Anoitan

“Se sempre há um amanhã, sempre há um anoitã.”

Duas pepitas de ouro

Posted by Kingmob em março 10, 2009

 

Antigamente o conhecimento não era fácil de ser disseminado. Alguns poucos tinham acesso a ele. Hoje, com a internet e a crescente multiplicação de pesquisas em todas áreas o problema não é tanto ter acesso ao conhecimento, mas selecionar o que é relevante do que não é. O lado sombra da internet se propaga como uma grande revista “Capricho” e outras fofuras para adolescentes que distraem mais do que informam. O conhecimento e as formas de acessá-lo se multiplicam, mas a quantidade de tempo para digerir estas informações continua o mesmo. É imprenscidível portanto, hoje mais do que nunca, selecionar o que ler, o que buscar, com quem se relacionar.

Os dois documentos abaixo foram encontrados em sítios da internet. Representam de alguma forma pontos culminantes. O primeiro são exercícios chineses leves que harmonizam e dinamizam  a energia (chi) do corpo. Mas por trás da simplicidade reside um imenso poder de cura e serenidade, é imprescindível  experimentar. O segundo são transcrições de aulas do pensador Gilles Deleuze sobre a obra do príncipe dos filósofos: Baruch Spinoza. A Ética,  por ele escrita representa uma das obras máximas que o espírito humano é capaz de conceber. Estas palestra de Deleuze servem muito bem como leitura preliminar, já que a linguagem da Ética é bastante técnica e própria.

Chi Kung (em inglês): aqui.

Deleuze: aqui.

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11 Respostas to “Duas pepitas de ouro”

  1. Mob said

    Adi,
    tá no post acima o arquivo que vc me pediu em outro comment.

    bj,
    mob.

  2. Sidarta said

    Prezado amigo, o arquivo do Deleuze está encriptado e não posso acessar.

    Abraço!

  3. Kingmob said

    Sidarta,
    Ok, eu vou dar um jeito nisso. Obrigado por avisar.
    ab.

    Mob.

  4. Kingmob said

    resolvido

  5. adi said

    Mob,

    estou lendo com atencao.

    valeeeuuu.

  6. Fy said

    Eu também, já já começamos!

    Bjs

  7. Fy said

    Pra quem se interessar, um ensaio do Deleuze sobre Imanência q me ajudou um poco num determinado pedacinho do texto:

    http://vida-escrita.blogspot.com/2006/04/imanncia-uma-vida.html

    Bjs

  8. Fy said

    Poco= pouco.
    Sorry

  9. Elielson said

    Oi 🙂

    Pois é… Sempre penso nisso, a diversidade de informações, o fácil acesso.
    Defendo que alguns tipos de facilitação, entulham o ambiente, fazendo a adaptação sofrer alguns colapsos.

    Mas vai que ver que é assim mesmo…

    Mas… por outro lado percebo que os eruditos de outras épocas pareciam ser mais iluminados do que agora, mas pode ser só uma impressão…
    É como se eu visse os compositores classicos muito mais aplicados em alcançar a perfeição do que hoje.
    Mesmo que as referências deles fossem limitadas, e não só dos compositores, mas de alguns cientistas, eles extrairam muito mais intensidades de fontes muito mais rasas…
    As antigas referências quase sempre tinham em uma unica base muito mais solidez do que os liquidificadores atuais…
    Acho que isso tem a ver com o encontro…
    Um pouco da dificuldade em conseguir a informação pode fazer perceber muito melhor que não se trata apenas de um entendimento, mas uma experiência exaltada pela tensão da busca.

    Outro ponto que me interessa, é a automatização psicológica do que é absorvido… é como se a diversidade confundisse todos os pensadores ao nivel de igualdade intelectual, não de um entendimento mutuo… mas de uma igual confusão…

    Por isso talvez esse lance de “Senhor” possa ser mesmo uma necessidade, uma necessidade benefica se levada ao quesito de legado intelectual, não por doutrina, mas por liberdade de modificar o pensamento herdado, funcionando como a carga genética, porém legada a um herdeiro escolhido pela consciência.

    Daí vem a deturpação e tal-e-coisa…
    O mesmo fator que pode fazer eu invertar uma palavra agora… RETURPAR… ou será que estou dizendo uma palavra que já existe, mas que essa sub-consciência automata me fez absorver e reproduzir?

  10. Vhein said

    Kingmob ,

    Pesquisando sobre o senso comum, saber científico de uma determinada Comundidade no RJ encontrei nas Representações Sociais ( Moscovici ,1962) conceitos que abordam com maestria o fenômeno do século XX e XXI : entre eles a abordagem sobre o volume e rapidez das informações com que somos bombardeados diariamente. Consequentemente nos deparamos com as distorções sobre as diversas informações e suas consequencias…
    Concordo plenamente com a seleção das informações e sua fonte.
    Por favor gostaria de ter tb acesso a Deleuze.
    Parabéns pelo texto!
    Abraços

  11. Vhein said

    Consegui desta vez baixar o arquivo!

    Valeu!

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