Anoitan

“Se sempre há um amanhã, sempre há um anoitã.”

Arquivo da categoria ‘Vídeos’

Liberte-se

Publicado por Sem em maio 16, 2012

Passo, curta premiado do ilustrador brasileiro Alê Abreu, que estreou em 2007 no Festival de Cinema de Gramado e após percorreu vários outros festivais internacionais de cinema.

Veja.

Ouça.

Pense.

Ouse.

 

Passo

 

Se quiser assistir em mais alta definição, clique aqui.

Enviado em Arte, Cinema, Vídeos | Etiquetado: | Deixar um comentário »

As Faces do Budismo no Ocidente

Publicado por Sem em abril 11, 2012

Dois dos maiores mestres budistas que temos no Brasil encontraram-se recentemente em São Paulo para discutir a quantas anda o budismo no mundo e perspectivas  do budismo para o nosso país. Vindos de duas escolas distintas – do budismo tibetano, que tem o Dalai Lama como mentor espiritual, o Lama Padma Samten; e do Zen japonês, a Monja Coen – foi com muita serenidade e discernimento que abordaram questões difíceis, como a tradição religiosa e as mudanças no mundo contemporâneo.

Achei o diálogo tão proveitoso, realizado em meio a tanta amorosidade, num ambiente de respeito construído pelos monges, que pensei em divulgá-lo aqui, a quem tem interesse nessas questões, que extrapolam em verdade o âmbito religioso e dizem respeito a nós todos que vivemos no mundo e com ele nos ocupamos e preocupamos, religiosos ou não, budistas ou não.

 

 

As Faces do Budismo no Ocidente – Parte 1/3 – a fala do Lama Samten

 

 

As Faces do Budismo no Ocidente – Parte 2/3 – a fala de Monja Coen

 

 

As Faces do Budismo no Ocidente – Parte 3/3 – perguntas e respostas

 

 

Enviado em Budismo, Vídeos, Zen Budismo | Etiquetado: , | 8 Comentários »

Everything is a Remix Parte 4

Publicado por Sem em março 21, 2012

Quentinho como pão, acabou de sair o 4º e último vídeo – com legendas – da série organizada por Kirby Ferguson, que questiona a originalidade na criação artística e propõe um novo modo de pensar direitos autorais…

 

Everything is a Remix Parte 4 [legendado]

 

 

Enviado em Anarquismo e Política, Comportamento, Vídeos | 6 Comentários »

Pirataria

Publicado por Sem em fevereiro 1, 2012

 

Pirataria?

Roubo

Direito autoral

Mas quem é dono do mar?

Roubo ou partilha

Direito?

Do cidadão

Do autor

Da criação

E a natureza?

Direitos violados?

Direitos humanos?

Crise?

A natureza sendo violada

Domínio

Poder

Lei do mais forte?

Quem com quem

Ou contra?

Quem e o que determina

Domínio público

Particular

Fronteiriço

Propriedade privada?

Propriedade intelectual?

Consenso?

Copyright?

Creative Commons?

O que é violação do direito

Quem é responsável?

Quem é responsabilizado?

Quem está em dívida

Quem escraviza

Quem é escravo?

Até onde vai o direito

O meu

O teu

Qual a fronteira

Do nosso

E do abuso?

 

Esse é um debate em aberto e longe de qualquer conclusão, aceso ainda mais na última semana, com a discussão e retirada no congresso americano dos projetos de lei, SOPA e PIPA, que pretendiam regulamentar a questão dos direitos autorais na Internet daquele país – mas que afetaria a Internet de modo global.

Apesar da retirada da pauta de votação pelos próprios autores congressistas, frente aos protestos massivos que sofreram, o que aparentou ser uma vitória da liberdade de expressão na rede foi apenas um recuo estratégico dos lobistas da indústria de cinema de Hollywood e afins. A verdade é que nenhum lado realmente ganhou nada ainda e a questão segue em aberto, polêmica e polarizada, por enquanto…

E é algo que nos afeta, dê-nos ou não conta. Essa é uma discussão sem fronteiras, porque coloca em xeque em qual mundo desejamos viver e projetar para as próximas gerações.

Por isso devemos tomar, senão um partido, pelo menos uma posição.

Eu partilho da opinião dos autores dos vídeos a seguir, que recomendo:

 

Everything is a Remix Part 1 [legendado]

 

Everything is a Remix Part 2 [legendado]

 

Everything is a Remix 3 [legendado]

 

E aguardando a continuação…

 

 

Enviado em Anarquismo e Política, Vídeos | 7 Comentários »

Nada Mais Importa

Publicado por adi em setembro 4, 2011

Nada Mais Importa

Tão perto, não importa o quão distante,

Não poderia ser muito mais (distante) do coração.

Eternamente confiando em quem somos

E nada mais importa.

Nunca me abri deste jeito,

A vida é nossa, nós a vivemos do nosso modo

Todas estas palavras, eu não digo apenas (por dizer)

E nada mais importa.

Confiança eu procuro e encontro em você

Cada dia para nós é algo novo.

Mente aberta para uma concepção diferente,

E nada mais importa.

Nunca me importei com o que eles fazem,

Nunca me importei com o que eles sabem,

Mas eu sei.

Tão perto, não importa o quão distante

Não poderia ser muito mais (distante) do coração.

Eternamente confiando no que nós somos

E nada mais importa.

Nunca me importei com o que eles fazem,

Nunca me importei com o que eles sabem,

Mas eu sei.

Nunca me abri deste jeito,

A vida é nossa, nós a vivemos do nosso modo

Todas estas palavras, eu não digo apenas (por dizer)

E nada mais importa.

Confiança eu procuro e encontro em você

Cada dia para nós é algo novo.

Mente aberta para uma concepção diferente,

E nada mais importa.

Nunca me importei com o que eles dizem,

Nunca me importei com os jogos que eles jogam,

Nunca me importei com o que eles fazem,

Nunca me importei com o que eles sabem,

E eu sei, yeah.

Tão perto, não importa o quão distante

Não poderia ser muito mais (distante) do coração.

Eternamente confiando no que nós somos

E nada mais importa.

Enviado em Musica, Vídeos | 4 Comentários »

“Let’s make money” – Relato do ex-assassino econômico John Perkins

Publicado por adi em agosto 26, 2011

 

 

 

O saqueamento na era moderna… Vale a pena assistir.

 

 

 

 

 

Enviado em Vídeos | 2 Comentários »

O tolo e a iluminação – Eckhart Tolle

Publicado por adi em agosto 9, 2011

Recebo uma certa quantidade de e-mails, dentre eles algumas jóias raras, um verdadeiro “presente”,  e claro não é só pra mim, mas pra ser compartilhado, e nada melhor do que trazer aqui pro blog. Não é nenhuma novidade eu sei, mas é bom a gente parar um pouquinho com a rotina, poder observar nossas próprias reações físicas, ou a rua, as nuvens passando, não importa, importa saber que atitudes tão simples podem ser transformadoras se estivermos ali de todo.

Enviado em A Experiência Mística, Mito, Não-dualidade, Vídeos | Deixar um comentário »

Você tem medo de dizer eu te amo?

Publicado por adi em março 18, 2011

 

 

 

 

Bom final de semana a todos!

 

 

Enviado em Amor, Vídeos | 4 Comentários »

Comportamento

Publicado por Sem em dezembro 29, 2010

 

A grande Consciência Coletiva move-se por sobre a própria inconsciência como um homem atirado de surpresa ao alto-mar: debate-se a princípio, depois afunda, boia, nada, é resgatado ou afoga-se, conforme sua experiência, sorte ou presença de espírito; e navega, se possuído de instrumentos; ou naufraga, se tomado pela natureza interior do pânico ou do destino selvagem alheio ao seu íntimo.

 

Como o homem aprendeu com o mar, a grande Consciência Coletiva aprendeu a diferenciar-se do grande Inconsciente Universal e a dali tirar o seu primeiro sustento. Primeiro vem a sobrevivência, depois a vivência.

 

Como o homem, a grande Consciência teme e ama a vastidão do mar inconsciente. O mar aqui é tomado como o Grande Absoluto para ambos.

 

Como o homem a Consciência faz do mar trabalho e lazer, reflexão e descanso, vida e morte. Ali igualmente experimentam os seus infinitos em estado líquido.

 

No mar surfa-se, pesca-se, mergulha-se; a concha, a onda, a areia, o peixe, o óleo, o gelo, o lixo; em estreita relação com o sol, com a pedra, com o vento, com o firmamento.

 

Do mar vem muito do que é visível à vida, mais ainda vem o que é invisível – como o oxigênio da imensa floresta de plânctons.

 

O homem e a Consciência têm como verdade uma certeza: de que ou se está na crista ou no caldo. Para a Consciência, como para o homem, ir ao fundo é a morte.

 

Espertos, só vão aos abismos com os devidos cuidados, munidos de instrumentos e de pelo menos um Manual de Escafandrista. Assim até hoje dominaram a terra.

 

Perguntas que ficam no ar:

 

  • Seriam esses abismos a morte, seriam mesmo?

 

  • Seria de outra feita errada a luta de um ser para se manter na crista da onda? Lutar desse modo pela vida seria assim um mal instigado por Lúcifer ou outro correligionário seu qualquer?

 

  • Aliás, seria a grande Consciência Coletiva um demônio pronto a nos enganar ou a negar para si própria o seu eu desconhecido?

 

  • Entenderia a Consciência Coletiva o desconhecimento que tem de si como o completamente Outro, assim como faz o homem?

 

  • Seria a Consciência um ser em sofrimento, como o homem?

 

  • Ou seria a grande Consciência outra coisa, a consciência que a humanidade tem de si mesma, a sua própria história?

 

  • Seria então a Consciência um ser múltiplo, como as diferentes histórias que podemos contar ao adotarmos variadas perspectivas?

 

  • Seria a morte natureza de quem? Instigada por quem? Quem faz a Grande Consciência?

 
Para entender o Zeitgeist do nosso tempo, ou para saber um pouco melhor das personas que vestimos, ou das ideias do tempo que compramos e consideramos nossas legítimas, assista:

 

We All Want to Be Young

 

 

Basta clicar no título. O vídeo de aproximadamente 10 minutos foi concebido a partir de pesquisas de mercado realizadas por 5 anos pela Box 1824, empresa voltada a detectar tendências de comportamento e consumo.

Tem roteiro e direção de Lena Maciel, Lucas Liedke e Rony Rodrigues.

Licença aberta pelo Creative Commons.

 

Enviado em Anarquismo e Política, Comportamento, Vídeos | Etiquetado: , , , | 4 Comentários »

O tambor no xamanismo e o efeito do som

Publicado por adi em setembro 14, 2010

Um dos principais intrumentos na prática de magia e ritualística dos xamãs é o tambor. Segundo Mircea Elíade, o simbolismo do tambor é complexo e suas funções mágicas são múltiplas. O tambor é indispensável durante o ritual, seja por levar o xamã para o “centro do mundo”, por permitir que ele voe pelos ares, por chamar e aprisionar os espíritos, seja, enfim, porque a tomborilada permite que o xamã se concentre e restabeleça o contato com o mundo espiritual que está prestes a percorrer.

Tanto a caixa quanto a pele do tambor constituem instrumento mágico-religiosos, pois a escolha da madeira/árvore com a qual será fabricada a caixa do tambor depende dos “espíritos”, ou de uma vontade trans-humana. Esse costume da árvore ser escolhida pelos espíritos sugere que a árvore concreta foi transformada pela revelação espiritual e que, na realidade, deixou de ser uma árvore profana e passou a representar a própria Árvore do Mundo. A membrana de pele do tambor dos xamãs siberianos normalmente é de rena, alce ou cavalo e representa o espírito do animal primordial que é a origem de sua tribo, portanto, é seu espírito auxiliar mais poderoso e quando penetra no xamã, este se transforma no animal mítico teriomórfico.

Em diversas tradições, o ancestral mítico teriomórfico vive no mundo subterrâneo, perto da raiz da Árvore Cósmica, cujo topo atinge o céu. Por um lado, o xamã ao tocar seu tambor, voa em direção à Árvore Cósmica, e devido a isso, o tambor contém muitos símbolos ascencionais. Também, devido suas relações místicas com a pele do tambor, o xamã consegue compartilhar da natureza do ancestral teriomórfico, ou seja, consegue abolir o tempo e recuperar a condição original de que falam os mitos.Tanto num caso como no outro, estamos diante de uma experiência mística que permiter ao xamã transcender o tempo e o espaço. A metamorfose em animal ancestral e o êxtase ascensional são expressões diferentes, porém equiparáveis, de uma mesma experiência, a transcendência da condição profana, a recuperação de uma existência paradisíaca perdida no final dos tempos míticos. Leia o resto deste post »

Enviado em A Experiência Mística, Arquétipos, ciencia, Musica, Vídeos, Xamanismo | 8 Comentários »

 
Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.