Anoitan

“Se sempre há um amanhã, sempre há um anoitã.”

A construção do Templo do Rei Salomão

Posted by adi em abril 12, 2010

O objetivo de praticamente todas as escolas místicas e esotéricas é alcançar ou realizar primeiro a conversação com o Sagrado Anjo Guardião e depois a união total dos opostos dentro do ser. Esses ensinamentos sempre foram muito velados e a prática destinada a uns poucos escolhidos.

Há uma lenda maçonica sobre o construtor do Templo do Rei Salomão, Hiran Abiff, grande artífice, artesão capaz de manipular os elementos através do fogo. Vou colocar aqui apenas uma parte dessa lenda, resumidamente, abordando somente sobre a construção do templo. Essa lenda começa contando a história da criação do mundo, da divisão dos opostos, ou dos filhos de Caim (fogo/Sol/Lúcifer) e de seus contrários filhos de Abel (Seth/água/Lua/Jeová). Sempre o processo de criação é descrito a partir dessa separação de opostos. Conta  a lenda, de forma simbólica e alegórica que dos filhos de Caim originaram as artes e ofícios voltados para o material e concreto, e dos descendentes de Seth voltados para a sabedoria divina, para o espiritual e  o sacerdócio. Hiran Abiff, também chamado o filho da viúva, era da linhagem de Caim, sendo Caim órfão de pai (Lúcifer), seus descendentes eram conhecidos como o filho da viúva e, sua linhagem do fogo, lhes concedia  grande habilidade na arte de manipular os metais e  construir. Por isso o Rei Salomão (descendente de Seth), quando da construção do Templo, chamou Hiran Abiff pra realizar essa tarefa. Foi uma das primeiras tentativas de união, já que uniriam forças durante o período da construção do Templo.

O templo tinha uma planta muito similar a tenda ou Tabernáculo que antes servia como centro de adoração ao Deus de Israel, com a diferença nas dimensões muito maiores. Dentro do templo, no Santo dos Santos seria guardada a Arca da Aliança.  Também Hiran Abiff  fundiu duas colunas de bronze e pôs estas colunas uma em cada lado do pórtico do templo, a da direita chamou-a Jaquim e a da esquerda Boaz. Segundo a lenda, quando Hiran terminou o templo, começou a fundir os diferentes vasos necessários ao serviço, de acordo com os desenhos de Salomão, agente de Jehová.  Mas a obra prima de Hiran, seria o “Mar Fundido”, uma espécie de lavabo. Pela habilidade acumulada dos filhos de Caim, um edifício foi erguido onde Jeová ocultou-se “atrás do véu” e comunicou-se unicamente com seus sacerdotes escolhidos, os filhos de Seth. O objetivo de Hiran era através do Mar Fundido “rasgar o véu” e abrir caminho para Deus a todo aquele que desejasse.

Com essa finalidade, ele enviou seus mensageiros para todas as  partes do mundo, para recolher os metais com os quais os filhos de Caim sempre tinham trabalhado.  Com seu martelo triturou-os e lançou-os em uma fornalha ardente para extrair alquimícamente e de cada partícula, a quintessência do conhecimento obtido nessa experiência de trabalho. Desse modo, a quintessência desses diversos metais básicos formaria um sublimado conhecimento espiritual, incomparável em potência e mais valioso do que todas as coisas da Terra. Sendo de máxima pureza, não conteria nenhuma cor, mas se assemelharia a um “mar de vidro”. Todo homem que aí se lavasse, seria dotado de perpétua juventude. Filósofo algum poderia comparar-se com ele em sabedoria; este conhecimento da “pedra branca” o capacitaria a erguer o véu que separa o homem do divino. Mas conta a lenda que  Hiran não conseguiu fundir o Mar de Vidro e terminá-lo.

Verificamos que a construção do Templo de Salomão se refere ao processo alquímico da união dos opostos, do trabalho com o fogo para retirada da quintessência do “conhecimento”. E pode ser equiparado ao mesmo processo dos alquimistas na busca da pedra filosofal.

No livro Mysterium Coniunctionis (um capítulo resumido aqui), Jung diz: “O par de opostos que devem ser unidos em geral é derivado do quatérnio (grupo de quatro) dos elementos, a saber:  fogo, ar, água e terra. A síntese do um incorruptível, ou respectivamente da Quintessência, se realiza de acordo com o Axioma de Maria (símbolo do quarto elemento, a terra, mãe/nutriz). O estado de separação cheio de inimizade da parte dos elementos corresponde ao caos e às trevas. Das sucessivas uniões provêm um “agente” (ativo/masculino), um “paciente” (passivo/feminino), como também um intermediário, um ambivalente, a saber,  o Mercúrio. Entre o fogo e a terra não reina nenhuma interação, e por isso os quatro não formam um círculo, isto é, nenhuma totalidade.”  (…) A coniunctiu nem sempre representa uma união imediata e direta, porque necessita de certo meio, ou respectivamente se acha em tal meio, conforme o axioma: “Não ocorre a passagem a não ser por um meio”. O Mercúrio é o meio de união. Ele é “aquela alma” (anima) que constitui a mediadora entre o corpo(terra)  e o espírito(fogo).” e segue: “(…) A combinação dos elementos, como também a síntese final do masculino e do feminino, significa um êxito da arte, isto é, um produto do esforço consciente. O resultado da composição é entendido pelo adepto corretamente como “autoconhecimento”, sendo esse necessário para a preparação da pedra filosofal.

Mas esse “cognitio sui ipsus – conhecimento de si-mesmo”, segundo Jung,  distancia-se do preconceito moderno de que autoconhecimento significa nada mais do que o conhecimento do “eu”, muito pelo contrário, o alquimista concebia o “si-mesmo” como uma substância incomensurável, que não pode ser comparado em medida com o eu.  Ora, o autoconhecimento não siginifica outra coisa senão a tomada de “consciência do Self (Centelha)”.

Como já foi visto em outros posts, as colunas do templo de Salomão representam os dois pilares da Árvore da Vida, da Misericórdia (Jachim/masculino) e da Severidade (Boaz/feminino), a porta de entrada do templo entre os pilares representa o pilar do meio (neutro), que leva ao Santo dos Santos (Tiphereth). Essas energias opostas das sephiroth ou esferas nos respectivos pilares, somente podem ser conciliadas no pilar do meio, gerando uma terceira coisa, ou  síntese dos elementos contrários. Naturalmente percebemos que todo esse processo simbólico se relaciona  com as nossas próprias energias, com o nosso processo espiritual de autoconhecimento, e que essa síntese das energias opostas se realiza em nossos chacras.

No sistema oriental, há três canais (nadis) mais importantes de circulação de nossas energias, a saber: Ida, de natureza lunar e negativa, Pingalá de natureza solar/positiva, e Shushumna, neutro.

O canal Shushumna é um tubo reto que se localiza no centro de nosso corpo, ao longo da coluna cervical, e deveria ser o principal canal de circulação da energia. Mas em nosso estado atual, a energia Kundalini (alojada na base da coluna) está adormecida e em estado latente, por isso se divide em duas correntes de energia ou nadis, uma negativa/Ida e outra positiva/Pingalá, que sobem no sentido espiral em torno do canal Sushuma, em direção à cabeça. Onde essas energias se cruzam, formam um vórtice ou turbilhão de energia, chamados “chacras“, são sete chacras ao todo.

No gráfico da Árvore da Vida, verificamos que os os três pilares correspondem aos três canais/nadis principais, e o trabalho alquímico da conciliação dos elementos opostos são equivalente ao despertar da Kundalini, e elevação da mesma despertando os chacras. Essa subida se dá lentamente, passo a passo, chacra por chacra, começando o trabalho do despertar da Centelha em Malkuth ou chacra Muladhara. A cada chacra despertado, o que significa seu pleno desenvolvimento, ele engloba ou absorve as funções do chacra anterior. Cada chacra corresponde a um determinado estado de consciência, portanto no  despertar do chacra (ou unir as forças contrárias naquele estado de percepção), percebe-se do ponto de vista do microcosmo, como uma expansão da consciência . Então, conforme a elevação da Kundalini e ativação ou despertar do chacra correspondente, equivale a conciliação ou  união dos pares de opostos correspondente àquele plano de consciência. A essa tomada de consciência através dos chacras, equivale a tomada de consciência do próprio Self, e como Ele se percebe no próprio plano correspondente.

A simbologia da construção do Templo de Salomão corresponde a “Construção ou feitio da Alma”, o templo pronto corresponde a Alma humana. Segundo Fernando Pessoa: “O Templo de Salomão é a alma humana. A Grande Obra é elaborar em nós, no sentido estrito e pessoal, que não reencarnamos (mais), a transmutação (aqui mesmo) do chumbo do nosso ser perecível no ouro do nosso ser que não perece.”

A etapa da construção do Templo de Salomão corresponde a primeira fase da “união”, o começo do trabalho alquimíco, a nigredo; Hiran é o filho da viúva, pois a viúva é a prima materia, e o filho é o mercúrio impuro. O filho é aquele que já possui o aprendizado, que já adquiriu todos os artifícios do laboratório, e um dia deve ele mesmo pôr mãos à Grande Obra, coisa que ninguém poderá fazer por ele.  O Templo “pronto” corresponde ao segundo grau da coniunctio, a “unio corporal”, onde se une corpo e Alma, é a quintessência, onde a imagem do Si-Mesmo (Self) tomou forma, corresponde a Tiphereth, ou conversação com o Sagrado Anjo Guardião, o mesmo que a ativação da Kundalini no chacra cardíado.

O “Mar de Vidro” é o símbolo da Pedra Filosofal, a Obra Completa, ao terceiro grau da coniunctio, que é a tomada total de consciência do Self ou Atman Suprapessoal, ou Unus Mundus. Mas pra falar sobre assunto, há muitas outras lendas, e dentre elas, dizem até ser  a construção do Templo de Ezequiel.

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Fontes e ref.: O Franco Atirador;  Fraternidade Rosacruz; C.G. Jung – Mysterium Coniunctionis 1 e 2; O Pensamento Maçonico de Fernando Pessoa – L.Maçonicas.

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11 Respostas to “A construção do Templo do Rei Salomão”

  1. Elielson said

    Belo post Adi,

    Tem uma frase dum oroboriano aí, que diz:

    Qual a espada afiada que separa o bem do mal?

    E o nit tbm dizia algo como as maiores profundezas estarem nas fendas mais estreitas.

    E essas cobras que se entrelaçam tbm fazem uma baita frente ao foco analogo, não só no que se refere a subida da kundalini, mas o lance tipo, yin-yang mesmo, super simbolo, perfeito pra toda relação, tipo, no meio dele, a linha separando o bem do mal, é sinuosa, e tbm tem o pouco de mal isolado no bem, assim como tem o bem isolado no mal, e tipo, querer alcança-los fazem esse simbolo girar como relógio dagua.

    Esse mercurio, ou hermes, pô, super-super, até o numero atomico do mercúrio é numerologia pura, herança alquimica cheia de significados no funcionamento.

  2. adi said

    Oi Elielson,

    Muito bom te ver por aqui.

    “Qual a espada afiada que separa o bem do mal?”

    Olha, boa pergunta!! 🙂 – Alguns dizem que é a mente analítica, outros dizem que são os pensamentos que não cessam. Fato é que o indivíduo quando consegue ir além dos pensamentos, abre-se um novo campo de percepção. Talvez seja essa a espada afiada…

    “E o nit tbm dizia algo como as maiores profundezas estarem nas fendas mais estreitas.”

    Como caminhar pelo fio da navalha? Eu me lembrei de um filme alemão que assisti faz tempo, o nome do filme é “Tão longe, tão perto”, inclusive se basearam nesse filme pra Hollywood filmar “Cidade dos Anjos”; e o filme é sobre isso, o Anjo (a Centelha), está tão próxima, tão perto, mas não vemos, não percebemos e por isso nos parece em outro mundo…

    “yin-yang mesmo, super simbolo, perfeito pra toda relação, tipo, no meio dele, a linha separando o bem do mal, é sinuosa, e tbm tem o pouco de mal isolado no bem, assim como tem o bem isolado no mal, e tipo, querer alcança-los fazem esse simbolo girar como relógio dagua.”

    Têm um koan que li faz tempo no blog Universo Líquido, e achei interessante: “Se você mistura o yin e o yang (preto e branco) num mundo dualista você obtém o cinza, mas num mundo não-dualista, o que você obtém?”

    “Esse mercurio, ou hermes, pô, super-super, até o numero atomico do mercúrio é numerologia pura, herança alquimica cheia de significados no funcionamento.”

    Bacana né? vale um post só sobre a simbologia do mercúrio. 😉

  3. Anarcoplayba said

    A Espada que Separa o Bem do Mal? Não sei se concordo muito com essa separação. Lembre-se que saímos do paraíso quando comemos do fruto da consciência do bem e do mal…

    Agora, ADI… você tem um email? Queria conversar um pouquinho com vc…

  4. Elielson said

    🙂

    – Fato é que o indivíduo quando consegue ir além dos pensamentos, abre-se um novo campo de percepção. –

    Sim, o devir é um estágio para esse avanço de campo, após o devir vem a equiparação dos principios de existência entre o significado e o significante, e a partir do que foi visto em comum entre ambos, parte-se para um novo foco, a possibilidade de novos focos dá uma idéia de como a essência da observação e do movimento estão ligadas, essência que torna indistinguivel a idéia e a contra-idéia que criam o dualismo. Assim, após a adesão a um novo foco, seria como se a própria idéia de avanço estivesse criando um novo circulo. Com dualismo esse circulo é yin-yang, já sem dualismo, hmmmm, vai ver é o circulo do newton 🙂

    Té mais Adi
    🙂

  5. Elielson said

    – tão perto, mas não vemos, não percebemos e por isso nos parece em outro mundo… –

    Eu reflito sobre isso tbm, tipo, a invisibilidade do sonho dá esperança de tornar visivel, mas a invisibilidade do pesadelo nos faz ignorar os pesadelos que já são visiveis.
    O além está muito em saber ver, e saber ver tá em muito em não-saber. A concretude das manifestações que nos acariciam o ego ou as que magoam, enfim, a interpretação afetada sem o que eu chamo de pré-decepção acaba criando o aquém, essa é a leviandade da nossa boa intenção as vezes, essa é a leviandade abismal tbm de todo centro que acha que é centro.

    Pronto, agora sim, té mais…
    😀

  6. adi said

    Oi Anarco,

    ” Não sei se concordo muito com essa separação. Lembre-se que saímos do paraíso quando comemos do fruto da consciência do bem e do mal…”

    Pois é, separados não estamos. Mas quando da manifestação, como que do inconsciente brotasse a consciência, o imanifesto engendra o manifesto… e tudo é consciência, desde os elementos que seguem uma ordem pra se misturarem e serem rochas ou cristais, as plantas, os animais… mas é uma forma de consciência instintiva, sem separação de opostos, sem “auto-consciência”.

    Sim, esse “fruto da consciência do bem e do mal” é “auto-consciência”, quando surgiu aquela fagulha de auto-percepção, que o diferenciou do outro, e percebeu-se macho e fêmea e tudo o mais, mas eu não acho que o “fruto do bem e do mal” tem a ver com “a relação sexual” em seu sentido estrito, mas no sentido da percepção das polaridades da própria natureza, da existência mesmo; e que por causa das polaridades, ela a natureza da vida é auto-geradora, se cria/gera e se mantém/alimenta dela própria, como o uroboros, e adquirindo “consciência e auto-consciência” através da geração.

    E sim, agora no sentido de união de opostos que gera uma terceira coisa que é a amalgama perfeita dos diferentes, é através da união sexual, e desse conhecimento é que surgiram os rituais tantra e outros de magia como o hierosgamos, na igreja Católica é o rito do matrimônio que representa essa união divina. Esse é um dos segredos bem guardados de algumas escolas iniciáticas. Sim o segredo das polaridades na união de retorno tem a ver com sexo.

    Estava pensando em escrever um post sobre esse assunto, sobre a exteriorização do rito como ato simbólico representativo de um evento “interior”. E que por causa disso dá muita margem a erro de interpretação… e acaba acontecendo de se tomar a “cópia” como verdadeiro…

    “Agora, ADI… você tem um email? Queria conversar um pouquinho com vc…”

    Tenho sim, mas repasso pra vc via e-mail, ok. 🙂

  7. adi said

    Elielson,

    “após o devir vem a equiparação dos principios de existência entre o significado e o significante, e a partir do que foi visto em comum entre ambos, parte-se para um novo foco, a possibilidade de novos focos dá uma idéia de como a essência da observação e do movimento estão ligadas, essência que torna indistinguivel a idéia e a contra-idéia que criam o dualismo.”

    Tem uma teoria de “união”, me parece que é “Nem-Nem”, nem uma coisa e nem outra, elas brigam entre si. Consiste do individuo jogar as questões opostas uma contra a outra, até que não haja mais contra argumentos, e daí surja a síntese dessas questões opostas. Também há outra teoria de que essa briga das energias contrárias dentro da gente começa a partir do momento em que há o toque do espiritual, simbolizando que a kundalini começou seu despertar…

    “Com dualismo esse circulo é yin-yang, já sem dualismo, hmmmm, vai ver é o circulo do newton ”

    É o Tao, a unidade perfeita… mas vai saber, né?? 🙂

  8. adi said

    “O além está muito em saber ver, e saber ver tá em muito em não-saber. A concretude das manifestações que nos acariciam o ego ou as que magoam, enfim, a interpretação afetada sem o que eu chamo de pré-decepção acaba criando o aquém, essa é a leviandade da nossa boa intenção as vezes, essa é a leviandade abismal tbm de todo centro que acha que é centro.”

    É, tem que “ver” diferente de olhar; tem que saber diferente das crenças; têm que ter “conhecimento/sabedoria” aquela que vem da intuição. Como vc disse não importa se magoa ou se acaricia, há ali uma interface/ego que como um véu limita a percepção do real.

    Té mais então 🙂

  9. assim diz o senhor jeovga,A minnha casa é casa de oração,não mcasa de comercio.

  10. adi said

    Olá Wanderley,

    “A minnha casa é casa de oração,não mcasa de comercio.”

    That’s it! 🙂

  11. Agnaldo Milani said

    No texto supra, o autor faz alusão a uma possibilidade do VÉU que separava o SANTO DOS SANTOS ser aberto a todos. Segundo o evangelho, quando da morte de Yeshua na cruz. O reportado véu foi RASGADO. O caminho foi ABERTO. Pela fé, naquele que é o Pão da Vida que desceu do céu, hoje temos ACESSO ao SANTO DOS SANTOS. Tão simples assim, sem complicação alquímica alguma. (Somente Pela fé).

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