Anoitan

“Se sempre há um amanhã, sempre há um anoitã.”

Dica de um bom filme para o fim de semana

Posted by adi em agosto 5, 2011

Sexta-feira de frio em parte do Brasil, nada melhor que assistir um bom filme com pipoca neste final de semana. Recebi esta “dica” da querida amiga Cássia, lá das “Minas”  (Gerais) como ela mesma costuma dizer. E realmente um filme muito bom, daqueles que faz a gente pensar sobre a maneira que vivemos nossa própria vida.

Abaixo vou colocar a indicação como a recebi, aviso que contém spoilers, apesar que mesmo assim, não tira a graça e encanto do filme. O filme em questão é “One Week”, com Joshua Jackson no papel principal, e creio que pode ser encontrado na maioria das locadoras.

” É um filme canadense, sem maiores pretensões, que tinha tudo para ser mais um melodrama, mas se revelou um dos melhores que assisti sobre o tema. Chama-se  “One week” e trata de um rapaz que no momento mais produtivo da vida, às vésperas de se casar e receber uma promoção no trabalho, recebe o diagnóstico de um câncer arrasador.

Compra uma moto, o que de certa forma lhe foi negado a vida inteira, e parte para uma viagem pelo País, que é lindo, por uma semana antes de enfrentar o tratamento que ele sabia não o salvaria. Tirando as músicas e paisagens lindas, ultrapassando o primeiro sentimento de egoísmo que brota na gente ao pensar na noiva e na família que ele deixa aflitos e vai, o filme que é narrado em alguns momentos em off, começa a tecer uma interessante trama sobre como a vida de cada um promove uma interferência direta na vida dos que estão em torno. E, mesmo sem saber, Ben – é o moço do filme – vai determinando o destino de todas as pessoas que cruzam o caminho dele de forma definitiva e positiva.

Ele mesmo, descobre e desata várias amarras que o negaram atos simples como cantar, escrever um romance, dormir ao ar livre, cutucar o nariz enquanto pensa…

Ele se propôs a viver uma vida  a cada dia e assim, passa a compreender esta trama que é a vida e entra em contato com o seu poder de transformação ao perceber que sua vida faz parte da vida de todos e a vida do mundo está nele. Claro que ele morre – não aparece no filme – mas não antes de voltar para a noiva e a família com a bagagem repleta de entendimento, o que certamente ajudou a todos enfrentar o sofrimento da perda.

No final, descobrimos que a narrativa do filme era o livro que ele escreveu do qual é o próprio protagonista.

É isto, quis partilhar com vcs o encontro deste sentido entre o filme, e a minha reflexão que me trouxe de forma muito clara, viva e intensa a beleza desta vida que emana de cada um e se manifesta em todos e em tudo. Para aqueles que compreendem, como o Ben, a Fonte é inesgotável, basta fazer uma viagem sincera para encontrá-La. ”

Por Cássia Duarte.

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