Anoitan

“Se sempre há um amanhã, sempre há um anoitã.”

Arquivo da categoria ‘Amor’

O proibido de fato – por Elielson

Publicado por adi em novembro 29, 2011

Existiu o modelo perfeito de felicidade, um Paraíso, que só é encontrado em crianças livres, livres para ir e vir e livre de idéias adultas. Essa foi a primeira condição da vida humana, quando a inconsciência e a consciência eram uma só.

A verdade por trás dos mitos derruba a interpretação livre e derruba o literalismo. Há mesmo uma fluência em que as informações formam um estado interpretativo infalível, essa interpretação está ligada a moral e as ataduras que envolvem a prática de tal moral, e a moral que se segue após atos imorais, que não libertam a vida para uma imoralidade inconsequente, nunca.

Primeiro ato imoral: Sexo. Vão dizer que não, que sexo é bom, dá prazer e não mata, não desrespeita mandamentos, e assim se justifica que não é de todo um mal. Mas quem disse que o sexo é proibido por ser um mal que foi praticado? A proibição visa consequências de atos, não o ato em si, então a partir do sexo como pedra fundamental do pecado, podemos analisar por suas consequências a ligação entre o ato em si e o mal do ato em si.

 

 

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PALCO DA VIDA

Publicado por adi em novembro 23, 2011

 

 

 

 

 

Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo. E você pode evitar que ela vá à falência.
Há muitas pessoas que precisam, admiram e torcem por você. Gostaria que você sempre se lembrasse de que ser feliz não é ter um céu sem tempestade, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem desilusões.
Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.
Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da  própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples, que mora dentro de cada um de nós. É ter maturidade para falar “eu errei”. É ter ousadia para dizer “me perdoe”. É ter sensibilidade para expressar “eu preciso de você”. É ter capacidade de dizer “eu te amo”. É ter humildade da receptividade.
Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz… E, quando você errar o caminho, recomece, pois assim você descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita, mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância.
Usar as perdas para refinar a paciência. 
Usar as falhas para lapidar o prazer. 
Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.
Jamais desista de si mesmo.
Jamais desista das pessoas que você ama. 
Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um espetáculo imperdível, ainda que se apresentem dezenas de fatores a demonstrarem o contrário.

Pedras no caminho? Guardo todas… Um dia vou construir um castelo!

 

autor desconhecido

 

 

 

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Beijos místicos

Publicado por adi em outubro 13, 2011

 

Evangelho de Felipe: “A graça chega a ele da boca, do lugar de onde chega o Logos. A pessoa deve ser nutrida da boca para se tornar perfeita. Por isso os perfeitos são concebidos e nascem por meio de um beijo. Por esta razão nós também nos beijamos uns aos outros. Somos concebidos da graça que nos é comum.”

 

 

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A união com o Anjo em Tiphareth

Publicado por adi em agosto 28, 2011

Na tradição ocidental, nós sabemos que um dos pontos mais importantes na realização espiritual é o conhecimento e conversação com o Sagrado Anjo Guardião, ou realização do princípio crístico em si mesmo. Também conhecemos que existem várias outras nomenclaturas para o que na magia se convencionou chamar de Sagrado Anjo Guardião: Adonai, Atman, Augoedies, Cristos, Gênio, Daemon, Grande Mestre, Ishvara, Kia, Logos, Si-mesmo, Sol, Vishnu, etc. Na Cabala, essa realização se dá em Tiphareth.

Nós podemos citar vários aspectos do porque essa sephira está totalmente relacionada com esta realização, mas o aspecto principal, está no fato dessa sephira se encontrar no centro do diagrama da Árvore da Vida. Lá ela atua como mediadora e fator de união entre os planos espiritual e material. Tiphareth é a esfera da beleza, da harmonia, e do equilíbrio, também é a morada da alma, os deuses que estão relacionados com ela, simbolizam a alma glorificada e a encarnação da divindade, é o deus que manifesta a si mesmo no homem, portanto as divindades típicas de Tiphareth representam a alma iluminada. A natureza do filho é amor, e amor é união, é o elo de conexão, pois são nossas emoções transmutadas que nos eleva  no caminho da Árvore.

Em magia, excetuando-se o ritual de Abramelin, que visa à consecução dessa meta, nós não sabemos muito sobre como se dá esse feito ou realização. Muito embora, como se trata de um texto muito antigo da idade média, a linguagem que traduz a mentalidade daquela época, pode confundir atualmente.

E talvez, o aspecto que nos chama atenção com relação a essa meta, é a importância que se dá à “imagem” daquilo que irá nos redimir.

Nos evangelhos apócrifos de Felipe, nós encontramos: “Há um renascimento e uma imagem do renascimento, certamente é necessário nascer outra vez por meio da imagem.”

Dion Fortune diz: “Os primeiros raios da experiência mística devem ser obrigatoriamente muito limitados, pois não tivemos tempo para construir, graças à experiência, um corpo  de imagens e de ideias que possam representá-las.”

Em seu estudo sobre Alquimia, Jung verifica a importância e dificuldade desta tarefa, em como realizar a segunda etapa da coniunctio, que é como criar e se unir com a imagem paradoxal daquele princípio mediador entre o céu e a terra. Em seu livro Psicologia e Alquimia, ele faz uma citação muito interessante: “Antes de Cristo, seu filho, ter sido formado e imaginado em nós, … Deus era mais terrível para nós”. (Aquarium Sapientum).

No livro “Árvore da Vida”,  Regardie cita Maurice Maeterlinck, que nos dá uma excelente dica: “Dionísio é Osíris, Krishna, Buda, Mitra, etc; ele é todas as encarnações divinas, é o deus que desce ao homem…; ele é morte, temporária e ilusória, e renascimento, real e imortal; é a união temporária com o divino que não é senão o prelúdio da união final, o ciclo infindável do eterno tornar-se.”

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Casamento no céu

Publicado por adi em agosto 15, 2011


Complexo de galáxias espirais vizinhas VV 340, também conhecido como Arp 302, é flagrado em estágio inicial de interação, pelo telescópio espacial de raio X Chandra, junto com dados óticos obtidos pelo telescópio Hubble, ambos da Nasa. As galáxias VV 340 Norte (o risco do “ponto de exclamação”) e VV 340 Sul (o ponto) ficam a 450 milhões de anos-luz da Terra. Em alguns milhões de anos, as duas devem se fundir, da mesma forma como deve ocorrer com a Via Láctea e Andrômeda daqui a bilhões de anos.
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Fonte: Globo.com


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Dica de um bom filme para o fim de semana

Publicado por adi em agosto 5, 2011

Sexta-feira de frio em parte do Brasil, nada melhor que assistir um bom filme com pipoca neste final de semana. Recebi esta “dica” da querida amiga Cássia, lá das “Minas”  (Gerais) como ela mesma costuma dizer. E realmente um filme muito bom, daqueles que faz a gente pensar sobre a maneira que vivemos nossa própria vida.

Abaixo vou colocar a indicação como a recebi, aviso que contém spoilers, apesar que mesmo assim, não tira a graça e encanto do filme. O filme em questão é “One Week”, com Joshua Jackson no papel principal, e creio que pode ser encontrado na maioria das locadoras.

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Você tem medo de dizer eu te amo?

Publicado por adi em março 18, 2011

 

 

 

 

Bom final de semana a todos!

 

 

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O Sol do Natal, o Sol de nossas vidas

Publicado por adi em dezembro 21, 2010

Mais um final de ano está chegando e estamos muito próximos do Natal, onde a maioria dos cristãos irão comemorar o nascimento de Cristo. Muitas pessoas já sabem que a data de 25 de dezembro não é de fato o dia de nascimento do Jesus histórico, mas a escolha desse dia não por acaso coincide com as festividades pagãs, onde os romanos celebravam o renascimento do Deus Solar Mitra, após os solstício de inverno no hemisfério norte.

Nos dias de hoje, as pessoas celebram essa data como uma tradição que já perdeu há muito o real sentido espiritual. O ritual religioso celebrado nas Igrejas, do mesmo modo já perdeu o seu poder de atuação no indivíduo. A grande maioria comemora o nascimento do Cristo, o filho de Deus que foi enviado para nos salvar, um ser de luz, respeitado, mas muito distante de todos nós. Muitos ainda estão esperando a encarnação do filho de Deus, a vinda do Messias como está descrito nas escrituras, e não sabem que o nascimento de Cristo como descrito é somente o símbolo de um evento que só pode acontecer no indivíduo.

Mitra pertence às mitologias persa, indiana e romana. Representava na Índia e na Pérsia a luz do Deus Solar, o bem e a libertação da matéria e era chamado de “Sol Vencedor”. Seu culto era celebrado em grutas sagradas e estava associado à uma existência futura e espiritual completamente libertada da matéria, onde o principal acontecimento era o sacrifício de um touro, de cujo o sangue brotava a vida, propiciando a imortalidade. Os romanos comemoravam na madrugada de 24 de dezembro o “Nascimento do  Invicto”, ou o nascimento do menino Mitra que estava em relação ao renascer do sol após o solstício de inverno, representando o ciclo de morte e renascimento ou renovação da vida, que a primeira vista estava relacionado com as festividades do ciclo agrário. Leia o resto deste post »

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STALKER

Publicado por adi em agosto 13, 2010

Eu assisti o filme “Stalker” que o nosso amigo Timóteo Pinto indicou, já faz algum tempo aliás, e por isso já não me lembrava exatamente de todos os detalhes. Mas esse filme não me saía da cabeça, por isso achei melhor escrever um post sobre ele, então assisti novamente, e de fato não me lembrava como é muito bonito, sensível, místico, triste também… o tipo de filme que quanto mais se assiste mais se revela, e mais agrada.

Pra quem gosta desse tipo de filme que tem uma mistura poética visual, é bastante interessante, e recomendo. Bom, este post não é bem uma resenha, mas um pequeno estudo de sua simbologia, contém muitos “SPOILERS”, então quem gosta do fator surpresa, melhor assistir o filme primeiro antes da leitura. Dá pra baixar o filme na net.

Tomei a liberdade de copiar este pequeno trecho do wikipedia, como segue:  ” Stalker (em russo: Сталкер) é um filme de 1979 do cineasta russo Andrei Tarkovsky, vencedor do prémio especial do Júri do Festival de cinema de Cannes de 1980. Foi filmado, em sua maior parte, na Estônia, então integrante da União Soviética. Stalker é um termo inglês que significa, em tradução livre, “o espreitador”, “aquele que se esgueira”. Tarkovsky, os três atores principais, além de outras pessoas que se envolveram na produção, morreram poucos anos depois, em razão de tumores presumivelmente originados da exposição às instalações industriais (radiotivas) da Estônia, onde várias cenas do filme foram gravadas. É uma adaptação muito livre da novela de ficção científica Roadside Picnic, dos irmãos Strugatsky. Numa entrevista, Tarkovsky chegou a declarar que as semelhanças do filme com esta novela restringiam-se ao uso das palavras “zona” e “stalker” apenas.”

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Vivekananda

Publicado por adi em abril 8, 2010

“… se tivesse que existir uma religião universal, ela não situaria-se no tempo ou no espaço, como o Deus a quem iria reverenciar e cujo sol brilharia sobre as flores de Krishna e de Cristo, sobre santos e pecadores, que ele não seria apenas dos Brâmanes ou Budistas, Cristãos ou Islâmicos, mas o de todos eles e ainda encontraria espaço para se expandir; que nessa catolicidade envolveria-os em seu infinito abraço sempre encontrando um lugar para cada ser humano, do mais primitivo, não interferindo em sua condição, ao mais evoluido, que se destaca pelas virtudes do seu espírito e do seu coração.

Seria uma religião onde não haveria lugar para perseguições ou intolerâncias, que reconheceria a divindade em cada homem e mulher, e cujo objetivo, com todas as suas forças, seria auxiliar à humanidade a encontrar sua própria verdade, divina natureza.”

Swami Vivekananda, 1893 e.v

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