Anoitan

“Se sempre há um amanhã, sempre há um anoitã.”

A Desilusão de Dawkins – por Don Guakito e Timótio Pinto

Posted by adi em janeiro 23, 2010

  1. ou A CIÊNCIA PROVOU A NÃO EXISTÊNCIA DOS DEUSES?)

por Timotio Pinto -papa coletivo metamorfo onipresente oniciente sempre contente e sorridente com pineal ardente, texto final escrito sobre rascunho deixado por Don Guakito antes de suicídio cátaro simbólico dentro da mente de seu hospedeiro e Papa Erisiano .G, em 22 de janeiro de 2010. amém, neném.
(agora, sejamos sérios, imaginem aquele que escreve de terno, gravata, e calcinha cor d rosa).

PARTE UM
DAWKINS DELIROU AO CARCAR NA FÉ DOS OUTROS EM NOME DE SUA FÉ?
Dawkins já recebeu prêmios por apresentar de forma concisa e acessível o conhecimento científico para o público geral. Oh! Parabéns, mas creio que ele fez o contrário. O retrato que ele traça da ciência é uma caricatura que muito é similar ao universo dogmático religioso que ele e seus groupies criticam enquanto espumam arrogância e intolerância.

Em seu livro Dawkins “explica” que deus não existe. Que religiosos são, veja bem, se você é um religioso de uma forma ou outra, no universo simplista, binário e maniqueista de Dawkins, você automaticamente “descrê” em Darwin, logo, como o próprio Dawkins diz, e usando a mesma lógica de botequim que ele utiliza em seu livro supostamente polêmico e de valor intelectual (!   ) , se você é religioso ou místico, automaticamente você não crê na teoria da evolução e automaticamente vc é, por não acreditar na evolução, um ser ignorante, estúpido e/ou insano. Isso, é o que ele acha que explica, sendo ele um cientista, um homem “isento” e “racional”, mas esse fervor racionalista me leva a pensar então sobre o que estão a fazer os cientistas ao explicarem alguma coisa. O que é explicar algo do ponto de vista da ciência?

Explicar algo, oras, é encontrar sua causa. Se Deus é a causa de tudo e não pode ser explicado, ele, obviamente, não existe para a ciência. Como a ciência é o mapa do real, e criadora das tecnologias que nos definem, é seguro afirmar que deus, na realidade, não existe. Simples assim. Parabéns ao Dawkins. Certo?

Não é tão simples assim. Talvez a explicação científica tenha seus limites também. E talvez Deus esteja além de seus limites. Comecemos por lembrar que segundo Bertrand Russell causa era uma palavra perigosa, enganosa, que deveria des-existir. Deixando a causa de lado, então a ciência ao explicar estaria apenas a descrever algo? Lembrando Wittgenstein quando pegou o megafone e cantou que “na base de toda visão moderna do mundo está a ilusão de que as chamadas leis da natureza são as explicações de fenômenos naturais”, Sobra-nos somente a teleologia e a mágica e mental separação entre descrição e explicação. Pronto. Tudo filosoficamente complexo e confuso. Vou enfiar meu empirismo no cu de quem esta a tecer este texto… e ainda assim não provamos Deus, não nesse parágrafo. Mas continuemos a pensar qual é o e se há limite para a explicação científica, pois se a lei é descrição, ela também é uma explicação?

tudo isso mostra, no mínimo, como é algo delicado o entendimento do que é direito da ciência, ou seja, o seu direito de intervenção e alcance, como seu direito, de explicação das coisas, sendo que ela age por ir descrevendo-as antes de tudo.

Com isso em mente, tem autoridade o Richard Dawkins, não enquanto individuo, mas enquanto cientista, para decidir a veracidade ou não de um sistema religioso, ou de todos sistemas religiosos? Creio que nos últimos 100 anos os bons filósofos deixaram claro que é mais possível um puta dum enorme PROVAVELMENTE NÃO do que um sim, como resposta aqui.

E pq? Juro que vou para o céu cristão por estar a gastar meu tempo com céticos fundamentalistas intelectualmente limitados, ah! se vou!

Se caminharmos a partir das leis naturais para explicar a não existência de Deus, ainda sim o caminho e a negação será insuficiente, pois ao explicar as leis naturais e seus princípios gerais, a diferenciação entre um princípio e um acidente é cercada de incertezas. E, apesar dos divulgadores da ciência, como carl sagan e richard dawkins em sua fase final, insistirem em passar uma imagem de evolução linear, dentro do principio pregado por francis bacon, de que a ciencia avança por pequenos passos via ações cooperativas de pessoas que tinham o bom, e fora de uso, senso de cultivarem a independência de julgamento e o direito a liberdade de pensamento, não que muito o seja, mas nisso incluamos os acidentes e os bizarros gênios monstruosos, como richard feymann, eistein, newton, kepler, godel, poincarè, levi-strauss, darwin, william hamilton, etc, etc.

Mas o que torna a ciência hoje ciência mais do que nunca é a armadilha de que ao explicar as leis naturais e seus principios gerais, a diferenciação entre um princípio e um acidente é cercada de acidentes. Entendem?

E se a Verdade e a utilidade forem realmente idênticas, como Francis Bacon pensou?
Onde estaria a verdade sobre a certeza científica sobre a a condição da religião enquanto loucura? Qual a utilidade de se extrapolar os limites da explicação científica com retórica grosseira para Richard Dawkins? E se realmente sir. Francis Bacon, q como todo grande homem tinha seu lado maluco, e se ele estiver correto e a verdade e a utilidade forem idênticas?

Vamos vendo que a certeza de qualquer afirmação sobre algo além da ciência, vinda de Dawkins é somente um jogo vazio.

“Para ser comandada a natureza precisa ser obedecida” gritou no megafone o espírito do francis bacon. para entender algo é preciso apreciá-lo, não dissecá-lo.

Um bom cientista em vez de caricaturizar a religião ao menos iria estudá-la, de modo isento. E talvez descobrisse coisas interessantes. E nem os céticos vão negar, que há um bom número de grandes cientistas que acreditam na evolução, praticam alguma forma de espiritualidade, praticam sua ciência, criam avanços em suas área e não tem conflitos pela mistura de “crenças” com “sistemas”, e assim temos uma pletora de cientistas e pesquisadores isentos, ou equilibrados, por aceitarem duas visões completamente opostas e sem qualquer semelhança, se não totalmente, oq seria possível somente a um buda, oq por sua vez é algo inexistente no mundo dos céticos fanáticos -e sua neurose escamoteada – e então temos uma pletora de cientistas e pesquisadores isentos, se não totalmente, o suficiente para não projetarem bloqueios em áreas distantes da realidade científica, realidade que nada tem de autoridade sobre a “Verdade”, o “correto” e o “incorreto”, pois a ciência, como nos diz XXXXXXXXXXXXXX, não é sobre a verdade, e é sim, sobre ser consistente, o que explica, e muito, seus extremos, como os groupies de são richard dawkins.

E poderíamos resumir tudo a ao fato também que, usando palavras simples e diretas vindas de um físico, provavelmente ateu, mas elegante e sabedor dos limites da explicação científica, Marcelo Gleiser, “Para começar, existem certas questões que estão fora do âmbito científico. Mais ainda, nós nunca seremos capazes de formular todas as perguntas. Às vezes, confundimos o objetivo comum da ciência e da religião, a busca por uma perfeição inatingível”.

E voltemos a caricatura de que todo religioso é ignorante e insano e bocá. Vejamos, eu sou um taoísta praticante. Pratico minha religião toda noite, seguindo as receitas, inclusive as de alimentação, do livro taoist yoga de charles luk, há alguns anos e com resultados surreais, sempre, todo dia, por duas horas sentado em lótus com respiração inversa pois estimula o diafragma e junto o nervo vagus, no qual devo focar minha mente ao mesmo tempo em que foco a mente no pulsar de meu coração, com o intuito de ascender ao palácio celestial, que é um termo alegórico, e religiões são cheias de termos alegóricos, para o fato de que o principal processo na minha forma de meditação é ionizar além do normal minhas glândulas na área do centro do cérebro -o palácio celestial taoísta. A isso chama-se dao yin, retorno ao feminino, em tradução literal, já que utiliza o, cada vez mais surpreendente, nervo vagus, reforçando o sistema parassimpático. Para entender melhor o processo quem se interessar pode começar por ler o livro “Pq zebras não tem ulceras”, de Robert Sapolsky. Mais uma vez a ciência moderna e a medicina folclórica taoísta se encontram. Como o fato que a Dra. Mae Wan Ho, uma temida divulgadora da “pseudociência” da epigenética, explicitou via sua fundação ISIS, sobre o que ela chama de “quantum jazz”, outro ponto em que o taoísmo, essa religião irracional, se encontra com a ciencia.

Entendem? Mesmo sendo um insano taoísta que crê que Deus é um treco chamado WUJI, ou vazio, ou fêmea sem forma (mãe dos dez mil seres), eu ainda posso me dedicar e curtir matemática e filosofia e trabalhar com computação gráfica hardcore e tudo mais. Nem tudo tem, é ou precisa ser preto ou branco como Dawkins parece acreditar.

Por exemplo, qual a verdade por trás do fato de galileu medir o tempo q as bolas levavam pra rolar a ladeira? ele retirou dali um princípio, filtrou os acidentes, mas qual a verdade deste princípio? explicar a verdade, controlá-la torna-se a simples ação quase recursiva de se fazer uma dedução de um principio mais fundamental. A verdade, na ciencia, se torna um jogo, nunca completo. E saber disso é essencial para entender-se o limite até onde a explicação científica pode e deve ir.

A ciência pode explicar tudo dentro do seu princípio que é o de dar consistência. Mas a ciência não pode explicar qualquer coisa. Como somos parte daquilo que estudamos, nunca poderemos saber todas as condições. Podemos nos enganar com explicações parciais satisfatórias, mas no fundo sabemos que todos eventos dependem de acidentes, de dados, que jamais poderemos recuperar.

E isso nos leva às verdades morais e espirituais. A ciência nunca pode explicar nenhum principio moral. A ciência, enquanto linguagem, sim a ciência enquanto linguagem não tem alcance quando o assunto envolve questões como o que se está, o que se é e o que se deve ser. O que devemos ou não fazer, os fluxos dos corpos sociais, isto o conhecimento científico, matemático, natural, biológico, não pode responder satisfatoriamente, muito menos imbuir de consistência, repetição, previsibilidade; o conhecimento científico ai nada deduz e a tudo induz. Um pesadelo e irresponsabilidade moral.

Os divulgadores da ciência passam a idéia de certezas. Há na mídia, graças aos divulgadores da ciência a idéia de que os cientistas tem certeza das coisas. Mentira. Outro desfavor que Richard Dawkins faz em seus livros toscos para groupies tão ou mais toscos. Afinal como diz Steven Weinberg, “Tal como há profundos teoremas matemáticos que mostram a impossibilidade de provar que a aritmética é consistente, parece que nunca seremos capazes de provar que as mais fundamentais leis da natureza são matematicamente consistentes. Não que isto me assuste, pq, mesmo que soubéssemos que as leis da natureza são matematicamente consistentes, ainda assi não teríamos certeza de que elas são verdadeiras. Você deixa de se preocupar com certezas quando dá aquela virada na carreira que o transforma num físico, não num matemático”.

Alguns creem , sim alguns cientistas CRÊEM que chegaremos um dia a leis simples, formulas elegantes e mínimas que poderemos explicar seu funcionamento, aplicação, mas nunca o pq de elas existirem. Entendem como os limites da explicação científica são vastos? Vastos limites.

Mesmo assim, os groupies de são dawkins continuarão a usar sua lógica, incompleta, para afirmar que nenhum deus existe. Pois como entes presos ao principio de visual (toda ciência moderna prende-se, ou seja, é limitada, ao princípio de prender o tempo à mesuração espacial) os groupies de são dawkins creem no poder da lógica tradicional aplicada a tudo, incluindo a conceitos e/ou experiências que extrapolem sua linguagem com raiz no principio geométrico de contenção do infinito, via irracionais.

Ou seja, os devotos de são dawkins são sim tão fundamentalistas quanto os mais caricatos fundamentalistas da linguagem religiosa. Afinal, acreditam os céticos cheios de certezas absolutas, que a lógica tradicional, do bom e velho sim-não, tem poder de explicação sobre tudo.

Daí mais uma vez a demonstração de sua ignorância ou falta de caráter, pois qualquer pessoa minimamente inteligente sabe que a lógica tradicional há gerações está impotente de dar conta das situações caóticas (o tempo além da medição espacial) que criam a realidade coletiva.

Por isso que homens como Alain Connes apregoam que a matemática do futuro será esquizofrênica, e se comportará como uma sinfonia, e que a teoria musical é o caminho para sua harmonização.

Talvez algum dia a ciência poderá afirmar a não existência de algo que a transcende, mas não no momento, não enquanto se limitar a explicar tudo seguindo um modelo básico onde o infinito, e o tempo, devem ser contido geometricamente.

E quanto menos a ciência se segurar em certezas vindas de sistemas lógicos incompletos, melhora para ela e para todos. Pois assim a ciência caminha, cresce, ou como gostariam de ouvir os devotos de são dawkins, a ciencia assim evolui.

Talvez por isso que são dawkins esteja tão polarizador, pois talvez suas certezas estejam se enchendo de duvidas e ele então violentamente precisa se auto-afirmar. Um adolescente geriátrico. Afinal, hj, como a epigenética ajuda a demonstrar não faz mais sentido o jogo de oposição naturezaXcriação, genesXambiente, pois como tudo que é real, vivo e verdadeiro, o desenvolvimento, ou evolução pois essa palavra dá orgasmos múltiplos em groupies de são dawkins, o desenvolvimento humano é algo complexo e paradoxalmente interliga esses dois jogos de oposição.

Assim, do mesmo modo que outros paradigmas na ciência foram caindo e sendo substituidos, hj entendemos que é mais inteligente esclarecedor pensar nos genes, não como causadores (lembremos de Bertrand Russel!) mas mecanismos, engrenagens e não pequenos deuses totalmente autoritários e determinísticos.

Talvez Dawkins esteja apenas se adaptando ao novo mundo, ao seu modo, novo mundo onde o dna e o gene começam a se estranhar, e que talvez o gene seja só um conceito, uma abstração, um modelo, dentro de uma linguagem, oras, do mesmo modo que a religião é apenas uma linguagem, que a principio, tem a função de conectar e criar uma comunicação entre o indivíduo e sua ecologia..

Pois, não só na religião, mas na ciência, as vezes é tudo uma questão de fé.

Quando Darwin propôs seu modelo evolutivo via seleção natural a necessidade de um mecanismo para a manutenção das características ao longo das gerações se fez presente. E, desde o início, encontrar esse mecanismo se tornou urgente. Daí o poder do “gene” enquanto conceito, ao menos no, já morto, século 20.

O gene do século 20 é defesa definitiva da certeza em Darwin. James Watson e Francis Crick haviam encontrado nas curvas sensuais daquela estrutura de dupla hélice, o caduceu do DNA, a portadora de nossas informações genéticas, de nossa unidade definitiva e fundamental, pois auto-replicante. Ali estava o gene, pedaço de dna que codifica uma proteína!

Mas, no mundo incerto da ciência, há quem, como demonstra com classe e lógica Evelyn Fox Keller, o DNA não se copia sozinho. Há a dependência de enzimas cooperativas para verificarem a precisão de uma transcrição como corrigir o DNA mal copiado. Com o caminhas da curiosidade e pesquisa não presa a dogmas e conceitos, descobriu-se que o “DNA-lixo” interrompe o processo e que as enzimas precisam praticar o equivalente ao ato de “editar”, onde os mecanismos enzimáticos decidem oq cortar, dando uma diversidade de proteínas que dali pode sair. E ela segue nos lembrando que outro problema ao conceito de gene determinístico em seu livro The Century of The Gene. Talvez a neurose de São Dawkins seja devido ao fato do fim do século do gene, quando o gene deixa de ser um objeto físico e, como um Deus dentro da linguagem da religião, torna-se uma abstração dentro da linguagem da ciência, afinal, sabe-se hj, no século 21 que o programa genético é um complexo interativo de estruturas em uma vasta rede de máquinas celulares, não mais aquela coisinha que a tudo pode determinar, como querem alguns ainda.

Dizem que basta seguir o dinheiro para saber para onde as pessoas estão indo e pq estão a agir como agem. É de se entender com a queda desse dogmatismo genético que criou uma indústria financiadora de pesquisas e mais pesquisas o problema financeiro que algumas áreas das ciências biológicas poderão enfrentar no futuro, afinal, cientista depende de empresas e dinheiro para suas práticas.

No final, quando toda exatidão é dissolvida pela incerteza e complexidade da real realidade, é o desejo, crença, fé humana, científica ou religiosa, que importa. Dawkins e seus altivos groupies auto-inconscientes inclusos.

PARTE DOIS
NÃO TEM PARTE DOIS, POIS COMO DIZ UM GRANDE MÍSTICO AI, NOLINI KANTA GUPTA, EM “VERS LA LUMIÈRE”, “NUNCA DIGAIS EU NÃO POSSO. OLHAI MAIS E PERTO E DESCOBRIREIS QUE, NA VERDADE, ISSO SIGNIFICA EU NÃO QUERO”.

(ou, se a base da linguagem matemática se prende ao dogma religioso do anel comutativo, e consequentemente, da necessidade de convergência e simetria, como pode ser que na música e religião taoísta, esse dogma científico seja quebrado com c:g::g:c, onde c:g é 2:3 e g:c é 3:4? É como diz Alain Connes, a matemática está a ficar esquizofrênica, e como toda ciência, depende da lógica e/ou matemática em algum ponto, fica difícil aceitar qualquer extrapolação vida de indivíduos limitados em relação ao entendimento da filosofia de sua própria profissão, como Richard Dawkins. Acho que mais claro do que ísso, impossível.

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30 Respostas to “A Desilusão de Dawkins – por Don Guakito e Timótio Pinto”

  1. jonas, o baleia said

    é a dificuldade de se aceitar que tudo que é sólido se desmancha no ar e que o que se vê depende de quem vê. No caso da física quantica quem define o resultado é o observador, e o observador na mecânica quantica é uma MÁQUINA. Até q ponto deixar máquinas ditar o fluxo de vidas HUMANAS é saudável, Mcluhan dizia q de certa forma as máquinas são extensões de coisas ou habilidades que não realizaremos. E mesmo Chomsky diz q, elocubrando, talvez, se tivessemos menos senso de EU teriamos mais habilidades supernaturais, como as habilidades que as lendas atribuem aos monges em caminho à iluminação. O real é que quando mais fechado o sistema de crença maior a entropia e mais rápida ela se instaura.

    tudo depende de quem e como se vê. 🙂

  2. adi said

    Oi Jonas,

    “é a dificuldade de se aceitar que tudo que é sólido se desmancha no ar e que o que se vê depende de quem vê.”

    É a mais pura verdade.

    “E mesmo Chomsky diz q, elocubrando, talvez, se tivessemos menos senso de EU teriamos mais habilidades supernaturais, como as habilidades que as lendas atribuem aos monges em caminho à iluminação.”

    Também concordo plenamente; eu acho que um dos maiores problemas das pessoas e da sociedade como um todo, é esse senso de eu bem forte que há, fazendo com que cada um olhe somente pro próprio umbigo, desvalorizando tudo que não diz respeito a suas próprias opiniões.

    E o que fica ainda pior é essa necessidade que se têm em “igualar” todos os tipos de “crentes”, crentes no sentido dos que acreditam em algo mais. Não dá pra comparar um testemunha de Jeová com um Taoísta, não desmerecendo os testemunhas de Jeová, mas simplesmente porque há uma diferença muito grande no tipo de crença. Não dá pra igualar um muçulmano fundamentalista a um espiritualista que tem a liberdade de utilizar as várias tradiçoes ao mesmo tempo, porque há uma grande, grande mesmo, diferença entre esses tipos de crenças.
    Mas eu concordo plenamente com o ponto levantado pelo Guako e Pelo Timótio, que não deixa de ser verdadeiro, pois aos ateus que defendem tão ferrenhamente sua “crença” na não existência de deus, é tão fundamentalista quanto aqueles que defendem sua “crença” na existência de um deus, ou seja, é tão ou mais crentes do que os crentes. 🙂 🙂

  3. Elielson said

    Triste pela morte de Don Guaco…
    Mas nem tão triste pois acredito na ressureição, Aleluia. 😀
    Jonas, demais o videozinho mesmo,
    This is your God!!! O que eu mais gosto nesse filme é a interpretação dos atores, e se não me engano o nome do cara do mullets é Nada. Nada é por acaso 😀

    ……………………………………..
    O que me bulina as ídéia de vez em quando não é tanto o fato da briga ideológica, o mais complicado é que os melhores gritos de liberdade acabam como slogans para batalha a qual se quer apaziguar. Daí a batalha fica esteril, nos deixa morrer nas praias do mar vermelho da miséria.
    Todo o circulo de projeções promove a luta de suas partes.
    Clamemos uns pelos outros. Até o fim do ser entre a dicotomia do estupro mutuo x paz armada.

    Abraço.

  4. adi said

    Elielson,

    “Triste pela morte de Don Guaco… Mas nem tão triste pois acredito na ressureição, Aleluia. 🙂 ”

    He,he, he — pra mim o Guako morreu e renasceu em corpo da “criança sagrada” que tava cultivando com o seu Chi, no equilíbrio do Yin e do Yang no centro do coração. 🙂 🙂

    E não estou brincando não, visse!! Aleluia, Aleluia. 🙂

  5. guto, seu puto maluco! =D

  6. guto novo said

    valeu o elogio pedro, mas don guakito, timóteo pinto,.g tem nada a ver comigo não. eu sou careta e da extrema direita confuciana brasileira, apesar de também taoísta. mesmo assim o elogio talvez me sirva, puto e maluco ao mesmo tempo! ah! q sonho! 😀

    e aproveito pra concordar com a adi, assim como o camarada pedro, o falecido guako, e o timóteo, eu pratico essas tecnologias sino-bio-espirituais e é muito esquisito. É como uma mudança, perceptível, no funcionamento do sistema nervoso e, sim, com o tempo o coração muda todo o fluxo emocional dentro da gente. E como é interessante perceber que são as emoções que regem o fluxo do pensamento, e não o contrário. E também perceber que realmente certos orgãos são responsáveis sim pelo tipo de resposta emocional que damos aos estímulos externos, como aos internos ( tipo pensar pelo prazer de pensar. o pensamento como instrumento lúdico e não prático).

  7. adi said

    Guto Novo,

    “E como é interessante perceber que são as emoções que regem o fluxo do pensamento, e não o contrário. E também perceber que realmente certos orgãos são responsáveis sim pelo tipo de resposta emocional que damos aos estímulos externos, como aos internos ( tipo pensar pelo prazer de pensar. o pensamento como instrumento lúdico e não prático).”

    Eu não sei se são os órgãos responsáveis pela resposta emocional, ou se são as emoções que estimulam o órgão interno responsável por aquele tipo de energia; só sei que percebemos no físico as emoções positivas e negativas principalmente, pois quem nunca sentiu por ex., quando temos algum sentimento negativo com relação a alguém e só de lembrar dá aquele frio no estômago, ou quando estamos muito chateados com alguma coisa e sentimos aquele nó na garganta, ou sentimentos de amor não correspondido dá aquela angustia no peito. São dizeres populares que retratam muito bem como os órgãos estão relacionados com os sentimentos e com os pensamentos de certa forma, porque também quando ficamos preocupados, sentimos a “sensação” disso em nosso corpo.

    Como já falei, não entendo direito sobre o Taoísmo, mas pelo que você nos fala, é como reverter esse processo, ter total equilíbrio das energias Yin e Yang, do corpo para a mente, através dos exercícios físicos, e da mente para o corpo, e tudo através dos sentimentos ou da sensação??

    Ainda hoje estava relendo esse texto aqui, que você mesmo passou:
    http://www.horizontevertical.org/2009/01/alquimia-interior-taosta.html

    e me lembrei dos aforismos de yoga de Patânjali e todos os estágios de meditação e concentração em cada chacra, até que sinta a energia que ali se encontra… foi uma coisa que pratiquei já há muito tempo atrás, e tinha sim muito bons resultados…

  8. guto novo said

    “Eu não sei se são os órgãos responsáveis pela resposta emocional, ou se são as emoções que estimulam o órgão interno responsável por aquele tipo de energia; só sei que percebemos no físico as emoções positivas e negativas principalmente”

    as emoções, a sensação é o resultado do estimulo ao orgão. E, sim, os orgãos são os responsáveis, mas como as emoções, a sensação do excesso de energia no orgão regente, são essa energia, sim, elas afetam também os orgãos. Mas como somos surdos ao que ocorre dentro de nós, mal temos a habilidade de sentir o vibrar dos batimentos cardíacos, por exemplo, essa ignorância em relação ao nosso próprio corpo, internamente, nos torna refém das reações dele. Ou achamos q nossa mente consciente não se recente um pouco por não comandar o território todo? 😀

    Dai ao você aprender a mover as emoções (o excesso de energia nos orgãos) e a transforma-las, não com a mente enquanto fábrica de pensamento e comandos, mas com a respiração e um processo difícil de descrever que ocorre com o esvaziamento da mente durante o respirar, você equilibra esse constante movimento e troca de energia internamente. Dai é um pulo pra fazer como os iogues, respirar o mínimo necessário, controlar batimentos, torcer o corpo aos montes, e depois disso um looongo pulo pra guiar também as energias fora de seu corpo, de seu microcosmo.

    Mas tudo isso só se desvela mesmo após sentir a dor do mundo, dos dez mil seres, dentro de seu coração, ali você bloqueia e faz crescer o acumulo de energia nos pulmões (q vira tristeza) e que deve, e é via a orbita do microcosmo, ser empurrada até o coração, passando pelo meridiano/chacra da garganta antes, por sinal, e no coração virar, o q era tristeza acumulada nos pulmões, em coragem, estado natural do coração sem energia presa nele, e ao mover a energia de tristeza para coragem, atinge-se a compaixão, na versão taoísta, que é o estado inicial para se começar a experimentar mais intensamente o viver em não-fazer.

    levando-se em conta que o melhor modelo, segundo taoistas mesmo, para manipulação dos não duais yang e yin é a música folclórica chinesa, e a música pitagórica dos ortodoxos, pode-se dizer que é como um cimatic, o som que gera imagens e as imagens que contém o som.

    dai entra seu passado na equação toda. gerou-se a emoção, via excesso de energia. pq, exemplo, excesso de chi nos rins é medo. dai o fígado fica deficiente e vai roubar chi para si, mas devido a deficiência ele se enche de muito chi e muito rápido, excesso de chi ali vira raiva.

    dai a pessoa tem duas emoções acumuladas ali no desiquilibrio dos orgãos governantes. medo e raiva (por sinal, uma doença de nossa atual civilização). E esse medo e essa raiva vão buscar no passado morto, no inventário (como chamaria o castaneda, só para agradar o espírito do defunto guako) algo para seu nobre EU usar como justificativa (pra si mesmo) de pq aquela suruba de energias desarmônicas ocorreram. e pronto. Gerou-se um motivo, um pensamento, uma história, para um simples problema de desequilibrio de chi! 😀

    mas, quanto menos formos imperadores de nosso microcosmo, mais responderemos a desarmonia externa com mais desarmonia interna, gerando mais desarmonia que vai desarmonizar externamente pra afetar internamente mais gente com desarmonia interna. E por isso os imortais chamam os ocidentais, nós, de bárbaros e burros! 😀

    “Como já falei, não entendo direito sobre o Taoísmo, mas pelo que você nos fala, é como reverter esse processo, ter total equilíbrio das energias Yin e Yang, do corpo para a mente, através dos exercícios físicos, e da mente para o corpo, e tudo através dos sentimentos ou da sensação?”

    o segredo é nosso vício em dopamina e a relação desse vício com atividade motora. Os exercícios físicos, além de seguirem sempre proporções vindas da lu yang (intervalo da quinta perfeita) e lu yin (p4), são lentos, pra não alimentar o vício em dopamina. A mente deve pensar em algo simples e repetitivo, pra desligar o EUzão racional mesmo, pois ele atrapalha o processo.

    já o esquema é atraves das sensações e emoções, os sentimentos são mais complexos que as emoções, você começa a sentir o chi, e começa a sentir ele se mover, pulsar, esquentar, esfriar, formigar, etc.

    por exemplo, a órbita microcosmica, ou pequeno universo ou outras micro variantes, ali vc ensina ao seu corpo a reagir sempre q há acumulo de chi em um ponto, como? vc ensina q ele deve seguir um fluxo contínuo por doze pontos (q no final são os seis pontos centrais do krya projetados na frente e nas costas) e com o pensamento vc projeta um som, q dependendo da escola muda de mua/aum pra mo/om, pra reng/rai, etc, mas sempre dois sons opostos, um pros pontos yang e um pros pontos yin.

    faz isso por um ano e vc percebe q começa a virar automático, seu corpo re-aprende (pois tem-se como principio no taoísmo q recém-nascidos fazem isso naturalmente) a como guiar o chi sem deixar ele ficar preso em ponto algum, e mais, vc aprende q pode deixar ele preso no orgão regente que quiser quando quiser, pra obter o estado emocional que quiser. No final, um mestre em chikung é sempre um puta ator em potencial! 😀 😀

    eu to preparando um material com relação de protons, eletrons, potássio, magnésio, sódio, dopamina, vagus, pineal, sonoluminescencia, o fato de biofísica já saber q podemos “escutar” ultra som no centro do cérebro, etc e quando terminar, vai demorar um tico, mando por email pro elielson e ele te passa. O livro taoist yoga do charles luk é um puta guia do taoísmo em prática. Assim como os exercícios do xian entre os vivos, chunyi lin.

    taoismo é muito louco. é “religião” vinda da contemplação (q é meio q observação com amor! :D). Por exemplo, os cirurgiões plásticos descobriram no séc.21 q os melhores horários pra cirurgia plástica são os horários q os taoístas tb dizem serem os melhores pra ir pra batalha, se machucar (tomar cortes) e se recuperar mais rápido! tem muito q as poucas culturas indígenas intactas sabem que não sabemos mais.

  9. adi said

    Guto Novo,

    Muito bom tudo isso que você contou aqui.

    “Mas como somos surdos ao que ocorre dentro de nós, mal temos a habilidade de sentir o vibrar dos batimentos cardíacos, por exemplo, essa ignorância em relação ao nosso próprio corpo, internamente, nos torna refém das reações dele. ”

    Ah!! As vibrações dos batimentos cardíacos isso eu sinto sim… verdade, quando fico quietinha, meu corpo quase que balança, pulsa os batimentos no corpo todo.

    “dai entra seu passado na equação toda. gerou-se a emoção, via excesso de energia. pq, exemplo, excesso de chi nos rins é medo. dai o fígado fica deficiente e vai roubar chi para si, mas devido a deficiência ele se enche de muito chi e muito rápido, excesso de chi ali vira raiva.”

    Que interessante, é um processo inverso ao que eu achava, porque pra mim, esses acúmulos de energia nos órgãos estavam relacionados com algum problema/bloqueio ocorrido na infância, daí surgir esse primeiro desequilíbrio que gerou-se a “primeira” emoção, que via de regra vai bloquear o bom funcionamento do chacra ou órgão responsável, ou bloquear a passagem de energia, daí gerando o acúmulo dela, que com o tempo, pode ocorrer uma doença. Porque, por ex., num caso de cura através do Reiki, ou como o Xamã atua, imagino que libera a emoção ali contida, como uma lembrança ou memória de algo ocorrido na infância.

    “já o esquema é atraves das sensações e emoções, os sentimentos são mais complexos que as emoções, você começa a sentir o chi, e começa a sentir ele se mover, pulsar, esquentar, esfriar, formigar, etc.”

    Depois que você falou pra mim qual era a diferença entre o Yin (frio) e o Yang (quente) comecei a prestar atenção a sensação na pele; porque eu sempre tive uma sensibilidade estranha na pele, por ex., quando o espiritual me toca profundo, quase como uma exaltação, uma alegria muito intensa, uma comoção, sabe tudo junto, minha pele arde, arde literalmente, como um fogo que não queima. Mas eu nunca tive explicação pra isso. Então de fato dá pra perceber, quando se presta atenção, pode-se sentir um certo calor que se move sobre a pele, e noutro momento mais frio, quase como um formigamento. Ocorre isso mesmo, não é maluquice… 🙂

    “com o pensamento vc projeta um som, q dependendo da escola muda de mua/aum pra mo/om, pra reng/rai, etc, mas sempre dois sons opostos, um pros pontos yang e um pros pontos yin.”

    E com o som “i” agudo e comprido vibrando na cabeça toda, vc sabe o que significa??

    “eu to preparando um material com relação de protons, eletrons, potássio, magnésio, sódio, dopamina, vagus, pineal, sonoluminescencia, o fato de biofísica já saber q podemos “escutar” ultra som no centro do cérebro, etc e quando terminar, vai demorar um tico, mando por email pro elielson e ele te passa.”

    Muito bacana esse material, passa sim, que coloco aqui no Anoitan pra todo mundo tomar conhecimento e compreender o Taoísmo mais a fundo, é um assunto apaixonante saber sobre nossas próprias energias e poder lidar com elas.

    Se você preferir, passo meu e-mail aqui do Anoitan, e você pode passar direto, ok. 🙂

  10. guto novo said

    legal adi! primeiro, rock ‘n roll de seu coração ser tão ouvido. 🙂 pratique o mateus 6:6! 😀

    “Que interessante, é um processo inverso ao que eu achava, porque pra mim, esses acúmulos de energia nos órgãos estavam relacionados com algum problema/bloqueio ocorrido na infância, daí surgir esse primeiro desequilíbrio que gerou-se a “primeira” emoção, que via de regra vai bloquear o bom funcionamento do chacra ou órgão responsável, ou bloquear a passagem de energia, daí gerando o acúmulo dela, que com o tempo, pode ocorrer uma doença. Porque, por ex., num caso de cura através do Reiki, ou como o Xamã atua, imagino que libera a emoção ali contida, como uma lembrança ou memória de algo ocorrido na infância.”

    o taoísmo, eu vim a descobrir, é meio que o inverso de tudo q seguimos no ocidente. Mais uma vez, devido a música. o hakim bey fala no t.a.z. na música como princípio organizador, e é fascinante isto no taoísmo. Tem um livro muito louco de um cara q viveu muito tempo na china e estudou a música deles, é outro mundo. Hoje não, mas eles rejeitavam as escalas que abraçamos, sendo até que nossa escala “imperialista” a temperada (todos intervalos simetrizados) nasceu pela mão de um principe china do séc.13 nosso.

    é a clássica separação entre escala de oitavas e escala de quintas, a oitava e quinta e quarta, delas você tira todas as notas, mas você não mistura bem a oitava e quinta (o comma de pitágoras é a prova maior, outros kialteras tb)

    por isso até quando se pensar na energia, no acumulo dela, etc, eu prefiro pensar em termos de teoria musical, no meu caso resolve muita coisa na contemplação destes conceitos.

    Bom, agora, até mais ou menos seus cinco anos de idade (e tem escola q indica essa visualização quando se imagina criança) vc ainda não tem bloqueio. Vc ainda coloca o chi pra circular.

    hj em dia é pior, fui fazer curanderia numa menina de 3 anos com anemia profunda, filha de mãe maconheira (só eu posso fumar essas coisas e continuar saudavel, oras) e pai ex-presidiário, ele faz das duas suas “escravas sexuais”, ou seja, ele se alimenta da energia delas por baixo, que é exatamente o “caminho da morte” q buda falou. A menina, tem só 3 anos e já uma “pervertida”, ela já fixa a consciência na área da bexiga/vagina! ou seja, o coração da menina já atrofiou, já prendeu chi! e é normal, no ambiente de stress em q ela vive!! então essa menina vai ter problemas psico-ilógicos e/ou fisicos mais cedo. é horrível! 😀 mas é como é.

    vc vai sim, via trauma, ou na infância, ou depois na vida cinza, vai acumulando tb trauminhas, ou hábitos que lhe sugam, e criam o hábito de ser sugado (combater os hábitos é outro jogo do taoísmo, tanto q tem um período q a pessoa passa pela insanidade total, mas com auto-amor se sai dela, mas mesmo assim tem hospício pra taoísta/chikungoso fracassado na china! 😀 :D). E é em cadeia q vai crescendo. mas todo dia há emoções que vão se acumulando, além dos traumas infantis tb. Tipo, taoísta é super fresco, flexível, mas fresco com relação a comida. Aceita fritura rápida, usar vapor, quase nenhum sal, pouca carne e em clima/período certo, etc, etc. pq isso? a comida e as emoções são as maiores causadoras de bloqueios nos meridianos. Por exemplo, carne, sal, gorduras vão incentivar o vício em dopamina, e um taoísta quer ir contrário ao caminho da morte, quer subir a energia pra ligar/ionizar as glandulas no centro do cérebro, pra dai começar a verdadeira meditação, e essas comidas fazem o inverso. Dai o bigu (sem vale, ou sem grão, ou sem o q frutifica no vale, etc, etc). A alimentação só proíbe grãos, que é o “bigu light” e o bigu real é só comer um tico de folhas verdes (alcaliniza e limpa) e frutas (energia/açúcar) uma vez por dia.

    então, a alimentação ajuda diariamente a fortalecer bloqueios de traumas infantis como tb a criar novos bloqueios e tornar mais complexos os bloqueios infantis! 😀 tipo, muito café, só por ser preto, comidas pretas e roxas dão energia pros rins (jing move mais o rim, jing é o yin, é ngro, e por ai vai, e como a cor do alimento indica a “qualidade” dos antioxidantes, hummm. pois é, até faz um sentidinho). Então beber muuito café te mantém em pé no trabalho produzindo, mas vai entupir os rins de chi negro (jing/energia gerativa) e isso vai te deixar com oq chamo de “medo abstrato”, que por sua vez é excelente pra manter todo mundo produzindo em nome do próprio emprego! 😀 uma droga pró trabalho genial!

    e se a pessoa já tiver tristeza aos montes por trauma, bom, o rim trava a energia nele, os pulmões tb tão prendendo, quem vai sofrer são os outros orgãos, e do mesmo modo q excesso de energia gera emoções yang desiquilibrada, a falta de chi nos outros orgãos vai gerar emoções yin desequilibradas!! 😀

    e assim vai até entupir de vez um dos órgãos, e parar de circular todo o chi. chama-se isso de morte. 😉

    o principio é básico, como na música, com três intervalos, 1:2 2:3 3:4 vc cria toda a complexidade de possíveis teorias, escalas, estilos, escolas musicais. O mesmo com as relações de energia no corpo e mente.

    por exemplo, ouve isso aqui, é o máximo que um instrumento europeu, criado dentro do modelo da oitava, pode chegar das quinta perfeitas, o mais próximo. O mesmo ocorre com nossa ciência, que como a oitava baseia-se em simetria e convergência, há limites para ela se aproximar da espiritualidade oriental em geral, pois esta é baseada, no caso taoísta, literalmente, na teoria musical da quinta perfeita, que é uma espiral aberta no oriente, e não um circulo perfeito como no ocidente. São diferenças que, creio, devem e vão sempre existir, mas conhece-las permite ver o limite e o alcance de cada modelo. E quem ganha com isso é nóis tudo! 😀

  11. guto novo said

    esqueci o vídeo. o mais próximo q um instrumento criado pras oitavas chega das p5 dos china e do pitágoras. eu acho genial, dois modelos, um simétrico e convergente, o outro assimétrico e divergente, se unirem, criarem a linguagem musical e depois se separarem novamente! 😀

  12. adi said

    ” pratique o mateus 6:6! ”

    Olha, nunca imaginei o Guako, digo Guto Novo,indicando a bíblia =), grandes mudanças mesmo. 🙂 , mas vou seguir seu conselho.

    ” é a clássica separação entre escala de oitavas e escala de quintas, a oitava e quinta e quarta, delas você tira todas as notas, mas você não mistura bem a oitava e quinta (o comma de pitágoras é a prova maior, outros kialteras tb)”

    Agora, como se aplicaria a música como ajuda na nossa transformação, isto é, no trabalho interno?

    “hj em dia é pior, fui fazer curanderia numa menina de 3 anos com anemia profunda, filha de mãe maconheira (só eu posso fumar essas coisas e continuar saudavel, oras) e pai ex-presidiário, ele faz das duas suas “escravas sexuais”, ou seja, ele se alimenta da energia delas por baixo, que é exatamente o “caminho da morte” q buda falou.”

    Então segundo o Taoísmo normalmente os bloqueios ocorrem depois dos 5 anos, e é bem interessante o caso da menininha, tão pequena e já passar por tudo isso, e aí eu até me pergunto uma questão que nem tem nada haver com nossa conversa sobre o alquimia Taoísta, e é sobre a questão do carma (Elielson, eu sei que tinha falado sobre um post sobre o carma, mas está difícil de sair 🙂 ). No Taoísmo há essa questão sobre o Carma ou não?

    ————————-
    Essa parte da alimentação é fundamental, pra saúde como um todo, e é aqui que o bicho pega :), ainda isso é complicado pra mim seguir as coisas bem à risca… mas um dia eu chego lá.

    Isso sobre os bloqueios que vc falou acima, é bem isso que acredito também, a gente já vem com uma certa “carga” infantil, que de certa forma nos condiciona a seguir esse padrão que atrai ainda mais “carga” (bloqueios), e acaba tornando-se um ciclo vicioso. E isso que é bem bacana sobre o taoísmo e suas técnicas, porque a principio vem é “quebrar” o vício, ou seja, primeiro desvincular do vício e depois organizar as energias, que significa cura, o qual nada mais é que realizar o seu “destino”, ou o despertar completo espiritual. Porque nenhuma coisa está desvinculada da outra.
    E tem uma coisa bonita que a Bárbara Brennan fala em seu livro “Mãos de Luz”, porque ela diz que toda doença é de certa forma a maneira ou caminho que determinado espírito escolheu pra despertar, ou seja, se “curar”, porque cura é equilibrar, soltar, fluir, não acumular energia, e é estar de acordo com a parte espiritual de nosso ser.

    Muito legal a música, e só pra poder entender melhor, por acaso você poderia mostrar também uma Chinese folk music que tem essas notas que você falou. E só pra constar, eu adoro música chinesa. 🙂

  13. guto novo said

    sim, curar é trazer equilíbrio de volta, dai um mestre taoísta, um mestre mesmo, um tiozinho q senta-se em lotus por quatro horas e levanta depois sem sentir dor! 😀 um mestre em chikung é um shuo-ho-ti, ou, aquele que transmite harmonia. E olha só, a criança recém-nascida já tem todos problemas daqui resolvidos, pois não tem nenhum ainda. E qualquer problema passado esquecido, mas as energias gerativas, dos pais e dos possíveis “fantasmas” que componham seu ser estão ali e vão ser atraidas por outras semelhantes, e se não houver equilibrio no processo, tanto problemas de “vidas passadas” como problemas associados aos vícios e virtudes (ambos em excesso é perigoso) dos pais vão guiar o individuo depois q completar a separação dentro de si, a criação de um “eu simpático” separado do “EU parassimpático” :D.

    por exemplo, pra mim os po e hum (fantasmas) é qual poça dágua. é um resto de personalidade flutuando por ai. um complexo de energias sutis, e elas existem, e a ciencia q cale a boca pois sequer medir as forças fracas ela consegue direito ainda, enfim, quando não somos reis de nosso microcosmo ainda, essas energias nos afetam “grudam” na gente, momentaneamente afetam o pensamento, o fluxo emocional etc, mas não são vivas, é meio como se fossem inteligências mortas, mas ativas ainda!

    nem virar imortal, q é o objetivo da alquimia taoísta, é tão importante, pois depois de um ponto vc percebe, q por mais incrível q seja ficar grávido de si mesmo e criar um corpo sutil pra manter-se coerente e vivo depois de morto, ainda sim uma hora se terá que retornar de vez ao wuji, a mãe geradora do universo. Como diria o don juan, viemos da vagina cósmica e a ela voltaremos. 😀 é o q fez, por exemplo, o ramana. o não dualismo indiano e o taoísmo são parecidos, com a diferença q no taoísmo não se cria civilização hierárquica em redor de um iluminado. pois ser um iluminado num é grande coisa mesmo perante a dança da grande mãe! 😀 😀

    Dai que num posso concordar nem discordar de quem afirma que o espírito escolheu a doença, escolheu ser aquela pessoa e talz, não sei. Tem escola taoísta que diz q temos nove mentes, mas só lembramos de uma ao nascer, tem escola que diz q mais de um fantasma compõe a pessoa, em seus órgãos regentes, ao ser gerado o processo do fetinho lá dentro, e por ai vai. Então ai depende da experiência pessoal q a pessoa terá quando ligar, e se, a pineal.

    Oq é comum em todas escolas é que a pessoa é composta pela energia gerativa do pai e da mãe. E que a energia gerativa dos progenitores é consequência e acumulo dos “acertos” e “erros” dos seus pais, e assim por diante. Dai sua possivel futura doença é consequencia indireta das forças e das fraquezas energéticas que herdou de seus pais.

    por exemplo, eu sou coelho e tinha muita falta de yang, definido pela astrologia lunar china. isso é devido a minha energia gerativa. Mas isso não é ruim tb, pois foi oq me empurrou pra socialização em busca de experiências e pessoas com mais yang, dai eu as “curei” e elas me “curaram” momentaneamente. No final, a meditação e o acumulo de chi no caldeirão/dantien inferior suprimiram a raiz da falta de yang, q d certa forma era o excesso de energia yin em meus vasos maravilhosos, por minha progenitora ser uma mulher muito mais forte que meu progenitor. Raramente um casal é igual, sempre um tende a ser mais forte, psicologicamente/energeticamente, q o outro.

    o carma tem sim, de modo indireto com a energia gerativa, e de modo direto com as escolas q acreditam e pregam isso. O chunyi lin lê suas vidas prévias todas, e com isso mapeia seu jogo de carma mais amplo. mas ele segue escola taoísta e shamanismo tibetano tb. o carma vem do ramo tibetano, a escola do tao do trovão por exemplo, que se concentra mais na coréia, tem até uma arte marcial chic taoísta lá, o thai-yang lung dao (caminho do dragão do sol), a escola do trovão taoísta crêe em reencarnação, de as vez um, as vezes dois , três espíritos numa nova pessoa, são flexíveis :D, eles crêem em carma herdado, assim como tb no conceito básico da energia gerativa, q é intrínseco a qualquer escola taoista.

    mas o passado é morto. pra godel é morto pois há o paradoxo de que eu não posso voltar para assassinar minha vó, pois se ela for assassinada, minha mãe não nasce e eu não posso existir pra matar minha vó. Então o passado eu só posso visitar pra observar, como um filme! 😀 pro chunyi lin é morto pq ele já foi e vive além do “vórtice de arco-íris” shamanico, ou além do taiji, ou seja, ele já retornou ao wuji, à fonte, e ele diz o mesmo, q o passado é morto, e q o apego a ele gera desarmonias (doenças).

    se o passado é morto, qualquer resquício que ele deixar no presente é capricho, como o don juan do castaneda chamava as doenças. Dai desconectar o seu momento, sempre presente, sempre mudando, desconectar a energia que te cria e te compõe agora do que é só memória ser importante.

    o gurdjieff tem técnica pra relembrar tudo q se viveu e entregar pra lua, o nagualismo, o ficcional e o real, têm técnicas pra isso tb. No taoísmo vc automaticamente faz isso ao circular seus 12 pontos e soltar o excesso, ou ao ficar com as pernas bem dobradas, pois o ponto do corpo q ajuda a fixar o passado é a parte das costas das coxas, tensão ali na hora dos exercícios ativos obriga as memórias liberarem as energias que prendem e que as prendem a nós tb! é surreal, mas depois q a pineal começa a se abrir, tudo isso começa até a ter lógica! 😀 😀

    ai adi, o segredo de tudo está na relação dos sobretons vindos da mistura de lu yang e lu yin. Como falei, hj em biofísica se sabe que é possível se sentir no centro do cérebro ultrasom. Temos ultrasom na medula óssea (q é importante pro taoísmo tb, afinal se é importante pro sangue é pro chi! :D). ouvimos ultra som no centro do cérebro, os sobre tons vindos de quintas fácilmente crescem até ultra som como se sabe tb, e por ai vai, dai fica difícil não ver que ultra som tem algum significado no sistema taoísta. até mestres de chikung (os poucos que conseguem ficar quatro horas em lotus sem dor alguma) emitem infra e ultrasom pacas pelas mÃos, como pesquisas china demonstraram. há mais coisas e possibilidades em nossos corpos do que nossa cultura com seus sistemas e alimentação nos deixa experimentar.

    é fraquinho, pois se concentra em sobre tons na física, em biofísica e em música sobre tom é mais interessante, mas é um artigo q dá uma geral do q é o sobretom, e o vídeo do youtube dá exemplo prático do sobre tom. E uma música china. toda a escala deles é feita na quinta e na quarta, logo, todo som chines tradicional é feito pra estimular, indiretamente, o vagus, e fazer a energia subir! 😀 não é a toa q música e felicidade é a mesma coisa pra chines.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Sobretom

    o monocórdio e a filosofia da música! 😀

    em vez de música china, qualquer musica tradicional tocada com os instrumentos tradicionais tem as quintas perfeitas, vai um monocórdio cheio de p5 vindo do vietnan ai? música china, indiana, oriental em geral, indigena e africana, é tudo o oposto da música européia, q gruda nas oitavas só. 😀 😀 dá pra sentir explodindo e massageando o centro da cabeça tranquilo aqui, creio eu. 😀

  14. guto novo said

    o principio da música tibetana: sobretons e pentatonica. o principio dos canticos das igrejas antigamente tb. como se sobretons tivessem alguma função ritual. 😀

  15. guto novo said

    e a aplicação prática dos sobretons na música daquela região, aqui, mongol. saca treinar desde criança pra usar todo sistema respiratório ao cantar. dizem q eles emitem som quando inspiram o ar até! 😀

    mais uma vez, sons criados para diálogo com sua ecologia! 😀

  16. adi said

    Eu gosto muito desse sutra recitado por esse monge tibetano, e acho que retrata bem sobre os tons.

  17. adi said

    “por exemplo, pra mim os po e hum (fantasmas) é qual poça dágua. é um resto de personalidade flutuando por ai. um complexo de energias sutis, e elas existem, e a ciencia q cale a boca pois sequer medir as forças fracas ela consegue direito ainda, enfim, quando não somos reis de nosso microcosmo ainda, essas energias nos afetam “grudam” na gente, momentaneamente afetam o pensamento, o fluxo emocional etc, mas não são vivas, é meio como se fossem inteligências mortas, mas ativas ainda!”

    É exatamente assim que acho também, perfeito em sua colocação, pois pra mim quando morremos, a centelha ou aquela parte da consciência se desfaz do “eu/personalidade” pois isso é passado, o que fica é um núcleo, ou semente cármica, que por semelhança vai atrair novos pais, ou seja, a parte genética, que daí surge as possibilidades de experiências conforme você bem explicou acima. Infelizmente hoje, estou sem tempo, vou ter que sair o dia todo, pois eu gostaria de “esmiuçar” mais sobre esse assunto (rsrs), entender melhor… e também comentar sobre outros pontos que você colocou e que achei bem interessante.

    Se der, ainda volto hoje pra continuar, ou se não, podemos continuar amanhã??? isso se você tiver tempo ou estiver disposto claro. 🙂

    Obrigado.

  18. guto novo said

    Se der, ainda volto hoje pra continuar, ou se não, podemos continuar amanhã??? isso se você tiver tempo ou estiver disposto claro

    claro que podemos. eu só sei falar de 3 coisas, desenhos animados, gibis e música oriental d uns anos pra cá. 😀 se num to incomodando, tagarelo, ouço, tagalero, ouço, com prazer! :
    —–

    Agora, como se aplicaria a música como ajuda na nossa transformação, isto é, no trabalho interno?


    adi, num é a música pela música, por mais q música no geral quase sempre faça bem, um médico de sampa provou q música, no geral, faz bem ao coração e seu funcionamento.

    mas é um tipo de música específico, que é música feita com escalas vindas da quinta perfeita e por consequencia, da quarta perfeita tb.

    por exemplo, nossa escala temperada não permite o mesmo efeito, por mais q isso desagrade muita gente. “mas como, adoro ouvir o compositor fulano, como essa música não tem o mesmo efeito?” uns ficam nervosos.

    pq nossa escala destrói, desfigurando as quintas, a harmonia natural que se obtém seguindo as P5. E ainda culpam o pitágoras! (comma de pitágoras) 😀

    o segredo é, escalas de quintas e quartas naturalmente, via os sobretons tendem a cria ultra som, e nesse processo, naturalmente gera uma transdução de energia, onde a música vai estimular ionização nas glândulas mágicas. Era esse tb o “segredo”, creio, da musica que cura do pitágoras.

    um exemplo prático é este senhor. Ele recriou instrumentos da época pré-socrática, e usa-os, e nem precisa ser músico! 😀 ele só vai tocando as cordas, uma a uma claro, do monocórdio e deixa os sobretons naturais vindos de uma escala que respeita o 2:3:4 sagrado de pitágoras, e dos taoístas tb, fazer o serviço.

    a música que cura, pois transduz o som em ionização no corpo. de forma simples e natural, e difícil de um ocidental viciado em máquinas -q seguem o mesmo principio da oitava, remédios, mediadores, etc, tudo que nos condiciona a crer impossível algo táo ridiculo de simples.

    http://www.harmonixhealing.com/Htm/Quotations.htm
    os pacientes desse tiozinho começam a ver luz com os olhos fechados durante as sessóes (e isso ocorre devido a pineal ser ionizada, e é o mesmo q se faz ao tocar nas doze notas dentro do corpo com a prática da meditação fundamental chingling que é a orbita do microcosmo/pequeno universo.

    e esse principio está presente, possivelmente, nas lendas tibetanas dos monges que cantavam juntos pra levitar pedras, possivelmente, pois até a nasa se interessa por isso, ao seu modo.

    a radicalidade do treco é simples, existem razões que geram harmonia por si só. Na engenharia sabe-se de razões/proporções q devem ser evitadas pois facilitam quebras em estruturas, afinal, as máquinas não geram harmonia por si só, com a escala fixada nas oitavas tb não.

  19. guto novo said

    27) “The octave formed a circle and gave our noble earth its form.” Pythagoras (569-475 BC)

    a oitava cria um círculo, dai no ocidente resolvemos, pelo conforto relativo a afinação, prender e podar pedaços das quintas, para mantê-las no circulo da oitava, dai chamamos de circulo da quinta perfeita.

    um escala de quintas vai gerar uma espiral, é aberta, não é fechada. Uma, oitava, cria o circulo, a outra, quinta, expande o circulo em espiral.

    e na geometria prendeu-se o circulo dentro do quadrado, que, por coincidência ou não, ocorreu quando a agricultura começou a se espalhar, as casas deixaram de ser redondas para serem quadradas, e o altar de sacrifício tomou a forma do enquadramento do circulo. E é esse o simbolo geométrico de confinamento do infinito, e criação da raiz de dois, que por sua vez sem ela não teriamos criado os logs e sem os logs não teriamos nem metade do que temos, em termo de tecnologia, hj.

    dai sugerem q sou ludista maluco, quando só me interesso em saber se há outro meio de criar brinquedos e extensões do que rejeitamos em nós que incluam a assimetria natural do c:g::g:c oriental, assim brinquedos em harmonia com a ecologia que a tudo pariu.

    dai quando a oitava e seu circulo se entregam à quinta perfeita e sua espiral, ocorre que, “Each celestial body, in fact each and every atom, produces a particular sound on account of its movement, its rhythm or vibration. All these sounds and vibrations form a universal harmony in which each element, while having it’s own function and character, contributes to the whole. ” -pitagoras.

    e isso é uma ressonância natural com a harmonia que permeia tudo, é o wu wei musical pitagórico. 🙂

  20. adi said

    Achei isso aqui do Dr. James Hopkins, e dá pra ter uma idéia sobre o som.

    E que interessante, primeiro de tudo, quando ele soa o gongo, e tem aquela vibração como que em onda, achei muito parecido com os tons binaurais, ou tons auditivos no cérebro de ondas alpha e teta, que pode ser ouvido naquele programa Gnaural ou WinAural.

    Aqui explica melhor.

    http://sincronia.110mb.com/ondasCerebrais.html

  21. guto novo said

    há 10 anos, nos meus 20epoucos, eu usava direto binaurais. É semelhante, já que, sendo tosco, são sons diferentes em cada ouvido que se casam no cérebro, ou seja, parte de um principio assimétrico, mas dentro de sistema q prega paridade. pq? binaurais trabalham com frequências, e frequencias são medição de tempo preso ao espaço, ou seja, é parte do conceito de contenção do infinito, é sistema fechado.

    por uso pessoal, eu tinha som binaural pra trabalha, pra ler, pra treinar kungfu, 😀 😀 eu tinha um menuzÃo de sons pra uso no dia a dia em meu walkman na época. 😀 mas uma coisa é sabido, com o tempo o estimulo diminui. Parece q é como droga, quanto mais se usa mais se precisa pra atingir o mesmo resultado inicial.

    Já o esquema vindo de tons assimétricos, mas complementares, pois consonantes, quanto mais se fica exposto mais o efeito cresce, o oposto do principio da droga! e pq? pq os sobretons ressonam em total harmonia com tudo, não só a mente, como os binaurais, ele vai colocando coerencia pelo corpo todo. eu tenho um monocórdio q eu fiz, toscão, mas é incrível como afeta não só a mente, que cremos ainda algo dentro do cérebro.

    pq? pq os sobretons crescem naturalmente ao se “chocarem”, o oposto do que ocorre com uso de frequencias. É como a lei de pitágoras em física, mas mais radical e não convergente.

    pra entender como isso ocorre, como que o principio de frequencia ainda é um principio limitador, a melhor forma é ir ao principio de incerteza, não o clássico, mas o do tempo-frequencia, que foi descoberto pelo pai dos hologramas. 🙂

    ou seja, com binaural não há transdução de energia como no uso de sobretons vindos de séries harmônicas. é legal, é. tem utilidade, tem, mas não ataca bloqueios no corpo nem coloca as células no estado dançante de “quantum jazz”, estado que a equipe da dra.mae wan-ho estuda tb.

    todos úteis, mas vindos de sistema diferentes, o binaural é como o principio da oitava temperada, prende-se o infinito, o incomensurável, os sobretons de séries harmônica se deixam guiar pelo infinito, o incomensurável. Alegóricamente, um quer controlar deus como objeto, o outro se deixa controlar por deus como instrumento. é como até platão colocou numa carte, a escala pitagórica ortodoxa é superior a que ele pregava e ele não via solução para o conflito da oitava com a quinta, não só ele, como ninguém antes nem depois dele. Ou segue-se a oitava, e prende-se o infinito, limitando-o, ou segue-se a quinta, e abre-se ao infinito, deixando-o expandi-lo. Radical, ao menos eu acho. Pior do que ter vários ou apenas um caminho, é ter basicamente dois apenas! 😀

  22. adi said

    “pq os sobretons ressonam em total harmonia com tudo, não só a mente, como os binaurais, ele vai colocando coerencia pelo corpo todo. eu tenho um monocórdio q eu fiz, toscão, mas é incrível como afeta não só a mente, que cremos ainda algo dentro do cérebro.”

    Ao mesmo tempo, não podemos negar, que de alguma forma, os pensamentos afetam nossas emoções, e por tabela nosso corpo, e vice-versa também, sendo assim, mente tranquila gera pensamentos harmônicos que tem seu reflexo no corpo, e corpo em harmonia reflete em mente harmoniosa, numa boa troca. Eu deduzo, mesmo que os binaurais sejam limitados, segundo você explicou, ainda assim, podem ter um bom efeito.

    “ou seja, com binaural não há transdução de energia como no uso de sobretons vindos de séries harmônicas. é legal, é. tem utilidade, tem, mas não ataca bloqueios no corpo nem coloca as células no estado dançante de “quantum jazz”, estado que a equipe da dra.mae wan-ho estuda tb.”

    Pode ser que não vai a fundo nessa questão, ao mesmo tempo que, quando se obtém uma certa “harmonia” interior, cria-se um confronto com o desarmônico, e o próprio organismo vai buscar esse equilíbrio, trazendo os bloqueios a superfície pra serem liberados por outros métodos mais eficientes, e por mais eficiente, acho que o vídeo abaixo se encaixa bem.

    E é nesse ponto que eu queria chegar, sobre o uso dos sons e como se aplicaria no “caminho” como método de nos ajudar na autocura (autoconhecimento).

    Encontrei esse vídeo aqui, e explica bem essa aplicação do som em nós mesmos.

  23. adi said

    ” por uso pessoal, eu tinha som binaural pra trabalha, pra ler, pra treinar kungfu, eu tinha um menuzÃo de sons pra uso no dia a dia em meu walkman na época. mas uma coisa é sabido, com o tempo o estimulo diminui. Parece q é como droga, quanto mais se usa mais se precisa pra atingir o mesmo resultado inicial.”

    Hehehe, você vivia num mundo “zenzacional” 🙂 . Agora, e se ao invés de usarmos os sons binaurais, escutássemos por mais tempo, i.e., não só em meditação, os sons da quinta perfeita??

    Com certeza nos traria muito mais harmonia diária, e nos ajudaria a estarmos mais conectados/ligados nas coisas sutis, ou seja ver beleza no mundo.

    Muito embora você diga que os binaurais são sons diferentes, honestamente, aos meus ouvidos de leiga parecem os mesmos, tem o mesmo efeito de onda, etc. (rsrsr)

  24. guto novo said

    Hehehe, você vivia num mundo “zenzacional” . Agora, e se ao invés de usarmos os sons binaurais, escutássemos por mais tempo, i.e., não só em meditação, os sons da quinta perfeita??

    na real, não era zen, era tudo mais lento e profundo, com mais detalhe. ao mesmo tempo tudo ficava com ar de sonho qdo em alfa. era interessante. zen pra mim é um estado de euforia sutil. em harmonia com tudo, sem bom, nem ruim. 🙂

    experimenta pra ver adi. 🙂 tipo, passa um mês só ouvindo som africano (feito com isntrumentos tradicionais), chines, celta (não esse celta nova era q é tudo temperado!), grego tradicional, musica de transe estilo dos koi-san, só ouvindo isso. Vc vai saber a diferença. Mas o efeito é outro do binaural. É música que respeita a quebra de paridade natural do cérebro de cima! 😀
    00

    “Muito embora você diga que os binaurais são sons diferentes, honestamente, aos meus ouvidos de leiga parecem os mesmos, tem o mesmo efeito de onda, etc. (rsrsr)”

    os binaurais não criam sobretons em séries harmốnicas. deixa ver… se tiver curiosidade faça um experimento! 😀

    senta, relaxa, solte os ombros, ouça os binaurais sem fone de ouvido.
    senta, relaxa, solta os ombros, ouça uma música tradicional china cheia de “agudos”, sem fone de ouvido.

    provavelmente a sequencia de quintas criando sobretons em harmonia e crescente vai mexer com seu corpo E cerebro. ou não. mas se vc ouve o pulsar no peito, e o chi sobre a pele, dificil não sentir. esse treco de quinta, monocórdio, transdução, vagus, etc, é um treco que tem de experimentar, não dá pra ficar só no papel, ou tela, é uma filosofia e um meta-modelo vinda da musica, logo depende da experiência direta. 🙂

    No taoísmo isso, do entendimento vir primeiro via experiência direta é bem óbvio tb, talvez tudo associado a esse principio de opostos complementares (2:3 e 3:4, com o sobretom criando mais energia em ressonancia até chegar a ultra som, ou seja, a lu yang se chocando e unido-se à lu yin e com isso criando chi/movimento). Saca o meta-modelo musical? Talvez seja até o meta-modelo que o alan connes procura, mas ele se fixa na nossa escala temperada (ainda). O barato do taoísmo é q pra ser MESTRE o tiozinho tem de saber música, pintura china, caligrafia, arte marcial, chikung, enfim, vai do conceito até a pratica do mesmo no corpo e suas extensões. Creio q a filosofia do pitágoras num ia diferente. a música como meta-modelo, ditando por onde ir e por onde não ir. Dai o conhecimento do “teorema de pitágoras” por pitágoras, mas sua desaprovação, para ele, outra coincidencia, como pros daoístas, devemos só trabalhar com razóes e seguindo as séries harmônicas, e aplicavam isso a tudo, dos instrumentos musicais a arquitetura, e pq? pq acreditavam que essas séries e tudo criada via elas estariam em sincronia com o “vibrar” de todas as coisas.
    Então a preocupação era criar tecnologias, ao menos do lado taoísta, em ressonancia com os “padrões” naturais. Dai roupa e papel vindo de canhamo, bicicleta pra nao escravizar animais, métodos de luta com violência extrema e rápida. Claro q depois da turma de confúcio tudo desandou pra civilização centralizada, cousa q imitamos tb na renascença, centrando tudo em reis, mecenas, uma igreja centralzona hiper-bem-estabelecida, sendo q antes o comércio era mais livre! 😀 e é interessante, outra coincidência, esse periodo de centralização e razão na renascença bate com a chegada da escala musical temperada, do principe chines, à europa! 😀 vai ver é como dizia o grego pedófilo, via a música se conhece a civilização! 😀
    00

    “Encontrei esse vídeo aqui, e explica bem essa aplicação do som em nós mesmos.”

    sim, esse é um esquema de chikung, só q o senhor do vídeo faz os sons meio na neura. Tem de ser mais lento e com a garganta relaxada. Ele pode ter feito assim por ser vídeo demonstrativo. Um outro exercício bocó e legal é aprender a falar relaxando o máximo os músculos usados na fala, a voz fica mais profunda, com o tempo vibra mais dentro e espalha mais a energia. Como as bruxinhas do duna, dá pra usar a voz pra criar estado emocional interno e externo! 😀 magia! 😀 Ele só é meio histérico na voz. 🙂
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    “Pode ser que não vai a fundo nessa questão, ao mesmo tempo que, quando se obtém uma certa “harmonia” interior, cria-se um confronto com o desarmônico, e o próprio organismo vai buscar esse equilíbrio, trazendo os bloqueios a superfície pra serem liberados por outros métodos mais eficientes, e por mais eficiente, acho que o vídeo abaixo se encaixa bem.”

    sim, o binaural ajuda. lá no link q postou fala de exemplos de auxílio grande em cura de alcoólatras! E acho que é por ai, cria-se um confronto com o desarmonico. 😀 como na oitava, PRENDE-SE o sistema LIVRE, a quinta e sua espiral, dentro da oitava, desfigurando-a, confrontando-a até o ponto em que o desarmônico exploda (comma de pitágoras), mas isso até subir o próximo degrau, a próxima oitava, e a explosão, o desarmônico ser maior, e infinitamente tem-se um sistema de crises maiores e soluções maiores, e crises maiores, até num ter mais crise, até o desarmônico ser grande demais pra a solução conter e um confronto ter efeito positivo ao que se impõe, no caso da música, a oitava, no caso do indivíduo, o eu ainda separado. Eis o caminho da simetria rumo a entropia. 🙂

    A questão pra mim, adi, é, qual sistema eu quero? um que sempre vai me segurar de espiralar livre (oitava temperada, anel comutativo, impor paridade, convergência e simetria, e suas práticas espirituais de manutenção) ou um que vai me impulsionar para espiralar livremente (quinta, matemática não comutativa e não convergente (tão criando ela ainda! :D), aceitar a quebra de simetria e paridade na natureza, e as derivadas práticas de LIBERAÇÃO).

    No final depende do objetivo do sujeito! 😀 para quem quer só se manter bem no sistema fechado em que vivemos, viva a oitava!! eu quero espiralar. E, garanto, pra quem quer espiralar e ver luz mesmo de olhos fechados, tem tecnologia natural e harmônica com o corpo na terra, e a mente no céu. E ela ensina a usar o corpo como instrumento musical, que espalha graus de vibração. E a mente a ser compositor e regente ao mesmo tempo, e em tempo real. 😀

    no final é qual aquela lenda grega, dionísio e apolo foram tocar pro povão. as pessoas gostaram do som de dionísio. as montanhas o som de apolo, e ambos seguiram seus caminhos! 😀

  25. adi said

    “na real, não era zen, era tudo mais lento e profundo, com mais detalhe. ao mesmo tempo tudo ficava com ar de sonho qdo em alfa. era interessante. zen pra mim é um estado de euforia sutil.”

    É verdade, zen é bem diferente… mas é que se usa falar “tudo zen”, quando a pessoa é calma, lenta mas centrada. Zen pra mim é estar em estado de espírito “bem” equilibrado, uma comunhão entre os dois lados das coisas…

    “experimenta pra ver adi. tipo, passa um mês só ouvindo som africano (feito com isntrumentos tradicionais), chines, celta (não esse celta nova era q é tudo temperado!), grego tradicional, musica de transe estilo dos koi-san, só ouvindo isso. Vc vai saber a diferença. Mas o efeito é outro do binaural. É música que respeita a quebra de paridade natural do cérebro de cima.”

    Você tem razão Guto, eu ouvi por um tempo os binaurais, é relaxante, deixa a mente mais calma e facilita na meditação, mas em termos de mexer com a energia mesmo, do tipo de arrepiar o corpo, de emocionar e de fazer chorar de alegria, não se compara com a música tibetana, chinesa, etc. Outro dia, estava assistindo na Nat.Geografica sobre o transe tribal e sobre o êxtase, que magnífico, porque a música faz o corpo na dança entrar em sintonia com o espírito, como uma porta aberta entre os dois mundos. Mas é perigoso ao mesmo tempo, como uma forte possessão que pode levar a morte. Era uma filmagem bem antiga, em preto e branco ainda, lá na África, e o rapaz caiu possuído por uma “força” enorme, soltou um grito e uivou como os lobos e desfaleceu por completo, não conseguindo mais voltar à consciência, o xamã tentou trazê-lo de volta mas não conseguiu…

    Sabe, essa “força”, no meu entender, têm muitos nomes, e o homem sempre esteve a experimentá-la vez ou outra, quando a porta que divide os dois mundos se desfaz, ou consciente/incosciente se unem,e então tudo se torna uma coisa só, um mundo só, sem fronteiras… como é uma força além da compreensão daquele que experimentou, e como não têm como dizê-lo, criaram-se os deuses e outras coisas para falar sobre a “força”… por isso, entendo, a cada cabeça uma sentença, ou seja, você se utiliza daquilo que te serve como representação do “inexplicável” atemporal… pois só são maneiras diferentes de tentar falar da mesma coisa.

    ” No final depende do objetivo do sujeito! para quem quer só se manter bem no sistema fechado em que vivemos, viva a oitava!! eu quero espiralar. E, garanto, pra quem quer espiralar e ver luz mesmo de olhos fechados, tem tecnologia natural e harmônica com o corpo na terra, e a mente no céu.”

    Exatamente como eu acho também, e é isso que tentei dizer acima, vai depender de cada um, do objetivo do sujeito… alguns vão querer ir a fundo nessa questão e mudar a percepção e de tal forma dissolver os bloqueios que separam, que turdo se torne um só mundo em acordo e sintonia… outros preferem viver em harmonia na dualidade.

    Eu vou experimentar ouvir essas músicas, como vc sugeriu, pra sentir na prática esses efeitos. Vou tentar baixar arquivo mp3, e me interessa especialmente a música transe ao estilo koisan, vc sabe se dá pra baixar da internet??

    Guto Novo, obrigado pelas informações, eu gosto muito de conversar sobre esses assuntos :), principalmente porque também sou tagarela 🙂 , e foi muito esclarecedor sobre o Tao, vou por em prática algumas coisas, percebi que vale a pena…

  26. Set-Nuit said

    Ótimo texto.
    Me impressiona que as pessoas ainda vivam neste paradigma alienado e ultrapassado de religião versus ciência, quando na verdade a origem tanto da religião quanto da ciência é a mesma (osso de ishango, pitagorismo, hieróglifos egípcios a partir da arte e pintura, fangshis da china antiga, Nezahualcoyotl, etc).
    Creio que atualmente muitos se encontram em um vão de crenças, experiências e certezas, e querem algo onde se agarrar e se apoiar. No fim para umas acaba sendo a ciência, mesmo que a ciência nunca tenha sido definitiva, fixa, linear e isenta de erros e posteriores correções.
    Mas é a grande batalha ideológica do dia-a-dia, todo mundo tentando converter ao próximo! O que importa é que todo mundo deve pensar igual!

    “Se você não sou eu”, retrucou Chuang Tzu, “como pode saber que eu não sei?”

  27. Pedro said

    “se a realidade é um saco alucinação me faço”
    http://parrachia.blogspot.com/2010/01/se-realidade-e-um-saco-alucinacao-me.html
    quanta saudade, guto!

  28. Alguém teria um email para contato com o Guaco (ou seja lá qual seja seu nome/personalidade atual)?

    Um amigo meu quer trocar uma ideia com ele.

    Agradecido =)

  29. adi said

    Oi Vinícius,

    Faz tempo que ele está sumido e acabei perdendo o e-mail particular dele. Você pode tentar esse aqui: oguaco@gmail.com

    É bem antigo, mas pode ainda estar ativo. Espero que ajude. 🙂

  30. egosemper said

    Tudo pois quanto não está revelado, escondido está!
    Se Aquele que porventura escondido está têm o poder de revelar-se mas não faz, vontade certamente não há!!
    Se Deus precisa ser provado, induvidavelmente revelado não está. Certo que nenhum homem revelará a Deus.
    Porventura pode um obra revelar seu construtor?
    Prudente seria a criação respeitar a revelação voluntária do seu criador, sob pena de estar cometendo a insana pretensão de trocar de lugar.
    Ainda que o intuito fosse tão somente provar a simples existência e não o seu Todo, certo é que o que temos já nos basta, pois, pra tudo quanto fora criado um criador se dispôs! O reverso disto é a negação da própria condição de criatura, remetendo-se novamente à insana pretensão.

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