Anoitan

“Se sempre há um amanhã, sempre há um anoitã.”

As transformações iniciáticas – segunda parte

Posted by adi em novembro 17, 2009

Toda transformação inclui experiência de transcendência e mistério e envolve a morte simbólica e o renascimento. Muito embora exista uma tendência de falar algo exageradamente de uma renovação completa, não é este o caso. Há somente uma mudança relativa, de modo que a continuidade da pessoa e da psique é preservada. Se fosse de outra forma, observa Jung, a transformação realizaria uma dissociação da personalidade, amnésia ou outro estado psicopatológico.

O interesse de Jung pelo ritual originou suas viagens à África, Índia e às tribos indígenas no sudoeste dos Estados Unidos.Era sobretudo atraído pelos rituais de iniciação, neles encontrando paralelos com processos e progressões psicológicos feitos pelo indivíduo em diferentes estágios da vida.

Todas as iniciações envolvem a morte de uma condição menos adequada e o renascimento de uma condição renovada e mais adequada, daí os rituais são tão misteriosos como aterradores, pois o indivíduo é levado frente a frente com a numinosidade da imagem de Deus ou do Self, sendo compelido pelo inconsciente em direção à consciência. Relaciona-se ao sacrifício e é esse sacrifício, mais que quaisquer tormentos ou torturas, o que produz o sofrimento.

Os rituais:

Um serviço ou cerimônia encenada com um propósito ou intenção religiosa, seja tal propósito ou intenção consciente ou inconsciente. As representações rituais são baseadas em temas mitológicos e arquetípicos, expressam suas mensagens simbolicamente, envolvem uma pessoa totalmente, conduzem um senso de significado superior para o indivíduo e, ao mesmo tempo, contam com representações adequadas ao espírito dos tempos.

Quando ritos individuais e coletivos já não incorporam o espírito dos tempos, são buscadas novas representações arquetípicas ou novas interpretações são dadas a formas antigas, a fim de compensar o estado que mudou na consciência.

O ritual funciona como um continente psíquico para a transformação, quando o equilíbrio psicológico de uma pessoa é ameaçado pelo inesperado poder do numinoso durante um período de mudança de um status ou modo de ser para um outro.
Jung acreditava que o homem exprimia suas condições psicológicas mais importantes e fundamentais no ritual e que, se não fossem providenciados rituais apropriados, as pessoas espontâneas e inconscientemente inventariam rituais para salvaguardar a estabilidade da personalidade quando a transição de uma condição psicológica para outra era efetuada. Contudo, o próprio ritual não efetua a transformação; apenas a contém.

Portanto, os ritos antecipam um estado liminar ou transitório, correspondente à perda temporária do ego. Em virtude disso, o iniciado precisa estar acompanhado por alguém, sacerdote ou mentor, uma personalidade mana, capaz de assumir a transferência projetada daquilo em que o iniciado irá se tornar, embora, de início, o conteúdo da projeção possa tornar a forma de alguém que está impedindo aquele mesmo iniciado de se transformar. O relacionamento entre os dois, iniciado e iniciador, é simbólico. Durante o processo iniciático  realiza-se uma combinação de opostos, uma coniunctio envolvendo espírito e matéria.

O simbolismo da transformação é perceptível nos ritos primitivos da iniciação, na alquimia e no ritual religioso,e todas estas cerimônias destinadas a impedir as lesões psíquicas passiveis de ocorrer em ocasiões de transição.

O inconveniente dos rituais é que se utiliza de um sistema de conceitos pré definidos e um conjunto de símbolos já convencionados pelo dogma ou ordem esotérica. São símbolos que o iniciado deve aprender de fora pra dentro, já devidamente filtrados por conceitos que também não foram elaborados por ele.

Interessante notar, que segundo Jung, essas representações simbólicas através do ritual “somente” atuam sobre a psique, se constelar o arquétipo ou energias já disponíveis dentro do iniciado. Assim, pois se formos tocados por uma grande idéia de fora, devemos compreender que ela “só nos toca” porque há algo em nós que lhe corresponde e vai ao seu encontro.

As transformações técnicas ou auto-iniciação:

Além da utilização mágica do ritual formal, existem ainda técnicas especiais que atraem além da graça correspondente ao ritual também o esforço do iniciado para alcançar a meta. Trata-se aqui de uma vivência de transformação produzida por meios técnicos. Pertencem a esse contexto os exercícios denominados Ioga no oriente ou exercício espiritual no ocidente. Trata-se de uma técnica determinada, prescrita com maior ou menor precisão, a fim de atingir um efeito  psíquico determinado ou pelo menos tentar atingi-lo. São técnicas no pleno sentido da palavra, derivadas da reelaboração de processos e transformações naturais.

A auto-iniciação busca o contato com energias arquetípicas de dentro pra fora, como uma linha direta de comunicação entre o mago e seu próprio inconsciente, onde a cada contato com as forças arquetípicas se revela símbolos e seus significados, e essa descoberta ou revelação equivale a auto-iniciação, ou a expansões de consciência, na medida em que esses símbolos e significados são integrados e causem as transformações na psique.

A iniciação espontânea

Tudo o que o drama dos mistérios representa e produz no espectador, também pode ocorrer sob a forma de uma experiência espontânea, extática ou visionária sem qualquer ritual.

Ocorre quando vem ou parte do próprio inconsciente o contato, emergindo espontâneamente as energias arquetípicas. De repente, o sujeito começa a ter sonhos arquetípicos, visões,  uma forte depressão, uma diminuição da personalidade,  e pode ser descrito como uma perda de alma. Esse tipo de iniciação se assemelha muito com as iniciações xamânicas: o iniciado se apresenta com uma doença desconhecida, febre, e se supõe que a alma se foi, a tarefa do xamã é recuperar a fugitiva e trazê-la de volta. Em nossa sociedade, descrevemos essa perda de alma como um rebaixamento do nível mental, como uma perda do tônus, o que é sentido como uma morosidade, como um peso, depressão. Não se tem mais nenhum desejo ou coragem de enfrentar as tarefas do dia.

A pessoa se sente como chumbo porque nenhuma parte do corpo parece querer mover-se, e isso é devido ao fato de não haver mais qualquer energia disponível. O estado de desânimo e paralisação da vontade pode aumentar a ponto da personalidade desmoronar, por assim dizer, desaparecendo a unidade da consciência; as partes isoladas da personalidade tornam-se autônomas e através disso perde-se o controle da consciência. Criam-se, por exemplo, campos anestesiados ou amnésia sistemática.

Esta depressão pode ser desencadeada em decorrência de extremo cansaço físico e psíquico, de doenças somáticas, de emoções e choques violentos, cujo efeito é desestruturador sobre a auto-segurança da personalidade.

Muitas vivências místicas têm caráter semelhante: representam uma ação em que o espectador fica envolvido, embora sua natureza não mude necessariamente. Do mesmo modo, muitas vezes os sonhos mais belos e impactantes não têm efeito duradouro ou transformador sobre o sonhador. Este pode sentir-se impressionado, sem contudo ver nisso obrigatoriamente um problema. Nesse caso, o ocorrido permanece do lado de fora, como uma ação ritual executada por outros. Tais formas da estética de vivência devem ser cuidadosamente  destacadas das que indubitavelmente envolve mudanças na natureza da pessoa. Porque como foi dito acima, as transformações somente ocorrem quando os conteúdos do inconsciente são integrados pela consciência.

Só nos apropriamos verdadeiramente de tudo o que vem de fora para dentro, como também tudo o que emerge de dentro, se formos capazes de uma “amplitude” interna correspondente à grandeza do conteúdo que nos chega de fora ou de dentro. A verdadeira ampliação da personalidade é a conscientização de um alargamento que emana de fontes internas. Sem amplitude anímica jamais será possível referir-se à magnitude do objeto. Por isso diz-se com razão que o homem cresce com a grandeza de sua tarefa. Mas ele deve ter dentro de si a capacidade de crescer.

Jung cita ainda o encontro de Nietzsche com Zaratustra, que transformou o aforista crítico no poeta trágico e profético como um exemplo clássico dessa ampliação. Paulo também é um exemplo semelhante: Cristo veio de repente ao seu encontro na estrada de Damasco. Embora o Cristo que apareceu a Paulo não fosse possível sem o Jesus histórico, o aparecimento de Cristo a Paulo não proveio do Jesus histórico, mas sim do seu inconsciente.

Num ponto culminante da vida em que o botão se abre em flor e do menor surge o maior, “o um torna-se dois”, e a figura maior – que sempre fomos, mas permanecia invisível – comparece diante do homem que fomos até então, com a força da revelação. O verdadeiramente pequeno e sem esperança sempre reduz à sua pequenez a revelação do grande e jamais compreenderá que o juízo final também despontou para a sua pequenez. O ser humano intimamente grande sabe, porém, que o amigo da alma, pelo qual há tanto ansiava, o imortal, chegou enfim de fato para levar “cativo seu cativeiro”.

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Fontes: C.G.Jung – Os Arquétipos e o Inconsciente coletivo;   Lista de verbetes – Rubedo;   Sobre as Iniciações – O F.Atirador.

Obs.; Este post é continuação de “As transformações iniciáticas – primeira parte”

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10 Respostas to “As transformações iniciáticas – segunda parte”

  1. Elielson said

    Olá Adi.

    e todas estas cerimônias destinadas a impedir as lesões psíquicas passiveis de ocorrer em ocasiões de transição.
    ……………………………

    Se o sacramento e a parafernália ritual são usados como uma galinha que choca os ovos espirituais, então dá pra relevar, mas não creio que a transformação se dê por conta do estimulo ritual, ou pela ordem. O resultado do proceder sagrado hoje é representado por arquivos onde se buscam a identidade com questões e situações na qual o individuo está imerso. Mas é na intenção do individuo que reside a força pra quebrar a casca, e se no meio dos arquivos ele não mexer nos piores, mas com a melhor das intenções, que por acaso não serão intenções egoistas ( ao meu ver pelo menos), não se atua como original.

    ………………………………………………………………….

    Esta depressão pode ser desencadeada em decorrência de extremo cansaço físico e psíquico, de doenças somáticas, de emoções e choques violentos, cujo efeito é desestruturador sobre a auto-segurança da personalidade.

    Adi.
    ………………………………………………………………….

    Uma coisa que particularmente me chamou a atenção na conversa do joseph campbell foi a parte em que ele diz que o xamã deve ter passado por uma experiência traumática.
    Essa forja que é o sofrimento tem como contraponto o comedimento, mas ainda acima disso acho que tudo que decorre após o trauma é o reconhecimento como causa das coisas em que nos encontramos ao sermos corpos atuantes.
    Dá pra entender a iniciação também como uma injeção de sensibilidade.O comedimento como contraponto se refere as permanências nos extremos, novas sensações te levam a buscar novas sensações, …uma solução para isso seria um intensivo trabalho de enxergar o estado natural como a sensação na qual deve-se basear a vivência, como um ponto central entre os polos. O problema é que os pontos centrais das pessoas estão emparelhados com exemplos produzidos para que outros se mantenham em seus pontos centrais e assim por diante…
    Ah , então é culpa deles…. rsrsrsr, NÂO.
    Os riscos psiquicos partem de uma má conduta em relação a intenção, de uma influência demasiada da casca egóica na busca reveladora de si, que vai lhe dar muito mais exemplos das coisas nas quais se espelha conforme a direção em que caminha.
    Por isso muitos meios estimuladores pra uns são impeditivos pra outros e vice-versa.
    Pq uma alteração vem do que vc é agora.
    E se o estimulo não vem, somos impedidos ao esperar.

    😀

  2. adi said

    Olá Elielson,

    “Se o sacramento e a parafernália ritual são usados como uma galinha que choca os ovos espirituais, então dá pra relevar, mas não creio que a transformação se dê por conta do estimulo ritual, ou pela ordem.”

    É verdade. Tanto que Jung explica que o intento de toda essa parafernália é ativar energias que já estão dentro do “iniciado”. Atualmente, nós sabemos que a maioria dos rituais das ordens são como cascas vazias, somente a representação simbólica de um evento místico e interior, mas talvez pra algumas pessoas ainda funcionem, pois claro vai depender dessa disposição interior, e nesse caso o ritual pode funcionar como um gatilho.

    Há ainda, como foi falado, a auto-iniciação, onde a ritualística não depende de alguma ordem, mas pode ser praticada pelo indivíduo, sempre visando o contato com essas energias. Talvez não tenha a força de uma egrégora, mas tem a vantagem de se lidar com os símbolos que o próprio inconsciente lhe revela.

    “Essa forja que é o sofrimento tem como contraponto o comedimento, mas ainda acima disso acho que tudo que decorre após o trauma é o reconhecimento como causa das coisas em que nos encontramos ao sermos corpos atuantes.”

    Eu acho que a depressão significa o começo de uma mudança profunda que vai ocorrer; como a morte de um estado anterior, para o surgimento de uma nova maneira de ser. Só quem já teve depressão sabe o quanto é doloroso, sabe a vontade de morte que lhe vem. No meu entender é uma transformação psicológica ocorrendo, e que tem que deixar ocorrer.

    “Dá pra entender a iniciação também como uma injeção de sensibilidade.O comedimento como contraponto se refere as permanências nos extremos, novas sensações te levam a buscar novas sensações, …uma solução para isso seria um intensivo trabalho de enxergar o estado natural como a sensação na qual deve-se basear a vivência, como um ponto central entre os polos.”

    Eu entendo que as iniciacões, ou o contato com as energias arquetípicas, são como uma renovação. É como uma atualização do arquétipo em nosso mundo,
    ou seja, dentro de nosso pequeno mundo. Você não tem controle sobre isso, o que lhe resta depois, é somente como assimilar, captar, incorporar, ou seja integrar a consciência essa experiência do contato.

    “O problema é que os pontos centrais das pessoas estão emparelhados com exemplos produzidos para que outros se mantenham em seus pontos centrais e assim por diante…
    Ah , então é culpa deles…. rsrsrsr, NÂO.”

    A iniciação vem justamente quebrar esses pontos, vem quebrar essas estruturas sistêmicas e amarras que estão dentro de nós, deturpando a maneira como vemos o mundo. Claro que a cada contato, se modifica um pouco, se alarga um pouco, se expande um pouco a consciência, cada vez mais.

    Os riscos psíquicos estão sempre ao lado dessas experiências, conheço pessoas que não deram a devida atenção aos primeiros sinais das mudanças requeridas, continuaram a reprimir os sintomas, e ao invés de um contato agradável com as energias arquetípicas, surtaram e foram internadas.

    “Por isso muitos meios estimuladores pra uns são impeditivos pra outros e vice-versa.”

    Exato, por isso é importante seguir seu próprio mapa, conforme o próprio inconsciente vai desenhando. Por este motivo sou completamente a favor da autoiniciação.

    abs
    adi

  3. Sem said

    Oi Adi, amigos,

    Sensacional Adi, gostei muito do que escreveu e acho que essa noção do inconsciente em contato e ao mesmo tempo sendo guiado pelos arquétipos é toda a força do pensamento junguiano. Comecei a ler a pouco “O Símbolo da transformação na missa”, do Jung. E recentemente terminei o seu “Psicologia e Alquimia”, que mais parece um manual… horrível de ler. Estou dirigindo os meus estudos, que sei são super afins aos seus, nessa direção, quer dizer, sabe de minha preferência pelos pós-junguianos, mas justamente por isso tenho lido as obras mais herméticas do Jung no sentido de descolar o seu pensamento dos junguianos clássicos. Tenho realmente percebido que são duas coisas diferentes…

    Foi bom te ler, sua clareza…

    Bom, eu ando desaparecida e vou continuar desaparecida, ando envolvida com outros projetos, só pra avisar o motivo do meu sumiço mas que passarei sempre por aqui para ler vcs.

    Abraços!

  4. adi said

    Oi Sem,

    ” E recentemente terminei o seu “Psicologia e Alquimia”, que mais parece um manual… horrível de ler.”

    😀 😀 – Verdade, tem livro do Jung que mais parecem tratados técnicos. Eu li primeiro o “Mysterium Coniunctionis II”, e agora estou enrolada com o “M.C. I”, estou achando um pouco mais complicado. Mas ler Jung é assim mesmo, nada fácil. (rsrsrs).

    “…sabe de minha preferência pelos pós-junguianos, mas justamente por isso tenho lido as obras mais herméticas do Jung no sentido de descolar o seu pensamento dos junguianos clássicos. Tenho realmente percebido que são duas coisas diferentes…”

    Talvez seja uma falha minha Sem, mas ainda não tive vontade de ler os pós-junguianos, sei lá, ás vezes eu acho que ler a origem e daí ter minhas próprias percepções a respeito seja melhor do que ler outras percepções de Jung. Eu entendo que muitas vezes a visão de Jung nos parece “antiga”, mas é perfeitamente compreensível se entendermos sua época, a sociedade Suiça do século passado, etc. Ele foi um homem corajoso e inovador em seu tempo, e até hoje nos tem ajudado muito nos assuntos da psiquê.

    “Foi bom te ler, sua clareza…”

    Muito obrigado Sem.

    ” Bom, eu ando desaparecida e vou continuar desaparecida, ando envolvida com outros projetos, só pra avisar o motivo do meu sumiço mas que passarei sempre por aqui para ler vcs.”

    Não se preocupe, e se sinta a vontade, afinal vc está em casa. 😉

    abs!

  5. Céus!
    Sempre que venho aqui me impressiono com a clareza com que você se expressa, Adi.

    Eu tenho vindo a esse blog há algum tempo já, lendo, adquirindo conhecimento, me admirando com a quantidade de conhecimento de vocês e das pessoas que lêem vocês, mas comentei uma ou duas vezes apenas, por não ter o que acrescentar. Venho aqui como um leigo, disposto a conhecer algo, para tentar entender a mim e a outrem.

    Agora, eu fiz um blog e vi como é ruim não receber um feedback, e, decidi, mesmo sem acrescentar muito, responder aqui para dar uma força, fortalecer a egrégora.

    De qualquer maneira, parabéns!

  6. adi said

    Céus digo eu, Eduardo!! que sincronicidade, parece que você ouviu meus questionamentos. 🙂

    Você não sabe o que eu estava pensando nesse momento? se estava valendo a pena dar continuidade a essa proposta que foi o Anoitan – um blog coletivo – essa foi a proposta inicial, que parece se desfez, não sei exatamente onde ou quando?? Talvez tenha acontecido devagar sem que percebêssemos …

    “Sempre que venho aqui me impressiono com a clareza com que você se expressa, Adi.”

    Obrigado, de verdade! Você não imagina como foi bom ouvir isso, porque já estava questionando se minhas baboseiras aqui, podiam interessar a alguém… e saber que foi de alguma utilidade, é como um novo alento pra poder continuar.

    “De qualquer maneira, parabéns!”

    Valeu Eduardo.

  7. adi said

    Eduardo,

    Fui visitar seu blog Animus Mundus, e achei muito interessante, gostei bastante, mas não estou conseguindo deixar um comentário lá, tentei duas vezes e não foi possível.

  8. Só temos a brindar pela sincronicidade! Sempre me sinto bem quando esse tipo de coisa acontece!

    Fico feliz que meu interesse tenha ajudado de algum modo. E pode ter certeza que, como eu, há outros leitores que se interessam, mas não comentam, ou dão esse feedback tão simples, mas tão importante.

    Acho até mágico como a internet pode possibilitar uma gama de conhecimentos tão boa, e uma ligação pessoal tão construtiva quanto frágil.

    Obrigado por ter ido no Animus Mundus! Fico felicíssimo que você tenha gostado. Esse é um dos blogs no qual eu sempre tento me espelhar quando vou escrever algo.

    Não sei porque não funcionou! Testei agora há pouco e os comentários estavam habilitados! Obrigado de novo, Adi!

  9. adi said

    Oi Eduardo,

    Sabe, foi muito interessante esse ocorrido; eu só posso entender dessa forma, a sincronicidade do universo… e são nessas coisas simples que podemos constatar, estamos sim todos ligados nessa grande malha ou tela de energias.

    Ajudou muito Eduardo, como eu disse, foi como um sopro que renovou aquele sentimento que eu estava sentindo.

    “Acho até mágico como a internet pode possibilitar uma gama de conhecimentos tão boa, e uma ligação pessoal tão construtiva quanto frágil.”

    Eu também acho mágico a internet, como se retratasse esse mundo, essa malha de conexões das energias, de uma forma concreta. Aqui podemos verificar/experimentar nossos próprios limites, nesse sentido mesmo dos relacionamentos e de nossos sentimentos, é autoconhecimento sim, na medida que nos expomos e na reação que teremos em ser aceito ou não.

    ” Obrigado por ter ido no Animus Mundus! Fico felicíssimo que você tenha gostado. Esse é um dos blogs no qual eu sempre tento me espelhar quando vou escrever algo”

    Ficou bacana seu blog, sobre filosofia e afins, tem excelentes questionamentos… faz a gente ficar pensando o “interior”, e isso é muito bom…

    Então, fui comentar no post do porco espinho (rsrsrs), duas vezes, e não funcionou, mas vou tentar novamente, quem sabe agora dá certo.

    “Obrigado de novo, Adi!”

    Não por isso; eu que agradeço, mesmo!!

  10. Eu me toquei agora!
    Funcionou sim, mas é que o blogspot precisa de aprovação pra comentário aparecer!
    😀

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