Anoitan

“Se sempre há um amanhã, sempre há um anoitã.”

Archive for the ‘Uma Palavra de Nossos Patrocinadores’ Category

Lágrimas na chuva

Posted by adi em dezembro 13, 2010

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O tarô de Marselha por Alejandro Jodorowsky

Posted by adi em junho 15, 2010

De volta depois de uma viagem enriquecedora,  estou atualizando o blog com essa colagem do YouTube, primeiro  porque achei muito interessante a forma do Tarô descrita por Alejandro Jodorowsky, e segundo porque ainda estou me organizando depois de mais de 10 dias fora do ritmo…

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Franco-Atirador

Posted by adi em dezembro 17, 2009

Abaixo os links para os posts do antigo blog Franco-Atirador, do Lúcio Manfredi, os arquivos estão divididos em duas partes, como segue:

http://www.4shared.com/file/oEd_xq4a/Franco_Atirador_Malprg_-_1__1_.htm

http://www.4shared.com/file/eaqYHhvZ/Franco_Atirador_Malprg_2__2_.htm

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Earth Song

Posted by adi em novembro 16, 2009

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Robert Happé: Consciência que Liberta

Posted by adi em novembro 3, 2009

Têm certas coisas que sempre vale à pena estar lembrando. Pois é, tudo o que Robert Happé, filósofo holandês nos fala, nós com certeza já ouvimos falar, já lemos em algum lugar, pensamos sobre isso, mas mesmo assim, ele fala de uma maneira tão simples essas mesmas coisas, que nos soa como um sopro renovado…

Já tinha assistido ao vídeo ano passado, mas hoje, recebi essa entrevista por e-mail, e trouxe aqui, porque é sempre bom lembrar de coisas boas.

Entrevista publicada em junho/2006 na revista O Ponto:

O filósofo Robert Happé é um desses seres humanos raros, que abraçam e beijam todo mundorobert happe. Nesses mais de 30 anos de peregrinação, ele tem encantado platéias por onde passa, não apenas por suas idéias, mas pela maneira simples com que fala delas. Autor do livro Consciência é a Resposta (lançado em 1997 pela editora Talento), atualmente divide seu tempo entre a família e a produção de um segundo livro e os seminários na Europa, Estados Unidos, Argentina e Brasil, país que ele define como “a última esperança”.

O PONTO – Você nasceu na guerra, perdeu seus irmãos e mais tarde sua mãe. Certamente essas experiências marcaram sua infância e juventude. Foi nestas circunstâncias que você despertou para a busca do conhecimento sobre o significado da vida?

ROBERT – Eu sempre senti que não era desse planeta, que todos eram muito diferentes de mim e que precisava buscar a verdade sobre a vida e sobre mim mesmo. Minha mãe aparecia para mim e eu me perguntava: “Sou louco? Onde está minha mãe? O que ela faz lá? Por que fala comigo?”. Queria entender por que todo mundo mata todo mundo, por que há tanto sofrimento e por que a vida é assim. Então, eu já caminhava para a busca de respostas, mas a consciência disso veio bem depois.

O PONTO – Na busca por essas respostas, você percorreu vários países e se aprofundou na cultura oriental, mantendo contato com Vedanta, Budismo, Taoísmo… Como foi essa experiência e que lições você tirou disso?

ROBERT – Na Índia eu descobri que a vida continua depois da morte. Mas nestas viagens eu também descobri que todas as religiões falam as mesmas coisas, mas de formas diferentes e umas contra as outras. Percebi que as pessoas não estudam para encontrar a verdade, mas para adorar suas religiões. Quando você adora sua religião, você não questiona e acaba virando as costas para a verdade. E eu sempre questiono.

O PONTO – Então você queria mais.

ROBERT – Sentia que não era só aquilo e que precisava de mais experiência de vida, por isso continuei viajando, vivendo no Nepal, Tibet e no Camboja, e estudando com os gurus. Mas também não fiquei satisfeito.

O PONTO – Mas foi no Camboja que você viveu sua maior experiência mística.

ROBERT – No Camboja, as pessoas são muito amáveis, mas, como no Nepal e no Tibet, há muita ignorância. Eles não vivem a consciência do coração, vivem através dos dogmas. Por exemplo, os monges cambojanos têm tudo nos templos para plantar e comer, mas saem para as ruas para pedir comida, esmolas. Eu pensava que aquilo estava errado, que eles deveriam fazer o contrário, levar comida e ensinamentos do templo para as pessoas que estavam do lado de fora. Então eu deixei a comunidade com um sentimento de que era o fim da rua para mim. Estava muito triste, parei e fiquei meditando. Então decidi ir para a floresta. Na floresta, passei a me alimentar do que a natureza me oferecia. Com o tempo, comecei a perceber coisas, luzes que iam ganhando formas. Eu vi os espíritos da Natureza. Esses seres vinham me visitar e uma vez eles pediram para que eu os seguisse. Não sei quanto tempo, mas depois de horas, dias, eu chego num lugar no meio da floresta e eles afastam a vegetação e então eu vejo uma grande rocha e nela a figura do Buda esculpida. Eu fiquei perplexo. Eles não falavam comigo, mas faziam gestos para que eu tocasse na imagem. No momento exato em que coloco as mãos na pedra, foi como se abrisse uma tela na minha mente. Eu vi uma grande cidade e no centro dela um templo. Dentro do templo havia três budas e um deles tinha o meu rosto. Leia o resto deste post »

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Homenagem a Raulzito

Posted by adi em agosto 22, 2009

Ontem 21 de Agosto, fez vinte anos que um dos maiores musicos do nosso País, Raul Seixas,  morreu. Raul não foi só um músico, foi um artista genial, que inovou com sua obra, abriu cabeças e deixou uma mensagem que ainda hoje é atual. Com certeza ele estava muito a frente de seu tempo.

Um pouquinho dele pra matar a saudade:

Raul Seixas era um garoto muito tímido na infância e na adolescência, e só vivia trancado no quarto lendo e compondo. Seu sonho no inicio era ser um escritor, até o Rock n Roll aparecer em sua vida. Nesse momento, nas telas dos cinemas, encanta-se com o talento de Elvis, de quem torna-se fã – e aponta-lhe o rumo musical: o Rock’n Roll. Sempre gostou também de clássicos do rock dos anos 50 e 60.

  • Raul Seixas desde criança escrevia textos e poesias. Fazia também revistas em quadrinhos para seu irmão (Plínio) a quem vendia. Seu sonho também era ser um escritor.
  • Raul Seixas e Waldir Serrão foram um dos primeiros garotos a terem contato com discos de Rock n Roll no Brasil, na Bahia, por que estava infestada de americanos nos anos 50/60, que se mudavam por questões de trabalho, assim toda a cultura do Rock foi trazida através deles.
  • No final dos anos 60, Raul Seixas teve um encontro com Mick Jagger. Que o incentivou a tocar música africana, pois vendo a música brasileira na raíz, havia percebido que a bossa nova era uma farsa.
  • Raulzito e os Panteras (banda de Raul) acompanhava artistas de pedigree que iam fazer shows na Bahia, entre eles: Roberto Carlos, Jerry Adriani e Wandérleia.
  • Raul Seixas passou nos primeiros lugares no vestibular de Direito, para impressionar a familia de Edith, que seria desde então a sua primeira esposa.
  • No inicio dos anos 70, Raul ao lado de Leno ( Da dupla Leno e Lilian ) gravou um disco chamado “Vida e Obra de Johnny McCartney”, um disco que caso fosse lançado seria uma evolução musical incrível para a época, pois seria um divisor de águas entre a Jovem Guarda e o Rock Nacional, porém pelo forte teor político, ele foi censurado. Raul divide parceria com Leno em 6 faixas do Disco. “Sentado no Arco-Iris”, segundo Leno, foi a primeira letra que Raul tivera realmente orgulho de escrever, lembrando que desde então suas letras eram românticas feitas para a Jovem Guarda.
  • Antes de ser cantor, Raul Seixas atuou como Produtor da CBS, produzia diversos artistas da Jovem Guarda, e compunha para eles também, entre artistas que gravaram suas canções destacam-se: Jerry Adriani, Diana, Leno e Lilian, entre outros.
  • A primeira música assinada por Raul Seixas/Paulo Coelho, “Caroço de Manga”, na verdade foi composta apenas por Raul Seixas, para incentivar o amigo, ele colocou o nome de Paulo Coelho na música, que mais tarde afirmou que aprendeu a escrever graças a linguagem popular que Raul Seixas o ensinara. Outra questão interessante é que os parceiros de composições de Raul Seixas costumavam ser seus amigos e por vezes até suas mulheres, frisando que Raul Seixas era muito generoso em dividir parcerias com todos eles.
  • Raul Seixas no Festival Internacional da Canção, escreveu duas músicas, Let me sing, Let me sing my Rock’n Roll e Eu sou eu, Nicuri é o Diabo, na primeira ele dividiu parceria com sua primeira mulher, para driblar o regulamento, que só exigia que apenas uma música por compositor fosse escrita no concurso.
  • Raul Seixas compôs Metamorfose Ambulante aos 12 anos.
  • A canção Gita, foi inspirada no livro hindu, chamado Baghavad Gita. Raul Seixas afirmou que compôs a música para falar de DEUS, como um “todo”. Leia o resto deste post »

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Friends don’t let friends get friends haircuts

Posted by Kingmob em abril 27, 2009

Legendas em português ou inglês no botão do canto inferior direito do vídeo.

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Tomorrow Never Knows

Posted by Kingmob em fevereiro 22, 2009

Apareceu-me na vida como um vórtice de tornado

e a vida deixou de ser

uma entidade palpável e minha.

o segredo da alquimia passou de mercúrio

a ácido.

realmente o não-eu contém a textura

de miríades de universos paralelosjlposter2

-a própria alma – múltipla

como uma rosa psicodélica animosa

de cores mais livres que o ultravioleta.

Naquele momento nossos mortos

vestiram os trajes das estrelas universais.

Cantamos e dançamos como as crianças

no jardim do sol de sorriso brilhante.

Nus e plenos

com a rosácea da alma lambendo o lábio em cada poro de pele

a grama mais verde que o verde ideal

a lascívia libertária do dia do juízo

e o cafuné de todos os justos

nos meu cabelos infinitos

o Deus

ou todos os Deuses a um só tempo gargalharam

houve um gigantesco espasmo na medula

descobri as hemácias e meu folêgo

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no fluir, no talo e nos botões de planta

Tornei-me santificado

sob os auspícios de uma Graça inconcebível

a libertação uma chicotada

de êxtase dourado

bem no meio do lombo.

Nos ondulares

de uma transgressão coroada,

direi a todos que conheci a Face,

mas não sei,

profeta orfão de Tempo que sou.

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Anoitan, o Ovo e Eros

Posted by Kingmob em janeiro 21, 2009

Outra história do começo das coisas foi transmitida nos escritos sagrados preservados pelos discípulos e devotos do cantor Orfeu. Posteriormente, porém, só foi possível encontrá-las nas obras de um autor de comédias e em algumas referências feita a ela por filósofos. De início era mais comumente contada entre caçadores e habitantes de florestas do que entre os povos da costa marinha. No princípio era a Noite – assim reza a história – ou, em nossa língua Nyx. Homero também a considerava uma das grandes deusas, uma deusa que inspirava ao próprio Zeus um temor sagrado e respeitoso. De acordo com a história, ela era um pássaro de asas negras. A antiga Noite concebeu do Vegg1ento e botou o seu Ovo de prata no colo gigantesco da Escuridão. Do Ovo saltou impetuoso o filho do Vento, um deus de asas de ouro. Chama-se Eros, o deus do amor; mas este é apenas um nome, o mais lindo de todos os nomes usados pelo deus.

Os outros nomes do deus, pelo menos os que ainda conhecemos, em que pese ao seu som muito escolástico, referem-se apenas determinados pormenores da velha história. Seu nome Protógono so quer dizer que ele foi o “primogênito” de todos os deuses. Seu nome Fanes explica exatamente o que fez ao sair do Ovo: revelou e trouxe à luz tudo o que antigamente jazera escondido no Ovo de prata – em outras palavras, o mundo inteiro. Acima dele estava um vazio, o Céu. Abaixo dele, o Repouso. A nossa língua antiga tem uma palavra para o vazio, “Caos”, que significa simplesmente que ele “boceja”. No início não havia palavra que significasse tumulto ou confusão: “Caos” só adquiriu, mais tarde, o segundo significado após a introdução da doutrina dos Quatro Elementos. Assim sendo, o Repouso, bem abaixo do Ovo, não estava agitado. De acordo com outra forma da história, a terra jazia abaixo do Ovo, e o céu e a terra se casaram. Essa foi a obra do deus Eros, que os trouxe para a luz e depois os obrigou a se misturarem. Eles produziram um irmão e uma irmã, Oceano e Tétis.

A velha história, tal como é contada em nossas terras litorâneas, provavelmente continuava relatando que, a princípio, Oceano estava embaixo no Ovo, e não estava só senão acompanhado de Tétis, e que esses dois foram os primeiros a agir sob compulsão de Eros. Como está dito num poema de Orfeu: “Oceano o que flui lindamente, foi o primeiro a se casar: tomou por esposa Tétis, sua irmã por parte de mãe”. A mãe dos dois era a mesma que botara o Ovo de prata: a Noite.

(In: Os Deuses Gregos, Karl Kerenyi, Ed. Cultrix, 2004).

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Uma Pequena Poesia Noturna

Posted by aldhabaran2 em novembro 12, 2008

Enquanto as próximas partes de A Noite Escura da Alma fermentam, deixo-vos um poema muito interessante do poeta William Ashbless. Ashbless é um personagem de Tim Powers no livro Os Portais de Anúbis. É bom lembrar que Tim foi grande amigo de Philip K. Dick, e a ele dedicou uma dupla de personagens em uma de suas obras – a saber, Phil e Jane, esta última a falecida irmã gêmea de Dick.  Especulo (porque não fui tirar a limpo) que A Transmigração de Timothy Archer possa ter sido uma homenagem de PKD ao amigo Tim também.

As Doze Horas da Noite

“… Percorrem os antigos, obscuros desvãos do mundo, À feição de marinheiros, antes sóbrios e sensatos, Que a um rombo em seu barco não admitem A derrota e a fuga, preferindo, em vez disso, Agarrados aos seus preciosos destroços, Com eles afundar na escuridão – onde não afundam de todo, E continuam eternamente manobrando as velas Contra as noturnas correntes das profundezas, Movendo-se de um fosso ao outro, daí ao penhasco obscuro, Buscando em desespero um caminho que os leve até a praia; E nessa viagem lenta e corrompida Terminam por perder o desejo de luz, De ar, de companhia – passando então A buscar apenas os recantos mais profundos, Aqueles mais distantes do sol quase esquecido…”

- de “As Doze Horas da Noite”

William Ashbless

“…They move in dark, old places of the world:/ Like mariners, once healthy and clear-eyed,/ Who, when their ship was holed, could not admit/ Ruin and the necessity of flight,/ But chose instead to ride their cherished wreck/ Down into darkness; there not quite to drown,/ But ever on continue plying sails/ Against the midnight currents of the dephts,/ Moving for pit to pit to lightless crag/ In hopeless search for some ascent to shore;/ And who, in their decayed, slow voyaging/ Do presently lose all desire for light/ And air and living company – from here/ Their search is only for the deepest groves,/ Those farthest from the nigh-forgotten sun…”

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