Anoitan

“Se sempre há um amanhã, sempre há um anoitã.”

Archive for the ‘Arte’ Category

ASMR – Autonomous Sensory Meridian Response

Posted by adi em abril 2, 2014

Vocês sabem o que é ou já ouviram falar sobre ASMR? ASMR é a sigla para Autonomous Sensory Meridian Response – que traduzido para o português, ficaria alguma coisa como Resposta Sensorial Autônoma do Meridiano.

Mas o que é afinal ASMR? ASMR é um neologismo para um fenômeno de percepção caracterizado como uma sensação distinta e agradável de arrepio ou formigamento na cabeça, couro cabeludo, coluna, pescoço, costas e outras partes do corpo, em resposta a estímulos auditivos e ou visuais.

 

asmr_logo

 

Outros termos conhecidos para descrever essa sensação são: massagem no cérebro, orgasmo cerebral, formigamento cerebral, orgasmo na cabeça, etc.

Embora o termo orgasmo cerebral seja chamativo, muitos concordam que esse termo seja inadequado e até mesmo enganoso para descrever essas sensações, pois ASMR em nada se relaciona ao orgasmo sexual.

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Um pouco sobre a simbologia de Cloud Atlas, o filme

Posted by adi em fevereiro 12, 2013

Cloud Atlas, ultimo filme dos irmãos Wachowski (trilogia Matrix) e Tom Tykwer, no Brasil lançado como A Viagem, foi eleito o pior filme do ano de 2012 pela revista Time, muito embora, o critério de avaliação usado parece ter sido o de arrecadação nas bilheterias, de fato, a primeira impressão que o filme nos dá, é que os diretores perderam a mão nessa receita e o filme desandou, mas não de todo, sem tirar leite de pedra, eu diria que  ainda dá um bom caldo :).  Cloud Atlas não é um filme emocionante e de ação eletrizante como foi Matrix, também não dá para classificá-lo como um blockbuster. Apesar das muitas críticas negativas, classificá-lo como o pior filme do ano achei um exagero, até mesmo uma injustiça com os diretores.

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cloud atlas 2

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O filme é daquele tipo que ou se ama, ou digamos, não se gosta nenhum pouco, e isso acabou gerando muito mais opiniões negativas do que positivas sobre o mesmo. Por abordar uma temática filosófica recheada de simbologia, acabou agradando mais aos espiritualistas, já familiarizados com esses temas. Muito embora, há de se convir, que pelo próprio ritmo do filme de narrar seis histórias como em recortes, no qual, se mistura todos os gêneros, e quando quase depois de três horas esperando o final pra entendê-lo, ainda por cima, tem que montar o quebra cabeça filosófico; é muito compreensível que não é pra todos os gostos mesmo. Sem esse tipo de interesse (filosófico-espiritual), na certa que o filme se mostra tedioso. O diferencial de Matrix que capturou o público de imediato, foi que antes da filosofia do filme, o que se percebe e chama a atenção é toda a ação e luta, e depois é que vem o motivo da luta que retrata o mito do herói em busca de si mesmo, que, montado numa longa trilogia, teve tempo de sobra pra ser digerida sua parte filosófica pelo público.

Não pelos mesmos motivos acima, confesso que fiquei na dúvida se deveria escrever um post sobre a simbologia do filme ou não, porque, apesar da proposta que o filme apresenta se relacionar com os assuntos daqui, quando eu assisti ao filme, ele não me empolgou, não prendeu totalmente minha atenção, parece que ficou faltando alguma coisa, como liga, química, ou magia mesmo. Também não gostei da maquiagem que transformou os atores ocidentais em orientais, ficou cômica, para não dizer de mau gosto. Afora isso, tem sim aspectos bem interessantes, mesmo com algumas frases clichês, o filme passa uma mensagem que vale a pena pensar, e por isso trago alguns pontos que me chamaram a atenção.

Pra quem não leu o livro, como eu, perde-se alguns detalhes importantes, o que compromete um pouco na compreensão do filme quando assistido uma única vez. Tudo bem que a proposta principal do filme, que gira em torno da conexão da vida como um todo está óbvia desde o trailer oficial, mesmo assim, o roteiro adaptado pelos irmãos Wachowski do livro de David Mitchell, não conseguiu juntar totalmente as histórias, o que nos dá a ideia de uma certa superficialidade.

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Assim como em Matrix, a primeira vista, só percebemos os significados mais superficiais, mas Cloud Atlas tem uma camada mais profunda de significados e de interpretação, nesse sentido os diretores foram geniais em instigar e plantar uma sementinha, o que de certa forma, vai depender de cada telespectador até onde ele quer chegar.

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Liberte-se

Posted by Sem em maio 16, 2012

Passo, curta premiado do ilustrador brasileiro Alê Abreu, que estreou em 2007 no Festival de Cinema de Gramado e após percorreu vários outros festivais internacionais de cinema.

Veja.

Ouça.

Pense.

Ouse.

 

Passo

 

Se quiser assistir em mais alta definição, clique aqui.

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PALCO DA VIDA

Posted by adi em novembro 23, 2011

 

 

 

 

 

Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo. E você pode evitar que ela vá à falência.
Há muitas pessoas que precisam, admiram e torcem por você. Gostaria que você sempre se lembrasse de que ser feliz não é ter um céu sem tempestade, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem desilusões.
Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.
Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da  própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples, que mora dentro de cada um de nós. É ter maturidade para falar “eu errei”. É ter ousadia para dizer “me perdoe”. É ter sensibilidade para expressar “eu preciso de você”. É ter capacidade de dizer “eu te amo”. É ter humildade da receptividade.
Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz… E, quando você errar o caminho, recomece, pois assim você descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita, mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância.
Usar as perdas para refinar a paciência. 
Usar as falhas para lapidar o prazer. 
Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.
Jamais desista de si mesmo.
Jamais desista das pessoas que você ama. 
Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um espetáculo imperdível, ainda que se apresentem dezenas de fatores a demonstrarem o contrário.

Pedras no caminho? Guardo todas… Um dia vou construir um castelo!

 

autor desconhecido

 

 

 

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Dica de um bom filme para o fim de semana

Posted by adi em agosto 5, 2011

Sexta-feira de frio em parte do Brasil, nada melhor que assistir um bom filme com pipoca neste final de semana. Recebi esta “dica” da querida amiga Cássia, lá das “Minas”  (Gerais) como ela mesma costuma dizer. E realmente um filme muito bom, daqueles que faz a gente pensar sobre a maneira que vivemos nossa própria vida.

Abaixo vou colocar a indicação como a recebi, aviso que contém spoilers, apesar que mesmo assim, não tira a graça e encanto do filme. O filme em questão é “One Week”, com Joshua Jackson no papel principal, e creio que pode ser encontrado na maioria das locadoras.

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Cisne Negro, um amargo retrato da sombra

Posted by adi em março 1, 2011

Demorou, mas enfim, aqui está uma pequena análise do filme “Cisne Negro”.  O post está cheio de spoilers, por isso, quem ainda não assistiu o filme, e gosta do fator surpresa, já sabe o que vai encontrar. :)

Cisne Negro, em inglês Black Swan, é um filme de drama psicológico e suspense dirigido pelo diretor  Darren Aronofsky, estrelado por Natalie Portman, que merecidamente ganhou praticamente todos os prêmios de melhor atriz da temporada, incluindo o Oscar, por sua atuação fantástica nesse filme. O filme ainda conta com as excelentes atuações de Mila Kunis, Vincent Cassel, Barbara Hershey e Winona Ryder.

Natalie Portman interpreta a doce e delicada bailarina Nina, que pertence ao corpo de balé de uma companhia de Nova York. Totalmente dedicada e devotada a dança, ainda mora com a mãe Erica (B. Hershey), ex-bailarina que dá apoio total à carreira da filha. Thomas Leroy (Vincent Cassel), o diretor artístico da companhia, substituirá a bailarina principal Beth (Winona R.) para a nova temporada de apresentações que se iniciará com a nova versão do Lago do  Cisne. Nina é perfeita para interpretar o cisne branco Odete, que representa a beleza, fragilidade e graça,  mas a bailarina que for escolhida para interpretar Odete também terá que interpretar a irmã gêmea, a perversa e maliciosa Odile, o cisne negro, o qual esse papel se encaixa perfeitamente na novata Lilly (Mila Kunis).

Aronofsky nos transporta com genialidade ao mundo disputadíssimo do balé, nenhum detalhe escapa à sua câmera, ao seu olhar, nem mesmo os detalhes dos movimentos e passes de balé em câmera lenta… imagens ricas que traduzem a disciplina, o rigor, a prática extenuante  até a dor. O filme se constrói acompanhado pela trilha sonora do próprio Lago dos Cisnes de Tchaikovsky, e nos mostra  a dualidade inerente do ser humano, o branco e negro, bem e mal, quase sempre num belíssimo jogo de espelhos onde há sempre o duplo. O diretor foi fundo na alma humana, e questiona de modo brilhante a idéia ou  o significado de “perfeição”. Leia o resto deste post »

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Lágrimas na chuva

Posted by adi em dezembro 13, 2010

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Símbolos Sabeus: a vida em imagens

Posted by Sem em novembro 21, 2010

Em astrologia antiga, cada um dos 360° do zodíaco contém uma imagem, um monômero em sincronia com o Cosmo, que é uma evocação ou registro arquetípico daquele momento.

Hoje, precisamente aos 28°59’6” de escorpião, a imagem é a de uma mulher em traje de cerimônia erguendo diante dela um cetro no qual se enrola uma serpente com cabeça de dragão.

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Para os dias que correm, a arte pop de Lady Gaga traduz com perfeição.

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Também a arte contemporânea e engajada de Andy Goldsworthy, prefiro.

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Para saber mais, leia:

Símbolos Sabeus

Graus Simbólicos


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STALKER

Posted by adi em agosto 13, 2010

Eu assisti o filme “Stalker” que o nosso amigo Timóteo Pinto indicou, já faz algum tempo aliás, e por isso já não me lembrava exatamente de todos os detalhes. Mas esse filme não me saía da cabeça, por isso achei melhor escrever um post sobre ele, então assisti novamente, e de fato não me lembrava como é muito bonito, sensível, místico, triste também… o tipo de filme que quanto mais se assiste mais se revela, e mais agrada.

Pra quem gosta desse tipo de filme que tem uma mistura poética visual, é bastante interessante, e recomendo. Bom, este post não é bem uma resenha, mas um pequeno estudo de sua simbologia, contém muitos “SPOILERS”, então quem gosta do fator surpresa, melhor assistir o filme primeiro antes da leitura. Dá pra baixar o filme na net.

Tomei a liberdade de copiar este pequeno trecho do wikipedia, como segue:  ” Stalker (em russo: Сталкер) é um filme de 1979 do cineasta russo Andrei Tarkovsky, vencedor do prémio especial do Júri do Festival de cinema de Cannes de 1980. Foi filmado, em sua maior parte, na Estônia, então integrante da União Soviética. Stalker é um termo inglês que significa, em tradução livre, “o espreitador”, “aquele que se esgueira”. Tarkovsky, os três atores principais, além de outras pessoas que se envolveram na produção, morreram poucos anos depois, em razão de tumores presumivelmente originados da exposição às instalações industriais (radiotivas) da Estônia, onde várias cenas do filme foram gravadas. É uma adaptação muito livre da novela de ficção científica Roadside Picnic, dos irmãos Strugatsky. Numa entrevista, Tarkovsky chegou a declarar que as semelhanças do filme com esta novela restringiam-se ao uso das palavras “zona” e “stalker” apenas.”

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O tarô de Marselha por Alejandro Jodorowsky

Posted by adi em junho 15, 2010

De volta depois de uma viagem enriquecedora,  estou atualizando o blog com essa colagem do YouTube, primeiro  porque achei muito interessante a forma do Tarô descrita por Alejandro Jodorowsky, e segundo porque ainda estou me organizando depois de mais de 10 dias fora do ritmo…

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