Anoitan

“Se sempre há um amanhã, sempre há um anoitã.”

Hábitos de felicidade

Posted by luramos em abril 8, 2009

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13 Respostas to “Hábitos de felicidade”

  1. fynealhns said

    Lu,

    Muito bom, além dele ser uma simpatia.

    Isto me lembra o adorável Osho; q cada dia é mais verdadeiro:

    O ego não se sente bem, à vontade, com montículos; ele quer montanhas. Mesmo se isso for uma miséria, não deve ser um montículo, deve ser um Everest. Mesmo que isso seja miserável, o ego não quer ser ordinariamente miserável; ele quer ser extraordinariamente miserável.

    As pessoas continuam sempre criando grandes problemas do nada. Eu tenho conversado com milhares de pessoas sobre os problemas delas e realmente não encontrei ainda um problema real!

    Todos os problemas são falsos – você os cria porque sem problemas você se sente vazio. Não há nada para fazer, nada com o que lutar, nenhum lugar para ir. As pessoas vão de um guru para outro, de um mestre para outro, de um psicanalista para outro, de um grupo de encontros para outro, porque se não forem, eles se sentem vazios e subitamente, sentem que a vida é insignificante. Você cria os problemas para que você possa sentir que a vida é um grande trabalho, um crescimento, e que você precisa lutar muito.

    O ego só pode existir quando existe luta, lembre-se – quando ele luta. E se lhe digo, ‘Mate três moscas e você ficará iluminado, você não irá acreditar em mim. Você dirá, ‘Três moscas? Isso não parece muito. E ficarei iluminado? Isso não parece ser inverossímil. Se eu disser que você terá que matar setecentos leões, é claro que isso parece mais! Quanto maior o problema maior o desafio…E com o desafio surge seu ego, ele paira nas alturas. Você cria os problemas. Eles não existem.

    Os padres, os psicanalistas e os gurus – eles estão felizes porque todo o negócio deles existe por sua causa. Se você não criar montículos do nada e você não transformar seus montículos em montanhas, qual o sentido de gurus lhe ajudarem? Primeiro você precisa estar na condição de ser auxiliado.

    Os mestres verdadeiros dizem outra coisa. Eles dizem, “Por favor, vejam o que você está fazendo, que bobagem você está fazendo. Primeiro você cria um problema, depois você vai em busca de uma solução. Apenas veja que você está criando o problema, exatamente no princípio, quando você estiver criando o problema, essa é a solução – não o crie!” Mas isso não lhe agradará porque então você está subitamente voltando para si mesmo. Nada para fazer? Nada de iluminação? Nada de satori? Nada de samadhi? E você está profundamente cansado, vazio, tentando preencher-se com qualquer coisa.

    Você não tem nenhum problema; somente isso precisa ser entendido. Agora mesmo você pode deixar todos os problemas porque eles são criações suas. Dê outra olhada nos seus problemas: quanto mais profundamente você olhar, menores eles parecerão. Continue olhando para eles e aos poucos, eles começarão a desaparecer. Prossiga olhando e subitamente você descobrirá que há uma vacuidade… Uma bela vacuidade lhe cerca. Nada para fazer, nada para ser, porque você já é isso.

    Iluminação não é algo a ser alcançado, é somente para ser vivido. Quando digo que alcancei a iluminação, estou simplesmente dizendo que decidi viver isso. Já chega! E desde então tenho vivido-a. É uma decisão de que agora toda essa besteira de criar problemas e encontrar soluções acabou.

    Toda essa bobagem é um jogo que você está jogando consigo mesmo: você mesmo está escondendo e você mesmo está procurando, você é ambas as partes. E vocês sabem disso! Eis porque quando digo isso vocês riem, dão risadas. Não estou falando sobre alguma coisa ridícula; vocês o compreendem. Vocês estão rindo de si mesmos.

    Apenas observem a si mesmos rindo, apenas olhem para seus próprios sorrisos; vocês o compreendem! Isso tem que ser assim porque é seu próprio jogo: você está escondendo e esperando que você mesmo seja capaz de procurar e encontrar a si mesmo.

    Você pode encontrar a si mesmo agora porque é você que está escondendo. Eis porque os mestres Zen prosseguem batendo. Sempre quando alguém chega e diz, “Eu gostaria de ser um Buda”, o mestre fica muito zangado. Porque ele está pedindo uma bobagem, ele é um Buda. Se Buda chegar para mim e perguntar como ser um Buda, que devo fazer? Irei bater na cabeça dele. “A quem você pensa que está enganando? Você é um Buda!”

    Não crie problemas desnecessários para você. E o entendimento descerá sobre você se você observar como você torna um problema cada vez maior, como você o engendra, e como você ajuda a roda a girar cada vez mais rápido. Assim de repente, você está no topo da sua miséria e você está necessitando da simpatia do mundo inteiro.

    O ego precisa de problemas. Se você compreender isso, na própria compreensão as montanhas viram montículos novamente, e então os montículos também desaparecem. Subitamente há vacuidade, pura vacuidade por toda parte. Isso é tudo o que a iluminação é – um profundo entendimento de que problemas não existem. Assim, sem nenhum problema para resolver, o que você vai fazer? Imediatamente você começa a viver. Você irá comer, irá dormir, irá amar, irá bater papo, irá cantar, irá dançar. O que tem mais para fazer? Você se tornou um deus, você começou a viver!

    Se as pessoas pudessem dançar um pouco mais, cantar um pouco mais, serem um pouco mais malucas, a energia delas estaria fluindo mais, e os problemas delas irão desaparecer aos poucos. Daí eu insistir tanto na dança. Dance até o orgasmo; deixe que toda a energia se torne dança e subitamente, você verá que você não tem nenhuma cabeça. A energia presa na cabeça se move ao redor, criando belos padrões, pinturas, movimentos. E quando você dança chega um momento que o seu corpo não é mais uma coisa rígida, se torna flexível, fluido. Quando você dança chega um momento quando sua fronteira não está mais tão clara; você se funde e se dissolve com o cosmos, as fronteiras ficam misturadas. Assim você não cria qualquer problema.

    Viva, dance, coma, durma, faça as coisas tão totalmente quanto possível. E lembre-se sempre: quando você flagrar a si mesmo criando algum problema, dê o fora dele, imediatamente.

    Fonte: Osho, Extraído de: Ancient Music in the Pines

    Bjs

  2. luramos said

    Fy

    ponha seu post quando quiser, nao hah nenhum problema de serem simultaneos, ok?

  3. fynealhns said

    lu,

    Claro:

    É que isto aqui está ficando tão incrível; tão apaixonante, que eu tb dou uns mergulhos em cada post novo.

    Eu, tenho aproveitado muiiiito tudo isto.

    Vc nem imagina os efeitos e as transformações q tenho sentido em cada um destes mergulhos.

    Outro dia abrí o seu post da Jason Mraz na empresa; de manhã. Qdo olhei: eu tinha um depto inteiro ao meu lado, lendo o post e cantando a musica. Foi um dia adorável pra todos. Meu avô disse que vai colocar musica todos os dias! E… agradece… rsrsrsrsr

    Bjs

  4. luramos said

    Fy
    eu fiquei me sentindo bem ao ler seu comentário, coisa que sempre me acontece.

    e a energia daquela música -que para mim tem a ver paradoxalmente com fé, leveza e entendimento -é a que eu quero vibrar sempre! E se contagiar quem quiser vibrar também, melhor!

    Obrigada por ser sempre tao gentil e generosa.
    Luiza

  5. fynealhns said

    Lu,

    Generosa é vc, que trouxe esta possibilidade.

    Outra coisa: HÁBITOS DE FELICIDADE.

    Adorei este título!

    Bjs

  6. Elielson said

    Lu

    e não é que assim como a Fy, eu tbm abri aquela musica aqui no trampo e todo mundo gostou.

    Só domingo que eu não coloquei ela de manhã aqui, pq eu não vim, mas mesmo assim já tirei ela no violão e toquei em casa…

    Tomará que febres como a que é essa musica aconteçam sempre.

  7. Kingmob said

    >Daí eu insistir tanto na dança. Dance até o orgasmo; deixe que toda a energia se torne dança e subitamente, você verá que você não tem nenhuma cabeça.

    Vamos dançar? =D

    >Outra coisa: HÁBITOS DE FELICIDADE

    Vamos dançar? =D

    >E se contagiar quem quiser vibrar também, melhor!

    Vamos dançar? =D

    >Vc nem imagina os efeitos e as transformações q tenho sentido em cada um destes mergulhos.

    Vamos dançar? =D

    Agora, isto aqui é paganismo… o paganismo não vem de graça não….

    Porque o universo é musical e portanto tudo aquilo de bom (hábitos de felicidade) soa como música – música das palavras, dos sons, das cores, do tato – seríamos mais felizes se conseguíssemos expressar e comunicar toda a música que passa pelo nossos corpos, seja pelo motivo que for, quando a harmonia começa a destoar é porque a música não tá tendo espaço para se fazer soar. De repente a experiência de “paixão” se faz quando a música encontrou uma possibilidade maior de ressonância de expressão, paixão não só por outra pessoa, mas por qualquer hábito, atividade ou momento. Vejam, com certeza vcs tiveram momentos de tanta felicidade que poderiam sair cantando e pulando de felicidade pela rua, mas isso não é possível, porque o controle dos corpos (o que Malprg coloca como sístase) não permite que isso seja feito sem vergonha ou naturalmente. A repressão tira qualquer possibilidade do corpo se expressar com um pouco mais de leveza. Isso é muito sério. A revolução possível é a revolução no e pelo corpo. A anarquia possível é a anarquia do corpo.A dança e o sexo são a apoteose e a poesia do corpo querendo se expressar, da maneira que for sem ser tachada de maluca pela mente controladora. A mente quer por que quer uma identidade sólida e fixa e algo por que lutar (como bem lembra o Krishnamurti), e o corpo o que quer?!??! Eu me pergunto cara-pálidas se antes de se buscar essa possível loucura de Higher Self, Anjo Guardião, etc, não seria melhor, mais sincero perguntar o que o corpo quer…. é claro que as possibilidades corporais do corpo reprimido são limitadas a carne e ao osso. Mas o corpo abre muito mais possibilidades se reconhecido e bem tratado e a poesia que para alguns poderia parecer coisa de nuvens e pouco prática, encarna-se na pele como um Deus ou Deusa, conforme a preferência e os encantos de cada um.

    Capitalismo, anarquismo como sistemas abstratos políticos?!?? Não. O que existe são os corpos: o corpo anarquista, o corpo capitalista. Nós como indivíduos não podemos mudar e revolucionar o mundo ou o nosso país (a princípio)… mas o que fazemos com o corpo que somos e o modo de ser que ele assume é responsabilidade inteiramente nossa. Nós temos a escolha.

    O que o seu corpo quer agora?

    Bjos e abs.,
    Mob.

  8. fynealhns said

    Yesssss, Why not?

    AWAY WITH THE FAIRIES

    Tall, graceful, beautiful and noble, masters of all arts and alchemy
    The tuatha de danann ruled Ireland until the coming of the Celtic people. Retreating before the rougher ways of the invaders. The people of Danann (or Danu) Inhabited the high lonely places, eventually disappearing under ground in their fairy forts, and the hills like Cnoc medha (or hill on the plain) near Tuam where Fin Bhera , King of Connacht fairies lives with Nula , his queen , and a host of the Sidhe.
    Called “Fairies” “the Good Folk” ” the Gentry” “The wee Folk” or Sidhe(pronounced Shee) they love feasting , singing , dancing and music. Whenever they play their pipes you can hear their music as clear as day and it is the grandest kind of music. It may last half the night but once day comes it ends.

    Twilight, dawn, May and November eve are all times of the change when the mysterious entrance to the world of the fairies may become visible! A Human who becomes enchanted on hearing fairy music, and dances all night on the hill will never return to the world of the humans and is referred to as being “away with the fairies”

    A twinkle of light
    Coming down from the mountain
    A wonderful, magical
    Sound from the hill
    A sound half-forgotten
    But still here inside me
    It calls me s gently
    I shiver and trill
    And we’ll dance all night on
    The hill

    We’ll go away with the fairies
    Back to fields
    And we’ll climb the hill
    Away with the fairies

    Ah c’mon please say you will
    Ah c’com please say you will

    We can go to the world
    Of the legends and twilight
    The world of the wee-folk
    The fairy, the sidhe
    If we dance to their music
    We’ll stay there forever
    In the misty oul’ moonlight
    The dawn of the free
    And we’ll dance and dance and dance
    And dance

    We’ll dance alllllllllllll night
    On the hill !

    Bjs

  9. luramos said

    achei num site sobre dança do ventre: acho que não vou poder escapar deste chamado…rs

    Poimandres também está chamando pelo meu NOMEEEEEEE

    “A bailarina se envolve com os sete véus.
    A retirada de cada um dos véus, presos ao corpo da dançarina, representa a dissolução dos aspectos mais nefastos e a exaltação das qualidades pessoais.
    O véu vermelho – Marte; sua retirada significa a vitória do amor cósmico e da confiança sobre a agressividade e a paixão;
    O véu laranja – Júpiter, que dissolve o impulso dominador e dá vazão ao sentimento de proteção e ajuda ao próximo.
    O véu amarelo -Sol, que elimina o orgulho e a vaidade excessiva, trazendo confiança, esperança e alegria;
    O véu verde – Mercúrio, que mostra a divisão e a indecisão sendo vencidas pelo equilíbrio entre os opostos;
    O Véu azul-claro – Vênus, a qual revela que a dificuldade de expressão foi superada, em prol do bom relacionamento com os entes queridos;
    O véu lilás – Saturno, mostra a dissolução do excesso de rigor e seriedade, a conquista da consciência plena e o desenvolvimento da percepção sutil.
    O véu branco – Lua ( a união de todas as cores ). A queda do último véu mostra a imaginação transformada em pensamento criativo e pureza interior.
    A dança Retira- se cada véu com muita sensualidade, habilidade e naturalidade. Fazendo movimentos ondulatórios, movimentos laterais de cabeça, movimentos rotatórios e ondulatórios com as mãos, movimentos de transe.
    A música Deve ter andamento lento e duração longa (aproximadamente 7 a 8 minutos).
    A bailarina deve assumir uma personagem: a sacerdotisa em busca da sua verdade. O despertar de sua consciência, de sua força e poder, dentro do mais perfeito equilíbrio.

  10. Kingmob said

    eu gosto disto aqui:

  11. Sem said

    Kingmob,

    Dolorosamente eu concordo e com alegria também: a única revolução possível é a do corpo.

    E o que é o corpo e saber o que ele quer, nós até podemos descobrir, embora sejam poucos e raros os que conseguem fazer esse caminho de retorno à… infância? Sim, porque não é propriamente uma descoberta original, a de que temos um corpo, mas uma redescoberta de viver outra vez como a criança, para quem corpo e mente ainda não havia distinção e a vida era uma só coisa… Distinção entre o que se é e o que se quer e que nos aliena, imposta pela sociedade, para que a cultura se realize. Ou faz parte de nossa própria estrutura? sinto que a falta faz parte de nossa genética…

    Por isso é que eu pergunto: é o que o corpo quer ou o que o corpo tem? Pois pode existir, e invarialmente existe, um abismo entre… nós somos essa falha e falta entre o que se quer e o que se tem…

    Verdadeira Vontade, potência de existir espinozista ou vontade de potência nietzschiniana, tanto faz, todas estão circunscritas no espaço e determinadas por ele, em íntima comunhão com a realidade e… a realidade é a Realidade, não nos pertence: terreno de deuses…

    Dois momentos de um mesmo poeta.
    Os dois Belo Belos de Manuel Bandeira:

    Belo belo minha bela
    Tenho tudo que não quero
    Não tenho nada que quero
    Não quero óculos nem tosse
    Nem obrigação de voto
    Quero quero
    Quero a solidão dos píncaros
    A água da fonte escondida
    A rosa que floresceu
    Sobre a escarpa inacessível
    A luz da primeira estrela
    Piscando no lusco-fusco
    Quero quero
    Quero dar a volta ao mundo
    Só num navio de vela
    Quero rever Pernambuco
    Quero ver Bagdá e Cusco
    Quero quero
    Quero o moreno de Estela
    Quero a brancura de Elisa
    Quero a saliva de Bela
    Quero as sardas de Adalgisa
    Quero quero tanta coisa
    Belo belo
    Mas basta de lero-lero
    Vida noves fora zero.
    ……………………..

    Belo belo belo,
    Tenho tudo quanto quero.

    Tenho o fogo de constelações extintas há milênios.
    E o risco brevíssimo — que foi? passou — de tantas estrelas cadentes.

    A aurora apaga-se,
    E eu guardo as mais puras lágrimas da aurora.

    O dia vem, e dia adentro
    Continuo a possuir o segredo grande da noite.

    Belo belo belo,
    Tenho tudo quanto quero.

    Não quero o êxtase nem os tormentos.
    Não quero o que a terra só dá com trabalho.

    As dádivas dos anjos são inaproveitáveis:
    Os anjos não compreendem os homens.

    Não quero amar,
    Não quero ser amado.
    Não quero combater,
    Não quero ser soldado.

    — Quero a delícia de poder sentir as coisas mais simples.

  12. fynealhns said

    Sem,

    – Os Anjos sonham ser homens…

    ———–

    a “consciência do corpo”.

    A leitura sobre a “consciência do corpo” de José Gil fortalece as indagações provocadas pelo conceito de “corpo sem órgãos” de Gilles Deleuze. Dentro desta perspectiva o estudo utiliza as referências deleuzianas de “corpo sem órgãos” apresentado por Antonin Artaud no texto Para acabar com o julgamento de Deus.

    O corpo em Gil afasta a noção de corpo sensível ou funcional próprias das ciências biológicas e da fenomenologia.

    Para ele corpo é “feixe de forças e transformador de espaço e de tempo (…) comportando um interior ao mesmo tempo orgânico e pronto a dissolver-se ao subir a superfície” .

    Em seu livro Movimento Total ele aborda o inconsciente/consciente através da análise da dança pós-moderna. Na dança, o inconsciente prevalece, ganha força, faz brotar o movimento. Porém, o movimento dançado não é inconsciente e nem reflexo e sim consciência.[ que pode sim, tornar-se reflexa… apenas… reflexa ]

    É através deste paradoxo que a abordagem do trabalho corporal realmente se efetiva, ou seja, na relação inconsciente/consciente de um conhecimento espontâneo que o corpo tem do mundo. O corpo por si sabe como um saber próprio do corpo.

    “Na dança, o Inconsciente prevalece: ganha força: faz brotar o movimento” – o corpo se entrega a alma, se deixa vibrar, sentir, voar, – esquece limites: dança.

    E nada melhor que este exemplo, entre “todos” os outros deste filme inesquecível: – quem não tem vontade dançar vendo isto:

    Bjs

  13. Kingmob said

    >- Os Anjos sonham ser homens…

    Vide o belíssimo filme “Asas do Desejo” do Wim Wenders.

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