Anoitan

“Se sempre há um amanhã, sempre há um anoitã.”

ATITUDES

Posted by adi em março 21, 2010

Eu sei que até já falei isso antes, mas é assim que continuo pensando. Sabe têm coisas boas que valem a pena falar, valem a pena repetir, valem a pena espalhar. Esse é um exemplo de atitude que faz o mundo melhor, e é isso que vale a pena estarmos espalhando e nos espelhando.

A menina, 13 anos, Natalie Gilbert, ganhou um prêmio e foi cantar o Star Spangled Banner, hino dos EUA, no jogo da NBA.
Vinte mil pessoas no estádio, ela afinadinha. Aí o braço tremeu, ela engasgou, esqueceu a letra… DEU BRANCO!!! Treze anos. Sozinha, ali no meio…

O PÚBLICO ESTUPEFATO ameaça uma VAIA. De repente, Mo Cheeks, técnico dos Portland Trail Blazers, aparece ao seu lado e começa a cantar, incentivando-a, e trazendo o público junto.

Bonita CENA e – o que é mais incrível – … só o técnico tomou a iniciativa de ir até lá para ajudar, enquanto os demais à volta dela só observavam estupefatos…

Mostra como uma atitude de  SOLIDARIEDADE, NA HORA CERTA, pode fazer uma grande diferença, para ajudarmos um ser humano e mudar a história do JOGO da vida.

É nisso que acredito, atitudes certas, cada um colaborando com o que pode, no seu campo de ação, podem sim tornar o mundo melhor e mais bonito.

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2 Respostas to “ATITUDES”

  1. Elielson said

    É, esse cara teve atitude.
    Muitos esperam um momento semelhante a esse, mas não para ajudar.
    As vezes não só esperam como criam um momento de embaraço.
    Tipo aqueles alunos que expulsaram a moça da saia, enquanto coisas eram arquivadas em brasilia. Sabe, é muito dificil de compreender certos movimentos, ainda mais quando as religiões insistem em dizer que tudo é parte do mistério divino, sempre dizendo que é conveniente que não saibamos certas coisas, depois que é conveniente que saibamos certas coisas, depois que é conveniente que nos abstenhamos da chance de querer mudar, depois que lutemos pra manter a coisa como está… é muita loucura.
    Sabe, até certo tempo, questionar a escravidão era uma heresia.
    Sei lá se era, é o que dizem que era.
    As vezes eu passo na frente de certas igrejas, vejo mulheres com véus, supondo que deus quer subimssão, as vezes eu vejo movimentos impedindo que a justiça humana seja realizada, por causa da justiça humana, e penso, quem ganha com isso?
    Sabe quem ganha? Os poucos que pensam que ganham.
    E por incrivel que pareça toda a desgraça que existe no mundo e que parece eterna, é produto de entretenimentos que duram poucos momentos para os reis da terra. Pq o povo é descartavel pra quem vive dele, não existe outra forma de se governar senão pensando no povo como um material com prazos. E a melhor técnica pra nos deixar assim é contribuir com programações que vão dar conta de fazer com que nós mesmos nos destruamos ( conjuguei certo?).
    Eu vi em cada um aqui no Anoitan uma coisa especial, mas não uma coisa especial que excluisse essa parte humana, talvez algo que ressalte muito mais a humanidade de cada um, isso sim, lógico que hora ou outra nos surgem conflitos ideológicos, mas nada disso nos torna maior ou menor, apenas não somos maiores uns que os outros, mas somos maiores do que muito de nossa história nos condena a ser, pois a vantagem está em quem é agora.
    Sabe, creio que as pessoas que escrevem ontem, ou mesmo que usaram o potencial de ser ontem, antes de ontem, em qualquer lugar lá atrás, não são as mesmas que vivem agora. De vez em quando eu saio de manhã e o vento bate, eu sinto não só a minha travessia por esse espaço como tbm prestando atenção, eu sinto que o vento leva até minhas celulas mortas, assim o universo brinca de reinterpretar e renovar e brinca de nos tornar iguais a ele tbm, mostrando que podemos, através de coisas que parecem engrenagens gigantes que nunca mais vão girar pro outro lado, através delas, ser vento tbm, levar tudo embora, vez ou outra, só pra variar. A fatalidade não aconteceu, e sabe aquele medo, aquele que não dá nem pra ficar pensando muito, esses medos existem pra nos lembrar que temos que amar tudo que não é esse medo.
    Poderia mandar isso por email pra cada um de vcs, mas não tenho o e-mail de todo mundo. Nem é meu interesse fazer lobby. Quisera isso funcionasse pra algo, assim vcs podem até apagar isso que tá escrito, sabe pq, pq eu não vou ser mais isso.
    E é assim, mais facil do que parece.
    Eu tenho uns amigos de quando eu era criança, eu tinha tanta função descoordenada, magoei muitos, sentia sentimentos impeditivos, mas sabe, alguns reencontrei, arrumei o que estava errado, mas outros se perdem no tempo, e fica só aquela noção atrasada de falha no que não era uma falha, era parte do caminho, não vou dizer que hoje ainda não faço isso, esse lance de me afastar de certas coisas que aparentam polaridades, mas não sem antes me aproximar do que penso que unirá essa polaridade com a outra coisa que aparenta ser o outro lado.
    Então é isso, não é uma terceira via entendem.
    É a via que dança.
    Mas que dança sem pisar no pé.
    Tenho maldade no coração sim, mas não vou negar o bem que tenho, nem que tenha que passar por cima das impressões que escorrem da maldade que tem em mim. Não entendo tbm como não fazer um esforço pra ver um bem que escorre de algum coração que eu julgue envenenado. Então, sabe, esta engrenagem vai estar ai, junto com este passado que estou agora considerando, na hora que quiserem empurrar essa engrenagem, pra lá ou pra cá, tanto faz, miraremos em ilusões mais fortes, ou se quiserem deixar ela ai, contanto que todos exprimam a felicidade nos seus posicionamentos, e em seus posicionamentos enfrentem ilusões mais fortes, beleza, mas imprimir uma amizade descompromissada nessa realidade não é tão dificil tbm. Pô, na verdade não existem inimigos, o inimigo tá la fora, até que ache um corpo pra se jogar do precipicio, por si só, isso que é complicado, não há um corpo inimigo na verdade, mas essa desunião abre uma fresta, e não é uma fresta pra minha expressão tocar em alguma consciência. É mais uma fresta para que o inimigo não se preocupe e nem se dê o trabalho de vir aqui impedir que juntos façamos o mundo sonhar um sonho mais bonito.

  2. adi said

    Oi Elielson,

    “Muitos esperam um momento semelhante a esse, mas não para ajudar.
    As vezes não só esperam como criam um momento de embaraço.”

    Pois é!! é muito mais fácil destruir do que construir, jogar pedras do que ajudar a levantar, e por aí vai…

    Eu também não entendo não, porque se direciona o movimento pra coisas tão banais e se gasta energia a toa; Há tanto por que lutar pra melhorar nossas condições humanas, como bem dito por vc, movimentos que exijam ética dos governos, por melhor ensino, por PAZ igual aquele que fizeram no RJ, onde todos se manifestaram nas ruas vestidos de branco.

    “Pq o povo é descartavel pra quem vive dele, não existe outra forma de se governar senão pensando no povo como um material com prazos. E a melhor técnica pra nos deixar assim é contribuir com programações que vão dar conta de fazer com que nós mesmos nos destruamos ( conjuguei certo?).”

    Tá certinho Elielson. Sabe é muito conveniente pros governos nos manter burros e submissos a falsa proteção do sistema. Então é interessante manter a violência, marginalidade, baixo nível educacional, etc. porque o povo com medo e sem opção entrega seu poder ao sistema, igual ao filme “V”.

    “Eu vi em cada um aqui no Anoitan uma coisa especial, mas não uma coisa especial que excluisse essa parte humana, talvez algo que ressalte muito mais a humanidade de cada um, isso sim, lógico que hora ou outra nos surgem conflitos ideológicos, mas nada disso nos torna maior ou menor, apenas não somos maiores uns que os outros, mas somos maiores do que muito de nossa história nos condena a ser, pois a vantagem está em quem é agora.”

    E há mesmo, cada um é especial a sua maneira aqui no Anoitan, inclusive os leitores contribuem muito aqui no Anoitan ao colocar-se, e comentar, essa é a parte mais estimulante de um blog. E a maneira de ser de cada um não exclui a do outro, de forma alguma, alguns de nós não concordamos em alguns aspectos, e daí? Isso só enriquece o blog, traz dinâmica, opiniões não são excludentes mesmo que diferentes, pois é igual aquela historinha dos cegos tateando o elefante… agora não precisa essa celeuma por causa disso, né?

    “Eu tenho uns amigos de quando eu era criança, eu tinha tanta função descoordenada, magoei muitos, sentia sentimentos impeditivos, mas sabe, alguns reencontrei, arrumei o que estava errado, mas outros se perdem no tempo, e fica só aquela noção atrasada de falha no que não era uma falha, era parte do caminho, não vou dizer que hoje ainda não faço isso, esse lance de me afastar de certas coisas que aparentam polaridades, mas não sem antes me aproximar do que penso que unirá essa polaridade com a outra coisa que aparenta ser o outro lado.”

    Sabe Elielson, tem muitas coisas, por ex. o passado que fica preso dentro da gente, somos nós mesmo que temos que liberar, deixar ir, de verdade, como vc mesmo disse “era parte do caminho” pra outra pessoa também. E digo isso, porque tenho comigo, que o perdão é com relação a nós mesmos, a nossa própria aceitação de nós, a aceitação dessa polaridade mesmo dentro de nós.

    “Tenho maldade no coração sim, mas não vou negar o bem que tenho, nem que tenha que passar por cima das impressões que escorrem da maldade que tem em mim.”

    Todo mundo tem, oras pois, ninguém é perfeito, todo mundo é essa mescla negativo/positivo!! Agora o pulo do gato é reconhecer isso e aceitar claro, isso é aceitação de nós mesmos, é amor a nós mesmos, é inclusão de partes de nós antes negadas e rejeitadas, só dessa forma se retira as projeções do exterior. E quando as projeções são retiradas se “vê” melhor o bem em nós e o bem do outro. E aí, é muito mais fácil “juntos” realizar esse sonho de um mundo melhor.

    ;D

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