Anoitan

“Se sempre há um amanhã, sempre há um anoitã.”

O privilegio de ser humano – Inayat Khan

Posted by luramos em janeiro 3, 2009

Volume VIII – A Arte de Ser – HAZRAT INAYAT KHAN
O privilegio de ser humano – Capitulo XL

No Corao estah escrito, “Deus eh a luz dos ceus e da terra”. Alem do desejo de obter-se as coisas da terra, hah aquele desejo intimo, inconscientemente trabalhando em cada momento da vida, de entrar em contato com o Infinito. Quando um pintor estah pintando, quando um musico estah cantando ou tocando, se ele pensar, “Eh minha pintura, minha musica”, talvez ele tenha alguma satisfacao, mas eh como uma gota no oceano. Se ele conectar a sua pintura, sua musica, com a consciencia de Deus, se ele pensar, “Eh a Sua pintura, Sua musica, nao minha”, entao ele se conecta ao centro e sua vida torna-se a vida de Deus.

original em ingles, aqui: http://wahiduddin.net/mv2/VIII/VIII_2_40.htm

por mim: a nossa Grande Obra eh experienciar a nossa potencialidade humana ao maximo. E para tal eh necessario criar e costumamos associar a palavra “criacao” com Arte, e nao eh aa toa.  Mas  criar pode ficar mais perto de experienciar, viver plenamente e nao eh necessario compor uma sinfonia para se aproximar de deus. Acredito que qualquer experiencia humana, do mendigo ao arquiteto, do cirurgiao aa dancarina, se estiver associada aa consciencia de que somos instrumentos de Deus pode ser vivida na sua plenitude.

Mas a graca maior estah em descobrir que alem do instrumento, voce eh o compositor, o “pianista”…e a musica!
Relaxe na cadeira, aumente o volume e ponha tela inteira:

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Uma resposta to “O privilegio de ser humano – Inayat Khan”

  1. Kingmob said

    Aloha Luiza,
    >Mas criar pode ficar mais perto de experienciar, viver plenamente e nao eh necessario compor uma sinfonia para se aproximar de deus.

    Uma das funções da arte pra mim é fazer ver arte e se deleitar esteticamente em tudo que se vê, ouve, sente. A mais bela sinfonia tá lá dentro no fundo de nós e ninguém vai representá-la a contento, nem nós mesmos, nem Beethoven.

    Há arte no barulho do caminhão de lixo, há arte nas técnicas que utilizamos para trabalhar, há a arte do momento numa conversa a dois, a três, a quatro, no botequim, depois do futebol, na mesa de jantar, no quarto. Há arte nas fórmulas matemáticas e nos tomos de jurisprudência. Há arte em um rato morto e as formigas que o comem, há arte num cadáver sem perna.

    Chega a ser embriagante ver um mundo tão cheio de vida, cada átomo, cada estrela vibrando cheios de sentido, cheios de verdade.

    Se a gente consegue tomar a distância e ser uma testemunha isenta, TUDO é arte e tudo rescende ao Deus.

    Mas a gente tem aquele medo de sempre de perder nossa identidade e continua a achar tudo comum, tudo familiar, tudo igual. Mas não é este o caso. Estar no presente é a maior aventura que há e para isto não há contraindicações (já tirando onda e respeitando o novo acordo ortográfico, uhu!). =D

    Mob.

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