e a imortalidade sendo que  sua água é equiparada ao elixir da vida dos alquimistas. A fonte é um símbolo feminino, materno, de origem da vida. É uma imagem da alma, da gnose, do centro, da individuação. Percebemos aqui que é o próprio inconsciente, a própria alma de Ofélia quem a está conduzindo através da “imaginação”. Continue lendo »

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Rios de Vida – Meridianos e Ch’i

Posted by adi em fevereiro 26, 2010

Os chineses ensinam que o Ch’i se transporta pelo corpo através dos 12 principais canais de energia, conhecidos como meridianos.

Cada meridiano se conecta a outro por intermédio dos nossos órgãos e sistemas principais e o Ch’i flui irrigando e nutrindo órgãos e tecidos, promovendo o efetivo funcionamento do organismo. Os meridianos correspondem a uma rede complexa, altamente imbricada e cobrem todo o corpo, estabelecendo canais entre órgãos, vísceras, o interior e a superfície corporal, o Yin e o Yang.

A obstrução de um meridiano reduz a circulação do Ch’i, gerando desequilíbrio interno e doença. Por exemplo: o canal do meridiano do coração flui do coração às axilas e desce pelo braço até o dedo mínimo. Sua obstrução explica por que algumas pessoas com problemas cardíacos reclamam de um formigamento que corre do braço até os dedos da mão.

A necessidade de compreender a ação do Ch’i e de desenvolver métodos que permitam que ele flua sem obstruções, cumprindo assim sua função, geraram classificações. A ação do Ch’i na fisiologia é classificada pelos opostos complementares, energia (Yang) e matéria (Yin). O aspecto Yang (energia) recebe o próprio nome Ch’i e o aspecto Yin (matéria) recebe o nome Jing. Continue lendo »

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O fazedor de chuva taoísta

Posted by Kingmob em abril 23, 2009

Este conto que transcrevo abaixo resolve para mim na prática todas as questões relativas a livre-arbítrio e destino. Quando fui procurar no Google observei que há este conto no Franco-Atirador. Mas essa aqui é uma versão diferente.

A grande oposição entre filosofia ocidental e prática espiritual oriental parece ser que esta última tem seus pilares nas diversas práticas meditativas e corporais que dão acesso direto a estados de consciência diferenciados dos usuais ( sono, sonho e vigília). Estados nos quais, segundo os grandes professores espirituais,  as maiores questões da filosofia ocidental clássica (tais como livre-arbítrio e destino, dualidade e unidade entre sujeito e objeto, etc) caem por terra.  Não que a razão filosófica perca totalmente seu sentido de ser – mas ela por si só é incapaz de superar as próprias questões que coloca.

Segue o conto do “fazedor” de chuva:

Esta história foi muitas vezes contada, mas Jung, que portanto nos dava

poucos conselhos diretos, disse-me um dia: «Nunca faças seminários (nem

conferências) sem contar às pessoas esta história».

Num dos seus últimos Natais, pouco tempo antes da sua morte, quando nós

assistíamos ao Jantar do Clube , ele contou-a para nós de novo.

Não havia certamente ninguém na sala que não conhecesse já a história e

portanto, depois que ele a contou, toda atmosfera mudou. Eu fiz, como tinha

feito antes, porque ele me tinha dado instruções para a repetir assim tantas

vezes.

Houve uma terrível seca, na parte da China, onde vivia Richard Wilhelm

de Jung e tradutor do I Ching. Depois das pessoas ter tentado em vão os meios

conhecidos para obter a chuva, decidiram mandar buscar um fazedor de chuva.

Isto interessou muito a Wilhelm que se preparou para estar lá quando o fazedor

de chuva chegasse. O homem veio numa carroça coberta, um pequeno velho ressequido,

que fungava com uma repugnância evidente quando saiu da carroça e que pediu que

o deixassem sozinho numa pequena cabana em frente da aldeia; mesmo as suas

refeições deviam ser deixadas no exterior diante da porta.

Não se ouviu falar mais dele durante três dias, pois, não somente choveu,

mas houve uma grande caída de neve, o que nunca se tinha visto nesta época do ano.

Muito impressionado,Wilhelm procurou o fazedor

de chuva na cabana e perguntou-lhe como podia ter feito chuva e mesmo neve. O

fazedor respondeu: “Eu não fiz a neve; não sou responsável por isso”. Wilhelm

insistiu: havia uma terrível seca até à sua vinda e depois, passados três dias,

houve grande quantidade de neve. O fazedor de chuva respondeu: “Oh! Isso eu

posso explicar. Veja, eu venho dum lugar onde as pessoas estão em ordem; estão

em Tao; então o tempo também está em ordem. Mas chegando aqui, vi que as

pessoas não estavam em ordem e também me contaminaram. Por esse motivo fiquei

sozinho até estar de novo em Tao, e

então, naturalmente, nevou». (Hannah, 1981: pp 21)

(…) «Os alquimistas procuravam sem cessar unir os opostos, pois não é

senão quando estão unidos que se pode encontrar a verdadeira paz. Quando se

examina o estado do mundo, apercebemo-nos que por todo o lado, um dos opostos

tenta sobrepor-se ao outro. Colectivamente nada podemos fazer; Jung repetia-o

constantemente: a única forma que temos de fazer alguma coisa, é no indivíduo,

é em nós mesmos. É o princípio do fazedor de chuva: quando o indivíduo está em

Tao – local onde os opostos estão unidos – há uma influência inexplicável sobre

o ambiente (…) Há em nós um lugar onde os opostos estão unidos e nós devemos

aprender a ir visitá-lo, permitindo assim à luz voar pelo mundo. Se houvesse

gente em número suficiente que compreendesse a importância de ir até este lugar

interior, seriam capazes de suportar a tensão dos opostos no exterior. Jung

dizia que era essencial para evitar uma guerra atómica. (Hannah, 1981

pp.82 – 83)

In: Hannah, Barbara (1981): «Rencontres avec l’Âme – L’imagination

active selon C.G.Jung»; Psychologie, Collection la Fontaine de Pierre.

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Newton e Hermetismo

Posted by luramos em fevereiro 25, 2009

Para distrair e aprender, jah que estou pessoalmente numa grande transicao e num vazio criativo de dar doh. Em ingles, porque em portugues nao acho nada interessante. Quem achar por favor me mostre. Continuo pedindo pra quem souber como faz para traduzir videos do youtube,  por favor me ensine. Se algum dos fieis leitores, ou mesmo entre os infieis, quiser escrever um post, manda pra mim, que eu publico, anonimo ou com seus nomes. Voces tem uma preciosidade que pode ser compartilhada que se chama conhecimento. Obrigada a quem deseja, e de fato, compartilha.

http://en.wikipedia.org/wiki/Isaac_Newton%27s_occult_studies

Isso aqui tambem achei muuito legal, no meio de tanto exagero que tenho lido  em materia de misticismo.

picture-12

http://www.youtube.com/watch?v=RJ8TNCYtTV4 -primeira parte de oito, em ingles, soh para jah dispersar quem nao estiver afim de maiores esforcos.

Quando terminar minha mudanca, volto com a corda toda.

Assim seja, assim serah!

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