Anoitan

“Se sempre há um amanhã, sempre há um anoitã.”

Arquivo da categoria ‘Comportamento’

Das personas aos seres

Publicado por Sem em abril 18, 2012

 

Texto de Lama Padma Samten, importante para professores que dão nascimento aos seus alunos, e aos alunos, que fazem surgir esse professor; importante para pais, no nascimento continuado e incessante de seus filhos, e aos filhos, que fazem nascer esses pais; importante para o marido e a mulher, para os companheiros, os namorados, os amigos, os vizinhos, parentes próximos e distantes; enfim, para todas as relações que temos, em que pessoas dentro de seus relacionamentos têm expectativas, cultivam sonhos, criam projetos, e, projetam no outro de suas próprias qualidades; para que a paisagem em que tudo isso se dê seja positiva, elevada; para fazer de nossos relacionamentos pontes, em que nos elevemos todos…

 

Como dar nascimento elevado aos seres


“As pessoas estão presas, mas quando nós as vemos presas nós as aprisionamos, damos nascimento a elas como pessoas presas. Mas elas não estão presas! Elas pensam que estão presas e eu também penso que elas estão presas. Por isso, nós não permitimos que elas surjam livres.

Então o primeiro passo é nós recitarmos e vermos aqueles seres livres. Quando desenvolvemos essa visão, nós vemos a devastação do carma, porque nós, de modo geral, olhamos as outras pessoas e as aprisionamos com nossos olhares. Nós não permitimos lugares às pessoas, não damos nascimentos de liberdade para elas. Nós as congelamos.

Quando nós começamos a ver que podemos dar nascimento de liberdade ao outro, nós vemos que nossas relações podem ser completamente diferentes. Vocês vão perceber que isso, por exemplo, produz uma grande diferença na relação com os “ex-alguma-coisa” (risos). Nós voltamos a um nível que até a expressão do rosto vai mudar. Nós vemos que: “Com que autoridade eu aprisionei o outro como meu marido ou minha mulher?”, “Depois que ele/ela foi embora, eu ainda cobro coisas”. Nos vemos completamente aprisionados dentro disso, sofrendo por um tempo tão longo quanto essa posição durar – infelicitando o outro, não permitindo nenhum surgimento favorável ao outro.

Podemos ver isso também com nossos filhos. Eventualmente nós não damos nascimento aos filhos no mundo, nós só damos nascimento aos filhos dentro de nossa casa, grudados em nossa mão. Se o filho tenta qualquer coisa, nós não conseguimos vê-lo livre. Ou seja, nós não damos nascimento: no nosso mundo não há espaço para ele surgir livre. Nós vemos a devastação do que significa dar nascimento inferior aos outros, e a devastação que isso causa para nós porque tentamos aprisionar o outro à nossa visão e ele anda, e aí temos sofrimentos no meio de tudo isso.

Nós vemos como é maravilhoso agora nós olharmos essas pessoas todas e agora nós vamos dar nascimento elevado para eles. Ou seja, eles podem, eles têm qualidades, todos eles têm a natureza de liberdade, eles podem fazer diferente do que estão fazendo. Nós começamos a pensar também assim. Não só vemos a paisagem, como na nossa mente começamos a raciocinar e podemos até dar sugestões, facilitar coisas, para aquele ser comece a se manifestar segundo essas qualidades que nós negávamos.

Então, quando nós damos esse nascimento sutil a partir de uma paisagem que inclua o outro de uma forma elevada, tudo se transforma.”


Ensinamento proferido pelo Lama Padma Samten em Abril de 2005, no CEBB SP. Retirado do site do Lama, daqui.

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Everything is a Remix Parte 4

Publicado por Sem em março 21, 2012

Quentinho como pão, acabou de sair o 4º e último vídeo – com legendas – da série organizada por Kirby Ferguson, que questiona a originalidade na criação artística e propõe um novo modo de pensar direitos autorais…

 

Everything is a Remix Parte 4 [legendado]

 

 

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O proibido de fato – por Elielson

Publicado por adi em novembro 29, 2011

Existiu o modelo perfeito de felicidade, um Paraíso, que só é encontrado em crianças livres, livres para ir e vir e livre de idéias adultas. Essa foi a primeira condição da vida humana, quando a inconsciência e a consciência eram uma só.

A verdade por trás dos mitos derruba a interpretação livre e derruba o literalismo. Há mesmo uma fluência em que as informações formam um estado interpretativo infalível, essa interpretação está ligada a moral e as ataduras que envolvem a prática de tal moral, e a moral que se segue após atos imorais, que não libertam a vida para uma imoralidade inconsequente, nunca.

Primeiro ato imoral: Sexo. Vão dizer que não, que sexo é bom, dá prazer e não mata, não desrespeita mandamentos, e assim se justifica que não é de todo um mal. Mas quem disse que o sexo é proibido por ser um mal que foi praticado? A proibição visa consequências de atos, não o ato em si, então a partir do sexo como pedra fundamental do pecado, podemos analisar por suas consequências a ligação entre o ato em si e o mal do ato em si.

 

 

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Ilha do Medo – de volta à realidade?

Publicado por adi em outubro 7, 2011

Agora sim, o post mais caprichado sobre Ilha do Medo. Não sei quantos de vocês já assistiram ao filme, em todo caso, aviso que contém spoilers. Aqui, um pouco mais de detalhes sobre o elenco.

Ilha do medo não é um filme fácil de entender, e talvez por essa razão algumas pessoas não gostaram do filme, além do mais, muitos esperavam um filme de terror ao estilo sobrenatural ou coisa do gênero, e se decepcionaram ao perceber que se tratava de um suspense psicológico que lembra os clássicos de Hitchcock.

Martin Scorsese usa de muita genialidade na direção, além da bela fotografia, e claro do elenco primoroso que vem coroar essa ótima produção, ele se utiliza de um cenário onírico enfocando o ponto de vista do personagem principal. A narrativa gira em torno da visão de Teddy e de suas percepções e suspeitas com relação ao que se passa na ilha, tudo muito bem acompanhado por uma trilha sonora de tirar o fôlego.

O filme começa com o agente federal Teddy (DiCaprio) e seu parceiro Chuck (Ruffalo) numa balsa indo para a ilha onde fica o Hospital Prisional Psiquiátrico Ashecliffe, investigar o desaparecimento de uma paciente. O clima é de um cinza pesado e denso e pra ajudar, uma terrível tempestade está chegando à ilha. Seu parceiro de trabalho é novo e inexperiente, eles acabaram de se conhecer. Contando um pouco sobre sua vida, Teddy diz que já fora casado, mas que sua esposa morreu num incêndio no prédio em que eles moravam, causado por um incendiário.

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Dica de um bom filme para o fim de semana

Publicado por adi em agosto 5, 2011

Sexta-feira de frio em parte do Brasil, nada melhor que assistir um bom filme com pipoca neste final de semana. Recebi esta “dica” da querida amiga Cássia, lá das “Minas”  (Gerais) como ela mesma costuma dizer. E realmente um filme muito bom, daqueles que faz a gente pensar sobre a maneira que vivemos nossa própria vida.

Abaixo vou colocar a indicação como a recebi, aviso que contém spoilers, apesar que mesmo assim, não tira a graça e encanto do filme. O filme em questão é “One Week”, com Joshua Jackson no papel principal, e creio que pode ser encontrado na maioria das locadoras.

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O demônio são os outros

Publicado por adi em abril 26, 2011

Antes de mais nada,  minha intenção com esse post não é uma crítica sobre a crítica, nem aos blogs que escrevem posts criticando outras posturas, críticas sempre fizeram parte do amadurecimento e crescimento do ser, mas é uma crítica à forma como a própria crítica é expressada nos “comentários” principalmente, de forma “agressiva e violenta” gratuitamente e sem necessidade.

Há vários debates e diálogos na internet, onde todos podem expor suas opiniões, e o que mais percebemos nos comentários são principalmente muitas críticas pejorativas. Nos blogs que participo normalmente as críticas  são sobre espiritualidade e religião, mas em outros blogs as críticas se estendem pelos mais diversos assuntos, desde que haja essa possibilidade de se comentar sobre alguma coisa ou sobre alguma pessoa.

E eu acho muito natural que cada um dialogue sobre os próprios conceitos e também sobre outros conceitos, como uma forma de autoconhecimento até.  É uma forma bacana de rever, de expandir horizontes, limites e fronteiras. Acho que muitas pessoas gostam bastante de conversar sobre esses assuntos metafísicos e espirituais, e mais ainda, apreciam um bom diálogo, não necessariamente uma concordância, na verdade  acho muito mais proveitoso quando surgem pontos divergentes e podemos expor essas questões, sem a necessidade de certezas absolutas e tentar compreender que se o seu conceito ou conceito do outro servir ótimo e obrigado, se não servir, a amizade é a mesma.

Mas o que eu acho totalmente desnecessário num debate ou diálogo, ou na maneira de expor uma opinião, é a forma como as pessoas acabam tentando impor sua própria realidade como se fosse “a verdade unica e absoluta” com agressividade até, algumas vezes com violência totalmente gratuita. E eu não acho que violência física é diferente de violência verbal, porque não é. Muitas vezes uma agressão verbal pode ser mais violenta que uma agressão física, porque não temos acesso direto ao “outro”  interlocutor, não o conhecemos, muito menos conhecemos seus limites. Leia o resto deste post »

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Maslenitsa, comemoração ao retorno do Sol

Publicado por adi em março 8, 2011

O que pude perceber nesses três meses e pouquinho aqui na Rússia, é que eles valorizam bastante sua cultura e gostam de  preservar a tradição, principalmente a religiosa é muito respeitada.

Domingo passado, fui conhecer em casa de amigos, como se comemora a “Maslenitsa”, o festival de panquecas, ou “blini” em russo, e nos foi explicado meio por cima sobre o significado religioso. Por curiosidade, no google encontrei ótimos textos explicando melhor, e achei interessante trazer aqui pra gente conhecer melhor um pouco da cultura da Rússia.

” Maslenitsa é uma festa eslava antiguíssima, uma herança da cultura pagã que foi reconhecida oficialmente pela igreja ortodoxa.

É festa de despedida alegre do inverno, iluminada pela esperança radiante de vinda próxima do calor e da renovação primaveril da natureza. A festa de “maslenitsa” começa 56 dias antes da Páscoa. Alguns historiadores afirmam que outrora “Maslenitsa” estava ligada ao dia do solstício de primavera, mas depois da adoção do cristianismo esta festa deixou de anteceder a quaresma e depender dos seus prazos.

Mas a festa de “maslenitsa” não se reduz a isso. É que para os eslavos ela coincidia também com os festejos do Ano Novo! Até o século XIV o ano novo começava na Rússia em março. Mesmo as panquecas,  atributo obrigatório da “Maslenitsa”, tinham um significado ritual: redondos, bem tostados e quentes, elas simbolizavam o sol que se torna nesta época cada vez mais quente alongando o tempo claro do dia. Uma crença antiga reza: qual for a festa do ano novo, tal será o ano. Foi por isso que os  antepassados russos não poupavam nestes dias dinheiro para pôr uma mesa farta e para festejos alegres sem fim. E o povo chamava a Maslenitsa “folgada”, “glutona” ou, inclusive, “esbanjadora”.

Também é dito que o nome “Maslenitsa” deriva da tradução grega, pois a semana que antecede a Grande Quaresma chama-se Sirnaya sedmitsa (A Semana do Quejo) em grego. Quando o cristianismo apareceu na Rússia Antiga, as pessoas ainda não sabiam o que era queijo e manteiga. Para compreender o que é permitido comer nestes dias, surgiu o nome “Maslenitsa”, da palavra russa “Maslo” – isto é, a manteiga. Na semana antes da Grande Quaresma é preciso comer laticínios e já não se pode comer carne.

Outro nome de Maslenitsa é “myassopust”. O myassopust russo é quase a mesma coisa que o carnaval ocidental cujo nome é composto por duas palavras latinas – carnis e vale, isto é, “vitela, adeus”.

Como visto acima, panquecas são a principal iguaria na semana de maslenitsa. Podem ser feitas da massa leveda ou não leveda, da farinha de trigo, e os recheios podem ser de peixe, caviar, requeijão, manteiga, creme azedo ou geleia. Existem um grande número de receitas. Todos os restaurantes caros e cantinas públicas de vários estabelecimentos têm este prato durante a semana de maslenitsa. Os cozinheiros do Kremlin, da Casa do Governo e do parlamento vão fazer cerca de 10 mil panquecas durante a festa tradicional russa. Segundo as sondagens, 83% das mulheres russas vão cozer panquecas. Durante a maslenitsa costuma-se visitar parentes e amigos, oferecer panquecas e outras iguarias aos hóspedes.

Seja qual for a explicação, a Maslenitsa é  uma celebração geral do povo pelo retorno da luz e do calor e a última gota de diversão e comilança antes do início da quaresma. “

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Retirado dos sites: Voz da Russia e Gazeta Russa


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Cisne Negro, um amargo retrato da sombra

Publicado por adi em março 1, 2011

Demorou, mas enfim, aqui está uma pequena análise do filme “Cisne Negro”.  O post está cheio de spoilers, por isso, quem ainda não assistiu o filme, e gosta do fator surpresa, já sabe o que vai encontrar. :)

Cisne Negro, em inglês Black Swan, é um filme de drama psicológico e suspense dirigido pelo diretor  Darren Aronofsky, estrelado por Natalie Portman, que merecidamente ganhou praticamente todos os prêmios de melhor atriz da temporada, incluindo o Oscar, por sua atuação fantástica nesse filme. O filme ainda conta com as excelentes atuações de Mila Kunis, Vincent Cassel, Barbara Hershey e Winona Ryder.

Natalie Portman interpreta a doce e delicada bailarina Nina, que pertence ao corpo de balé de uma companhia de Nova York. Totalmente dedicada e devotada a dança, ainda mora com a mãe Erica (B. Hershey), ex-bailarina que dá apoio total à carreira da filha. Thomas Leroy (Vincent Cassel), o diretor artístico da companhia, substituirá a bailarina principal Beth (Winona R.) para a nova temporada de apresentações que se iniciará com a nova versão do Lago do  Cisne. Nina é perfeita para interpretar o cisne branco Odete, que representa a beleza, fragilidade e graça,  mas a bailarina que for escolhida para interpretar Odete também terá que interpretar a irmã gêmea, a perversa e maliciosa Odile, o cisne negro, o qual esse papel se encaixa perfeitamente na novata Lilly (Mila Kunis).

Aronofsky nos transporta com genialidade ao mundo disputadíssimo do balé, nenhum detalhe escapa à sua câmera, ao seu olhar, nem mesmo os detalhes dos movimentos e passes de balé em câmera lenta… imagens ricas que traduzem a disciplina, o rigor, a prática extenuante  até a dor. O filme se constrói acompanhado pela trilha sonora do próprio Lago dos Cisnes de Tchaikovsky, e nos mostra  a dualidade inerente do ser humano, o branco e negro, bem e mal, quase sempre num belíssimo jogo de espelhos onde há sempre o duplo. O diretor foi fundo na alma humana, e questiona de modo brilhante a idéia ou  o significado de “perfeição”. Leia o resto deste post »

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Comportamento

Publicado por Sem em dezembro 29, 2010

 

A grande Consciência Coletiva move-se por sobre a própria inconsciência como um homem atirado de surpresa ao alto-mar: debate-se a princípio, depois afunda, boia, nada, é resgatado ou afoga-se, conforme sua experiência, sorte ou presença de espírito; e navega, se possuído de instrumentos; ou naufraga, se tomado pela natureza interior do pânico ou do destino selvagem alheio ao seu íntimo.

 

Como o homem aprendeu com o mar, a grande Consciência Coletiva aprendeu a diferenciar-se do grande Inconsciente Universal e a dali tirar o seu primeiro sustento. Primeiro vem a sobrevivência, depois a vivência.

 

Como o homem, a grande Consciência teme e ama a vastidão do mar inconsciente. O mar aqui é tomado como o Grande Absoluto para ambos.

 

Como o homem a Consciência faz do mar trabalho e lazer, reflexão e descanso, vida e morte. Ali igualmente experimentam os seus infinitos em estado líquido.

 

No mar surfa-se, pesca-se, mergulha-se; a concha, a onda, a areia, o peixe, o óleo, o gelo, o lixo; em estreita relação com o sol, com a pedra, com o vento, com o firmamento.

 

Do mar vem muito do que é visível à vida, mais ainda vem o que é invisível – como o oxigênio da imensa floresta de plânctons.

 

O homem e a Consciência têm como verdade uma certeza: de que ou se está na crista ou no caldo. Para a Consciência, como para o homem, ir ao fundo é a morte.

 

Espertos, só vão aos abismos com os devidos cuidados, munidos de instrumentos e de pelo menos um Manual de Escafandrista. Assim até hoje dominaram a terra.

 

Perguntas que ficam no ar:

 

  • Seriam esses abismos a morte, seriam mesmo?

 

  • Seria de outra feita errada a luta de um ser para se manter na crista da onda? Lutar desse modo pela vida seria assim um mal instigado por Lúcifer ou outro correligionário seu qualquer?

 

  • Aliás, seria a grande Consciência Coletiva um demônio pronto a nos enganar ou a negar para si própria o seu eu desconhecido?

 

  • Entenderia a Consciência Coletiva o desconhecimento que tem de si como o completamente Outro, assim como faz o homem?

 

  • Seria a Consciência um ser em sofrimento, como o homem?

 

  • Ou seria a grande Consciência outra coisa, a consciência que a humanidade tem de si mesma, a sua própria história?

 

  • Seria então a Consciência um ser múltiplo, como as diferentes histórias que podemos contar ao adotarmos variadas perspectivas?

 

  • Seria a morte natureza de quem? Instigada por quem? Quem faz a Grande Consciência?

 
Para entender o Zeitgeist do nosso tempo, ou para saber um pouco melhor das personas que vestimos, ou das ideias do tempo que compramos e consideramos nossas legítimas, assista:

 

We All Want to Be Young

 

 

Basta clicar no título. O vídeo de aproximadamente 10 minutos foi concebido a partir de pesquisas de mercado realizadas por 5 anos pela Box 1824, empresa voltada a detectar tendências de comportamento e consumo.

Tem roteiro e direção de Lena Maciel, Lucas Liedke e Rony Rodrigues.

Licença aberta pelo Creative Commons.

 

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