Anoitan

“Se sempre há um amanhã, sempre há um anoitã.”

Arquivo da categoria ‘Cristianismo’

Entre esferas a caminho do Portal

Publicado por adi em fevereiro 16, 2012

Para quem tem acompanhado os textos do Anoitan, esse post aqui é como uma sequência do post sobre A união com o anjo em Tiphareth. Sendo também um assunto muito rico e pra não ficar muito extenso, achei melhor dividir em duas partes ou mais, já que serão assuntos relacionados entre si.

Recapitulando: até Tiphareth, o sujeito lidava com aspectos do seu próprio inconsciente pessoal, que na verdade se trata de aspectos que um dia já foram conscientes, mas que rejeitados e não aceitos pelo eu consciente foram relegados ao inconsciente novamente. Se faz necessário antes do conhecimento e conversação com o SAGA (Anjo Guardião) a aceitação desses aspectos do inconsciente pessoal.

Depois da visão e conversação do Anjo, começa uma nova empreitada na psiquê do indivíduo: ele vai lidar com aspectos do inconsciente coletivo (não confundir com consciente coletivo) – Jung denomina como contato com o animus-anima, porque é este o arquétipo que simboliza aspectos do inconsciente coletivo. Começa a desenvolver e a emergir do inconsciente o aspecto dos opostos, das polaridades, mas primeiro como sendo o aspecto sombrio do inconsciente coletivo em contra posição a luz de Tiphareth, primeiro como sendo o aspecto escuro e maléfico da anima-animus. Antes da anima-animus se tornar o amante, mesmo como psicopompo e guia, ele lhe guiará a conhecer os aspectos sombrios da psiquê objetiva.

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O proibido de fato – por Elielson

Publicado por adi em novembro 29, 2011

Existiu o modelo perfeito de felicidade, um Paraíso, que só é encontrado em crianças livres, livres para ir e vir e livre de idéias adultas. Essa foi a primeira condição da vida humana, quando a inconsciência e a consciência eram uma só.

A verdade por trás dos mitos derruba a interpretação livre e derruba o literalismo. Há mesmo uma fluência em que as informações formam um estado interpretativo infalível, essa interpretação está ligada a moral e as ataduras que envolvem a prática de tal moral, e a moral que se segue após atos imorais, que não libertam a vida para uma imoralidade inconsequente, nunca.

Primeiro ato imoral: Sexo. Vão dizer que não, que sexo é bom, dá prazer e não mata, não desrespeita mandamentos, e assim se justifica que não é de todo um mal. Mas quem disse que o sexo é proibido por ser um mal que foi praticado? A proibição visa consequências de atos, não o ato em si, então a partir do sexo como pedra fundamental do pecado, podemos analisar por suas consequências a ligação entre o ato em si e o mal do ato em si.

 

 

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Beijos místicos

Publicado por adi em outubro 13, 2011

 

Evangelho de Felipe: “A graça chega a ele da boca, do lugar de onde chega o Logos. A pessoa deve ser nutrida da boca para se tornar perfeita. Por isso os perfeitos são concebidos e nascem por meio de um beijo. Por esta razão nós também nos beijamos uns aos outros. Somos concebidos da graça que nos é comum.”

 

 

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A união com o Anjo em Tiphareth

Publicado por adi em agosto 28, 2011

Na tradição ocidental, nós sabemos que um dos pontos mais importantes na realização espiritual é o conhecimento e conversação com o Sagrado Anjo Guardião, ou realização do princípio crístico em si mesmo. Também conhecemos que existem várias outras nomenclaturas para o que na magia se convencionou chamar de Sagrado Anjo Guardião: Adonai, Atman, Augoedies, Cristos, Gênio, Daemon, Grande Mestre, Ishvara, Kia, Logos, Si-mesmo, Sol, Vishnu, etc. Na Cabala, essa realização se dá em Tiphareth.

Nós podemos citar vários aspectos do porque essa sephira está totalmente relacionada com esta realização, mas o aspecto principal, está no fato dessa sephira se encontrar no centro do diagrama da Árvore da Vida. Lá ela atua como mediadora e fator de união entre os planos espiritual e material. Tiphareth é a esfera da beleza, da harmonia, e do equilíbrio, também é a morada da alma, os deuses que estão relacionados com ela, simbolizam a alma glorificada e a encarnação da divindade, é o deus que manifesta a si mesmo no homem, portanto as divindades típicas de Tiphareth representam a alma iluminada. A natureza do filho é amor, e amor é união, é o elo de conexão, pois são nossas emoções transmutadas que nos eleva  no caminho da Árvore.

Em magia, excetuando-se o ritual de Abramelin, que visa à consecução dessa meta, nós não sabemos muito sobre como se dá esse feito ou realização. Muito embora, como se trata de um texto muito antigo da idade média, a linguagem que traduz a mentalidade daquela época, pode confundir atualmente.

E talvez, o aspecto que nos chama atenção com relação a essa meta, é a importância que se dá à “imagem” daquilo que irá nos redimir.

Nos evangelhos apócrifos de Felipe, nós encontramos: “Há um renascimento e uma imagem do renascimento, certamente é necessário nascer outra vez por meio da imagem.”

Dion Fortune diz: “Os primeiros raios da experiência mística devem ser obrigatoriamente muito limitados, pois não tivemos tempo para construir, graças à experiência, um corpo  de imagens e de ideias que possam representá-las.”

Em seu estudo sobre Alquimia, Jung verifica a importância e dificuldade desta tarefa, em como realizar a segunda etapa da coniunctio, que é como criar e se unir com a imagem paradoxal daquele princípio mediador entre o céu e a terra. Em seu livro Psicologia e Alquimia, ele faz uma citação muito interessante: “Antes de Cristo, seu filho, ter sido formado e imaginado em nós, … Deus era mais terrível para nós”. (Aquarium Sapientum).

No livro “Árvore da Vida”,  Regardie cita Maurice Maeterlinck, que nos dá uma excelente dica: “Dionísio é Osíris, Krishna, Buda, Mitra, etc; ele é todas as encarnações divinas, é o deus que desce ao homem…; ele é morte, temporária e ilusória, e renascimento, real e imortal; é a união temporária com o divino que não é senão o prelúdio da união final, o ciclo infindável do eterno tornar-se.”

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II Simpósio Brasileiro de Hermetismo

Publicado por adi em maio 19, 2011

Atendendo solicitação da nossa amiga Luiza, segue programação do II Simpósio Brasileiro de Hermetismo e Ciências Ocultas, que se realizará na cidade de São Paulo no Nikkei Palace Hotel, nos dias 23, 24 e 25 de junho de 2011.  O evento contará com experientes palestrantes.  Vagas limitadas, então garanta já a sua participação !!

Para maiores detalhes, direto no site:   II Simpósio de Hermetismo

O programa do Simpósio poderá sofrer alterações de temas e palestrantes a qualquer momento.

23/jun/2011

08:30 - 08:50 – Abertura Oficial

08:50 – 10:50 – Astrologia Hermética – Marcelo Del Debbio

11:00 – 12:45 - Umbanda, Xamanismo e Magia – Alexandre Cumino

12:45 – 14:00 – Almoço

14:00 – 16:00 – O Tarot de Crowley e a Magia Sexual Thelemica – Frater Goya

16:00 – 16:30 – Coffe Break

16:30 – 18:00 – Alquimia

18:00 – 20:00 – Xamanismo: O Arquétipo Animal como Chave do Auto Conhecimento -Fernando Maiorino

20:00 – Jantar de Confraternização

24/jun/2011

09:00-11:00 – Arquitetura Simbólica: Simbologia, Geometria Sagrada e o Ser – Márcio Lupion

11:10 – 12:40 -  I Ching, do Xamanismo ao Computador – as relações entre o Livro das Mutações e o xamanismo antigo chinês, as tradições milenares taoístas e a ciência moderna – Gilberto Antônio Silva

12:40 – 13:50 – Almoço

13:50 - 15:50 – Magia Egípcia: O Novo Equinócio dos Deuses – Frater Goya

15:50 – 16:10 – Coffe Break

16:10 – 18:10 – As escolas iniciáticas da Kabalah: Judaica, Cristã, Hermética, Maçônica e Mágica – Edmundo Pellizzari

18:15 – 20:15 – Mesa Redonda - O lado místico das religiões: Sufismo, Hinduismo, Cristianismo e Judaísmo

25/jun/2011

09:00 – 11:00 – A Felicidade segundo a ótica da Magia Cerimonial – André Calladan

11:10 – 12:45 – Magia do Budismo Esotérico – Renan Romão

12:45 – 14:00 – Almoço

14:00 – 14:55 – Visão da Teosofia sobre os 7 raios – Carlos B. Conte

15:00 – 16:00 – As 7 raças humanas - Carlos B. Conte

16:00 – 16:30 – Coffe Break

16:30 – 18:00 – LHP – O Caminho da Mão Esquerda – Adriano Camargo

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Maslenitsa, comemoração ao retorno do Sol

Publicado por adi em março 8, 2011

O que pude perceber nesses três meses e pouquinho aqui na Rússia, é que eles valorizam bastante sua cultura e gostam de  preservar a tradição, principalmente a religiosa é muito respeitada.

Domingo passado, fui conhecer em casa de amigos, como se comemora a “Maslenitsa”, o festival de panquecas, ou “blini” em russo, e nos foi explicado meio por cima sobre o significado religioso. Por curiosidade, no google encontrei ótimos textos explicando melhor, e achei interessante trazer aqui pra gente conhecer melhor um pouco da cultura da Rússia.

” Maslenitsa é uma festa eslava antiguíssima, uma herança da cultura pagã que foi reconhecida oficialmente pela igreja ortodoxa.

É festa de despedida alegre do inverno, iluminada pela esperança radiante de vinda próxima do calor e da renovação primaveril da natureza. A festa de “maslenitsa” começa 56 dias antes da Páscoa. Alguns historiadores afirmam que outrora “Maslenitsa” estava ligada ao dia do solstício de primavera, mas depois da adoção do cristianismo esta festa deixou de anteceder a quaresma e depender dos seus prazos.

Mas a festa de “maslenitsa” não se reduz a isso. É que para os eslavos ela coincidia também com os festejos do Ano Novo! Até o século XIV o ano novo começava na Rússia em março. Mesmo as panquecas,  atributo obrigatório da “Maslenitsa”, tinham um significado ritual: redondos, bem tostados e quentes, elas simbolizavam o sol que se torna nesta época cada vez mais quente alongando o tempo claro do dia. Uma crença antiga reza: qual for a festa do ano novo, tal será o ano. Foi por isso que os  antepassados russos não poupavam nestes dias dinheiro para pôr uma mesa farta e para festejos alegres sem fim. E o povo chamava a Maslenitsa “folgada”, “glutona” ou, inclusive, “esbanjadora”.

Também é dito que o nome “Maslenitsa” deriva da tradução grega, pois a semana que antecede a Grande Quaresma chama-se Sirnaya sedmitsa (A Semana do Quejo) em grego. Quando o cristianismo apareceu na Rússia Antiga, as pessoas ainda não sabiam o que era queijo e manteiga. Para compreender o que é permitido comer nestes dias, surgiu o nome “Maslenitsa”, da palavra russa “Maslo” – isto é, a manteiga. Na semana antes da Grande Quaresma é preciso comer laticínios e já não se pode comer carne.

Outro nome de Maslenitsa é “myassopust”. O myassopust russo é quase a mesma coisa que o carnaval ocidental cujo nome é composto por duas palavras latinas – carnis e vale, isto é, “vitela, adeus”.

Como visto acima, panquecas são a principal iguaria na semana de maslenitsa. Podem ser feitas da massa leveda ou não leveda, da farinha de trigo, e os recheios podem ser de peixe, caviar, requeijão, manteiga, creme azedo ou geleia. Existem um grande número de receitas. Todos os restaurantes caros e cantinas públicas de vários estabelecimentos têm este prato durante a semana de maslenitsa. Os cozinheiros do Kremlin, da Casa do Governo e do parlamento vão fazer cerca de 10 mil panquecas durante a festa tradicional russa. Segundo as sondagens, 83% das mulheres russas vão cozer panquecas. Durante a maslenitsa costuma-se visitar parentes e amigos, oferecer panquecas e outras iguarias aos hóspedes.

Seja qual for a explicação, a Maslenitsa é  uma celebração geral do povo pelo retorno da luz e do calor e a última gota de diversão e comilança antes do início da quaresma. “

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Retirado dos sites: Voz da Russia e Gazeta Russa


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O Sol do Natal, o Sol de nossas vidas

Publicado por adi em dezembro 21, 2010

Mais um final de ano está chegando e estamos muito próximos do Natal, onde a maioria dos cristãos irão comemorar o nascimento de Cristo. Muitas pessoas já sabem que a data de 25 de dezembro não é de fato o dia de nascimento do Jesus histórico, mas a escolha desse dia não por acaso coincide com as festividades pagãs, onde os romanos celebravam o renascimento do Deus Solar Mitra, após os solstício de inverno no hemisfério norte.

Nos dias de hoje, as pessoas celebram essa data como uma tradição que já perdeu há muito o real sentido espiritual. O ritual religioso celebrado nas Igrejas, do mesmo modo já perdeu o seu poder de atuação no indivíduo. A grande maioria comemora o nascimento do Cristo, o filho de Deus que foi enviado para nos salvar, um ser de luz, respeitado, mas muito distante de todos nós. Muitos ainda estão esperando a encarnação do filho de Deus, a vinda do Messias como está descrito nas escrituras, e não sabem que o nascimento de Cristo como descrito é somente o símbolo de um evento que só pode acontecer no indivíduo.

Mitra pertence às mitologias persa, indiana e romana. Representava na Índia e na Pérsia a luz do Deus Solar, o bem e a libertação da matéria e era chamado de “Sol Vencedor”. Seu culto era celebrado em grutas sagradas e estava associado à uma existência futura e espiritual completamente libertada da matéria, onde o principal acontecimento era o sacrifício de um touro, de cujo o sangue brotava a vida, propiciando a imortalidade. Os romanos comemoravam na madrugada de 24 de dezembro o “Nascimento do  Invicto”, ou o nascimento do menino Mitra que estava em relação ao renascer do sol após o solstício de inverno, representando o ciclo de morte e renascimento ou renovação da vida, que a primeira vista estava relacionado com as festividades do ciclo agrário. Leia o resto deste post »

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Bem X Mal

Publicado por adi em agosto 24, 2010

Uma questão que sempre intrigou a humanidade é como entender esse problema do “mal”. Muito embora esteja relacionado com as questões dos opostos que abrange toda a criação, essa questão do bem X mal é a que mais impressiona o ser humano.

A pergunta que não cala é : Se Deus é a perfeição e a bondade absoluta, e sendo Ele o criador de todas as coisas, porque então existe o mal? Teria Deus criado o mal?

Pois é, o cristianismo sempre enfatizou o “inimigo, opositor, tentador, a besta, o Anti-Cristo”, causa de todo o mal, também conhecido como Satanás, Diabo, Lúcifer, entre outros nomes, e nem preciso dizer como esse mito “cresceu” demais no imaginário das pessoas e do quanto esse mito isentou as responsabilidades humanas. As origens desses nomes estão espalhados em vários textos na internet, inclusive desmistificando essa crença nesse “Ser/Entidade” que possui todas as qualidades maléficas. Ainda assim, esses ótimos textos, continuam não explicando a raiz e origem do mal no mundo, posto que aprendemos que da parte de Deus há somente o bem. As religiões cristãs, maiores divulgadoras do “Tinhoso”, explicam muito menos. E assim esses fatores irreconciliáveis continuam em eterna luta na nossa mente.

Já as tradições esotéricas, embora sempre muito veladas, nos ensina que a  Divindade ou Deus É o Todo, e engloba todas as coisas existentes. Sendo assim, engloba tanto o bem quanto o mal, e esse é um dos segredos mais bem guardados, revelado somente aos seus iniciados de elevado grau na ordem. Mas há  pistas nos livros, muito embora essas pistas sejam simbólicas e alegóricas, dá pra montar um quadro do que se encontra por trás do mito. Bom, naturalmente, são minhas próprias conclusões, e vou tentar ser o mais clara possível, pra trocarmos boas idéias e discorrer sobre esse assunto fascinante.

Posto isso, minha questão pessoal, se refere não ao fato de conhecermos a mitologia e origem dos “nomes” do mal, nós sabemos dessa extensa mistificação, principalmente pela igreja Católica. E saber desse mal entendido e mesmo invenção, não justifica o fato de haver mal no mundo. Que o ser humano é cruel, nós vemos todos os dias no noticiário, mas seria o mal/crueldade pertencentes somente ao humano? ou é uma questão da vida como um todo? Leia o resto deste post »

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Idealismo Monista

Publicado por adi em julho 5, 2010

A antítese do “realismo materialista” é o “idealismo monista”. Segundo a filosofia do idealismo monista, a “consciênca” é fundamental, e não a matéria. Tanto o mundo da matéria quanto os dos fenômenos mentais, como por exemplo o pensamento, são criados pela consciência. Além das esferas material e mental (que juntas, formam a realidade imanente, o mundo da manifestação), o idealismo postula um reino transcendente, arquetípico, de idéias, como origem dos fenômenos materiais e mentais. Importa reconhecer que o idealismo monista é, como o nome implica, uma filosofia unitária. Quaisquer subdivisões, como o imanente e o transcendente, situam-se na consciência. A consciência, portanto é a realidade unica e final.

No ocidente, a filosofia do idealismo monista teve em Platão seu proponente mais conhecido. Platão em A REPUBLICA, deu-nos a famosa alegoria da caverna. Essa alegoria ilustra com clareza, os conceitos fundamentais do idealismo. Platão imagina seres humanos sentados imóveis numa caverna, em tal posição que estão sempre voltados para a parede. O grande universo no lado de fora é um espetáculo de sombras projetadas na parede e nós,  seres humanos, somos observadores de sombras. Vemos sombras-ilusões que confundimos com a realidade. A realidade autêntica está às nossas costas, na luz e formas arquetípicas que lançam suas sombras na parede. Nessa alegoria, os espetáculos de sombra são as manifestações imanentes irreais, na experiência humana, de realidades arquetípicas que pertencem a um mundo transcendente. Na verdade, a luz é a unica realidade, porquanto ela é tudo que vemos. No idealismo monista, a consciência é como a luz na caverna de Platão. Leia o resto deste post »

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Franco-Atirador

Publicado por adi em dezembro 17, 2009

Abaixo os links para os posts do antigo blog Franco-Atirador, do Lúcio Manfredi, os arquivos estão divididos em duas partes, como segue:

http://www.4shared.com/file/oEd_xq4a/Franco_Atirador_Malprg_-_1__1_.htm

http://www.4shared.com/file/eaqYHhvZ/Franco_Atirador_Malprg_2__2_.htm

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