Anoitan

“Se sempre há um amanhã, sempre há um anoitã.”

Parabéns Anoitan

Posted by adi em outubro 9, 2012

Pouca gente sabe, mas neste mês de outubro o Anoitan completa 4 anos de existência, pra ser mais precisa, dia 09 de outubro de 2008 foi postado o primeiro post pelo Andrei Puntel, e esta data não poderia passar em branco.

Nem preciso lembrar, mas lembrando assim mesmo, que o blog nasceu da caixola do Lúcio Manfredi (Franco Atirador), portanto, podemos considerá-lo como sendo o pai da criança, mas que também teve a assistência de mais 9 colaboradores neste parto.

Ultimamente, quem vê o blog do lado de fora, com poucas atualizações e poucos comentários, nem imagina o que acontece por trás dos bastidores. Só que as aparências enganam, e por trás das cortinas as estatísticas revelam que o Anoitan continua firme e se mantém estável e saudável em número de acessos, mesmo que este ano as atualizações dos posts foram bem menores que no ano passado, estatisticamente em comparação com o ano de 2011 ele se mostra acima da média em visitações, indicando que o blog cresceu e que continua interessante.

É também um dos motivos de alegria o fato de que há uma quantidade razoável de blogs parceiros que tem o link do Anoitan em sua primeira página, além de que há vários posts do Anoitan circulando pela web. Não bastasse isso, tem ainda outra novidade, desde fevereiro de 2012 o WordPress vem contabilizando nas estatísticas do blog os acessos por país, e olha só o resultado abaixo, o Anoitan é brasileiro mas sem fronteiras, um cidadão do mundo, rs.

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October 9, 2012, 6:29 am

Top Views by Country for tudo days ending 2012-10-09 (Summarized)

  • 7 Days |
  • 30 Days |
  • Quarter |
  • Since fevereiro 25, 2012
Country Views
Brazil FlagBrazil 30.296
Portugal FlagPortugal 2.553
United States FlagUnited States 356
Mexico FlagMexico 149
Angola FlagAngola 141
Spain FlagSpain 126
Russian Federation FlagRussian Federation 103
Italy FlagItaly 76
Chile FlagChile 63
Argentina FlagArgentina 62
France FlagFrance 59
Japan FlagJapan 55
Canada FlagCanada 50
Mozambique FlagMozambique 45
Colombia FlagColombia 45
Germany FlagGermany 40
Philippines FlagPhilippines 40
Austria FlagAustria 39
United Kingdom FlagUnited Kingdom 36
Switzerland FlagSwitzerland 31
Netherlands FlagNetherlands 23
Indonesia FlagIndonesia 19
Venezuela FlagVenezuela 18
Ireland FlagIreland 16
Costa Rica FlagCosta Rica 16
Belgium FlagBelgium 15
Sweden FlagSweden 15
Greece FlagGreece 14
Hungary FlagHungary 13
Poland FlagPoland 13
Czech Republic FlagCzech Republic 12
Ecuador FlagEcuador 12
Iceland FlagIceland 11
Peru FlagPeru 11
Paraguay FlagParaguay 11
Israel FlagIsrael 10
Panama FlagPanama 10
Cape Verde FlagCape Verde 9
Romania FlagRomania 9
Guatemala FlagGuatemala 8
Turkey FlagTurkey 7
Uruguay FlagUruguay 7
Thailand FlagThailand 7
Australia FlagAustralia 7
Norway FlagNorway 6
Korea, Republic of FlagRepublic of Korea 6
Kenya FlagKenya 6
Dominican Republic FlagDominican Republic 6
Bulgaria FlagBulgaria 6
Finland FlagFinland 6
Bolivia FlagBolivia 5
Cayman Islands FlagCayman Islands 5
Estonia FlagEstonia 4
India FlagIndia 4
El Salvador FlagEl Salvador 4
Lithuania FlagLithuania 4
Malaysia FlagMalaysia 3
Puerto Rico FlagPuerto Rico 3
Ukraine FlagUkraine 3
Pakistan FlagPakistan 3
Denmark FlagDenmark 3
Timor-Leste FlagTimor-Leste 2
Luxembourg FlagLuxembourg 2
Zimbabwe FlagZimbabwe 2
Tanzania, United Republic of FlagUnited Republic of Tanzania 2
Mongolia FlagMongolia 2
Honduras FlagHonduras 2
Belize FlagBelize 2
Singapore FlagSingapore 2
Yemen FlagYemen 2
Moldova, Republic of FlagMoldova 2
Morocco FlagMorocco 2
Bosnia and Herzegovina FlagBosnia and Herzegovina 2
Serbia FlagSerbia 2
Nigeria FlagNigeria 2
Belarus FlagBelarus 2
Bangladesh FlagBangladesh 1
Taiwan, Province of China FlagTaiwan 1
Georgia FlagGeorgia 1
Macao FlagMacao 1
Namibia FlagNamibia 1
Bahrain FlagBahrain 1
Jamaica FlagJamaica 1
Saudi Arabia FlagSaudi Arabia 1
Viet Nam FlagViet Nam 1
Afghanistan FlagAfghanistan 1
Hong Kong FlagHong Kong 1
Trinidad and Tobago FlagTrinidad and Tobago 1
Syrian Arab Republic FlagSyrian Arab Republic 1
Nicaragua FlagNicaragua 1

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Ok, vamos considerar que 50% dos acessos vindos da Rússia são meus, muito embora, sempre procuro acessar logada, vez ou outra acontece de eu somar nas estatísticas, independentemente disso, não deixa de ser uma boa surpresa, diria até motivo de satisfação pra todos nós participantes e leitores.

Talvez não seja objetivo do Anoitan ser um blog popular, mas mesmo assim, percebemos que o Anoitan criou alma e personalidade própria, e ele é assim mesmo, tem seu jeito e sua característica, sua identidade, podendo ser definido exatamente como foi descrito no blog Valem a pena:

” Uma abordagem resumida, mas cuidadosa sobre diversos temas (I Ching, Cabala, Taoísmo, Astronomia, Sufismo, etc).”

E eu concordo, o Anoitan vale a pena.

Parabéns Garotão!!

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6 Respostas to “Parabéns Anoitan”

  1. Sem said

    Adi,

    Eu que desempenhei o meu papel nesse coletivo digo também: Parabéns! E obrigada! Tenho essa dívida de reconhecimento a pagar com o Anoitan, e não sei se um dia isso será possível, mas o Anoitan, assim no impessoal mesmo, foi um lugar para mim de muita aprendizagem e, como te disse um dia, mudou a minha vida… para melhor, felizmente. :p

    Reconheço que muitas coisas aqui se tornaram mais conscientes para mim, coisas que sempre me acompanhavam, mas que viviam no limbo. Por exemplo, uma delas, e que se tornou um fato concreto e cotidiano em minha vida é a poesia. Quanto eu devo disso ao Anoitan? É difícil de mensurar. Aquela coisa das fronteiras promíscuas…E outra, eu ser assim, meio cética na vida e ter esse lado espiritual nas coisas. Na verdade, eu descobri aqui, que sou uma pessoa muito mais espiritual do que supunha e que não há razão alguma para me negar essa vivência. Aqui tb me convenci, devo exercer isso de um modo nada convencional e definitivamente não vinculado a nenhuma religião ou seita.

    Pois é…

    Eu pensei que eu nunca mais fosse publicar nada por aqui. Mas desde quando prevemos futuro e somos comandantes de nossas decisões? rsrs
    Isso só para deixar claro, acho que o meu pequeno papel aqui no Anoitan já foi… Quanto mais eu insistir em manifestar minhas opiniões por aqui, devo estar chamando ou divulgando o silêncio no blog, ocupando o espaço de alguém, nem suponho quem, mas alguém que poderá vir e ser mais útil do que eu, por conhecer melhor ou diferente essas sendas da espiritualidade aqui tratadas…

    Aqui eu me configurei bastante espaçosa mesmo, com muitas opiniões, mas isso não condiz exatamente com a minha pessoa, e, quando penso nisso, me sinto desconfortável… Não que eu me furte de ter opiniões, na verdade, eu tenho opinião para quase tudo (risos), sou uma formadora de opiniões, como professora e tal, mas não me sinto cômoda tendo esse papel aqui desempenhado e não vejo como mudar o que já está configurado… O que me envergonha um pouco é saber tão pouco justamente dos assuntos aqui mais tratados: cabala, gnosticismo… Até a astrologia e o budismo, que estudei um pouco, são mais sensibilidades que tenho do que conhecimento ou prática… Eu mesma estou me atrapalhando quando emito opiniões a respeito desses assuntos, sei que são coisas em que preciso exercer mais ao ato da escuta do que ao da fala, para descobrir como incorporar isso na minha vida como realmente gostaria… O meu único conhecimento aprofundado e que sempre me garantiu por aqui foi o da psicologia. Acho que me aconteceu exatamente isso nessa caminhada de, lá vão 4 anos… através da psicologia eu fui absorvendo aqui o restante: hermetismo, cabala, chakras, tantrismo, taoísmo…

    Então…

    Isso significa que eu não comando mais minhas publicações por aqui, só quando o espírito da Sincronicidade baixar e disser “vá lá”, daí eu venho… :p O que significa em outras palavras que estou mudando o meu status de autora para o de leitora. E se eu disser que não estou pensando no que é mais conveniente a mim, acredite – bem, talvez só um pouquinho me seja conveniente, mas acho que é melhor para o blog, para o futuro do blog, seja lá qual futuro esteja designado ao Anoitan.

    Continuamos juntas e eu espero ainda ler muito dos seus trabalhos…

    Bjão

  2. adi said

    Sem, nem sei o que dizer, fiquei muito emocionada com o seu relato, verdade… um misto de alegria e de tristeza em simultâneo, e bato o martelo no “realmente não sei o que dizer a respeito”….

    Eu sinto e tenho essa convicção que o Anoitan somos todos nós sem tirar nem por, o Anoitan pra mim continua sendo essa coletividade, como eu até escrevi no post. E sinto ele com alma e personalidade própria mesmo, um pouco da característica de cada um aqui que sempre contribuiu, e eu diria “muito” inclusivamente “você” também, que tanto tem colaborado ultimamente.

    Aqui está muito tarde, 3:40 da matina, ainda estou no fuso horário do Brasil e mesmo acordando cedo não consigo dormir no horário que devia…

    Vou terminar amanhã…

    Beijão

  3. adi said

    Eu acordei pensando: acho que não li direito o comentário da Sem, será que entendi direito mesmo? bom, e relendo novamente, fiquei meio em branco, ainda não sei ao certo o que dizer, somente que faz parte esse constante renovar, hora estamos mais ativos, hora estamos mais introspectivo e digerindo, assimilando, se abastecendo.

    Sem, é assim mesmo, não é? a gente tem que seguir o coração, e a vida é sempre um renovar.

    Não adianta a gente insistir quando dentro de nós já sentimos diferente, tem coisa que já está com o prazo de validade vencido dentro da gente e claro não podemos ir contra esse sentimento.

    Eu questiono muito o meu papel aqui, e não vou negar o quanto aprendi e ainda aprendo principalmente com essa troca nos comentários. Essa troca foi sempre para mim inspiradora e motivadora, e muitas vezes me fez sentir muito conectada a esse algo maior,

    Eu sei que o que a gente sente é de nós mesmos, mas o que está ao nosso redor também se relaciona com nosso interior, e muitos acontecimentos externos são como gatilhos, liberando conteúdos do inconsciente antes insuspeitáveis pra nossa consciência… essa magia aconteceu muito comigo participando aqui.

    “O que me envergonha um pouco é saber tão pouco justamente dos assuntos aqui mais tratados: cabala, gnosticismo… Até a astrologia e o budismo, que estudei um pouco, são mais sensibilidades que tenho do que conhecimento ou prática… Eu mesma estou me atrapalhando quando emito opiniões a respeito desses assuntos, sei que são coisas em que preciso exercer mais ao ato da escuta do que ao da fala, para descobrir como incorporar isso na minha vida como realmente gostaria”

    Sem, você não tem nada do que se envergonhar, as coisas que você escreveu aqui são lindas e de uma espiritualidade interior muito forte, independente dos termos teóricos e dos “ismos”, o mais importante na minha opinião, são exatamente essas “sensibilidades”, porque sensibilidades vem da alma da gente. O conhecimento e mesmo a prática são ferramentas pra nos auxiliar a entrar em comunhão com o sagrado, e o sagrado está em tudo, portanto, todas as coisas nos lembram o tempo todo da nossa comunhão, todos somos ferramentas e o próprio objeto de transformação, a prática está em cada gesto, em cada atitude e manifestação no mundo. E isso é uma verdade tão simples, que por isso mesmo, difícil de perceber.

    É do ser humano valorizar as grandes teorias, as praticas complicadas, e se esquece do fundamental: elas foram criadas pra facilitar essa conexão com o mundo, pra ajudar a ter a percepção de que somos essa grande teia viva que a tudo conecta, o de quebrar as tais “fronteiras promíscuas”, rs – e sendo tudo sagrado, porque é que o indivíduo teima em valorizar mais a ferramenta que a vida… e é complicado isso, quantas vezes deixei de terminar um post porque me fixei demais na ferramenta e não expressei alma, então ele definhou e está num canto esperando um sopro de vida, de alma, mas que venha de mim…

    E é isso, não é? a gente põe vida nas coisas ou elas já saem vivas através de nós? Acho que as duas coisas, elas saem vivas, mas só continuam vivas enquanto depositamos energia, enquanto damos vida, e só vive mesmo quando vem do coração, com amor. Mas quem controla o coração e o amor? parece que o máximo que podemos fazer é seguir os seus ardentes desejos…

    “Continuamos juntas e eu espero ainda ler muito dos seus trabalhos…”

    Veio um sopro de leveza; sim, com toda certeza, continuamos juntas. 🙂

    Bjão

  4. Sem said

    Oi Adi,

    Acho que no final das contas vc me entendeu perfeitamente, e a confusão do princípio, por vc sentida, está bem colocada, pelo próprio modo como escrevi, que parece carregar, sei lá, contradições internas, peso, indecisão… é que tudo o que escrevo, que contém reflexões – sendo eu uma pessoa não iluminada -, parece carregar uma certa melancolia,,, mas está tudo leve e no seu devido lugar, como a conclusão a que vc chegou… 🙂

    Difícil dizer com outras palavras, ou, como te dizer, de um modo doce e que não fira teus sentimentos, para que vc não se sinta traída nem abandonada por mim, que estou indo para outras paragens… que embora eu te admire e considere ainda muito válida essa proposta de blog coletivo, mas, que a minha participação nisso tudo já se esgotou e que deixa de fazer sentido a mim, se não vejo com que possa contribuir…

    Pensando bem, é uma contradição! Eu não te abandono nem ao blog, mas me abandono de participar dessas coisas da maneira ativa como tinha me comprometido e passo agora para a condição inversa, de ouvinte, com alguma eventual participação…

    Vc conhece aquela história de “o gato subiu no telhado…”? rs

    Bem, bem, bem…
    Coincidência ou não, estou lendo nesse momento uma antologia da obra poética de Carlos Drummond de Andrade, organizada por ele mesmo, o que lha dá um sabor interessante, especial…

    O caso é que a gente lê um poema, desses de um grande autor como o Drummond, e num momento ele pode não bater, mas, leia de novo, em outro momento de vida, e outro… em algum momento ele fará sentido… é o caso desse poema aqui, ontem eu chorei ao finalmente compreender o que o poeta quis dizer… não me interprete mal, não lágrimas de tristeza, antes de ternura pelo ser humano, a nossa miserável e sublime condição de estarmos vivos, juntos, aqui…

    ……………………………………………………………………………………………………….

    Indicações

    Talvez uma sensibilidade maior ao frio,
    desejo de voltar mais cedo para casa.
    Certa demora em abrir o pacote de livros
    esperado, que trouxe o correio.
    Indecisão: irei ao cinema ?
    Dos três empregos de tua noite escolherás: nenhum.
    Talvez certo olhar, mais sério, não ardente,
    que pousas nas coisas, e elas compreendem.

    Ou pelo menos supões que sem. São fiéis, as coisas de teu
    escritório. A canela velha. Recusas-te a trocá-la pela que
    encerra o último segredo químico, a tinta imortal.
    Certas manchas na mesa, que não sabes se o tempo
    se a madeira, se o pó trouxeram consigo.
    Bem a conheces tua mesa. Cartas, artigos, poemas
    saíram dela, de ti. Da dura substância,
    do calmo, da floresta partida elas vieram,
    as palavras que achaste e juntaste, distribuindo-as.

    A mão passa
    na aspereza. O verniz que se foi. Não a árvore
    que regressa. A estrada voltando. Minas que espreita,
    e espera, longamente espera tua volta sem som.
    A mesa se torna leve, e nela viajas
    em ares de paciência, acordo, resignação.
    Olhai a mesa que foge, não a toqueis. É a mesa volante,
    de suas gavetas saltam papéis escuros, enfim os libertados segredos
    sobre a terra metálica se espalham, se amortalham e calam-se.

    De novo aqui, miúdo território
    civil, sem sonhos. Como pressentindo
    que um dia se esvaziam os quartos, se limpam as paredes,
    e para um caminhão e descem carregadores,
    e no livro municipal se cancela um registro,
    olhas fundamente o risco de cada
    coisa, a cor
    de cada face dos objetos familiares.
    A família é pois uma arrumação de móveis, soma
    de linhas, volumes, superfícies. E são portas,
    chaves, pratos, camas, embrulhos esquecidos,
    também um corredor, e o espaço
    entre o armário e a parede
    onde se deposita certa porção de silêncio, traças e poeira
    que de longe em longe se remove… e insiste.

    Certamente faltam muitas explicações, seria difícil
    compreender, mesmo ao cabo de longo tempo, porque um gesto
    se abriu, outro se frustrou, tantos esboçados,
    como seria impossível guardar todas as vozes
    ouvidas ao almoço, ao jantar, na pausa da noite,
    um ano, depois outro, e outros e outros,
    todas as vozes ouvidas na casa durante quinze anos.
    Entretanto, devem estar em alguma parte: acumularam-se,
    embeberam degraus, invadiram canos,
    enformaram velhos papéis, perderam a força, o calor,
    existem hoje em subterrâneos, umas na memória, outras na argila do sono.

    Como saber? A princípio parece deserto,
    como se nada ficasse, e um rio corresse
    por tua casa, tudo absorvendo.
    Lençóis amarelecem, gravatas puem,
    a barba cresce, cai, os dentes caem,
    os braços caem,
    caem partículas de comida de um garfo hesitante,
    as coisas caem, caem, caem,
    e o chão está limpo, é liso.
    Pessoas deitam-se, são transportadas, desaparecem,
    e tudo é liso, salvo teu rosto
    sobre a mesa encurvado; e tudo imóvel.

    Carlos Drummond de Andrade

    ……………………………………………………………………………………………………….

    E eu destaco esse verso agora, como em outro momento poderia destacar outros:

    A mão passa
    na aspereza. O verniz [da mesa] que se foi. Não a árvore
    que regressa.

    Não é lindo?, o verso e a vida, a vida que o verso compõe… 🙂

  5. Andrei Punt el said

    Parabens por manter a idéia viva, meninas.
    Feliz baktun novo e que os insights cotinuem a fluir…

  6. adi said

    Oi Andrei,

    Muito obrigada. Feliz baktun pra você também. 🙂

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